Pablo Ortellado

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Pablo Ortellado
Pablo em 2017
Nascimento 1973 (47–48 anos) ou 1974 (46–47 anos)[1]
São Paulo
Nacionalidade  Brasil
Ocupação Professor, filósofo
Cargo Professor da USP

Pablo Ortellado é um filósofo, professor universitário e colunista brasileiro. Dá aulas de Gestão de Políticas Públicas na Universidade de São Paulo, mesmo local onde se formou e se pós-graduou, e mantém uma coluna no jornal Folha de S.Paulo.[2] Já teve também uma breve coluna no portal HuffPost Brasil[3] e fundou a versão brasileira do site anarquista Centro de Mídia Independente.[4]

Em 2016, fundou no Facebook o Monitor do Debate Político no Meio Digital, uma ferramenta que acompanha a postagem e compartilhamento de conteúdos em páginas de centenas de veículos jornalísticos ou ligados a movimentos sociais de modo a ilustrar como grupos políticos interagem na rede social[1] e medir o alcance das notícias falsas.[5] Um levantamento do grupo revelou que, na semana das votações no processo de impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados do Brasil, três das cinco notícias mais compartilhadas eram falsas.[6]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Ortellado, Pablo; Ryoki, André (2004). Estamos Vencendo! Resistência Global no Brasil. [S.l.]: Conrad Editora. ISBN 8576160048 
  • Ortellado, Pablo; Lima, Luciana; Pomar, Marcelo; Judensnaider, Elena (2013). Vinte centavos: a luta contra o aumento. [S.l.]: Editora Veneta. ISBN 9788563137098 
  • Pablo Ortellado; Esther Solano, Márcio Moretto (2016). «Uma sociedade polarizada?». In: Ivana Jinkings, Kim Doria, Murilo Cleto. Por que Gritamos Golpe?. São Paulo: Boitempo Editorial. p. 127-131 

Referências

  1. a b Araujo, Pedro Zambarda de (8 de agosto de 2017). «"O antipetismo é pouco politizado", diz o professor Pablo Ortellado, da USP, ao DCM. Por Zambarda». Diário do Centro do Mundo. Consultado em 1 de Novembro de 2017 
  2. «Colunistas: pablo ortellado». Folha de S.Paulo. Grupo Folha. Consultado em 1 de novembro de 2017 
  3. «Pablo Ortellado». HuffPost Brasil. Grupo Abril. Consultado em 1 de novembro de 2017 
  4. Dias, Tatiana de Mello. «CMI: o coletivo que fundou o ativismo digital». Galileu. Editora Globo. Consultado em 27 de fevereiro de 2021 
  5. Amendola, Gilberto (5 de fevereiro de 2017). «'É necessário que cada boato seja desmentido', diz professor da USP». O Estado de S. Paulo. Grupo Estado. Consultado em 1 de novembro de 2017 
  6. Senra, Ricardo (17 de abril de 2016). «Na semana do impeachment, 3 das 5 notícias mais compartilhadas no Facebook são falsas». BBC Brasil. Consultado em 2 de novembro de 2017 
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