Perseguição ao Falun Gong

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A perseguição ao Falun Gong se refere a uma campanha iniciada pelo governo da China contra praticantes do Falun Gong desde julho de 1999, com objetivo de eliminar a prática dentro da China.

De acordo com a Anistia Internacional, isto inclui propaganda enganosa,[1] um programa de reeducação, e também prisão, trabalho forçado, tortura física, e até pena de morte.[2]

Falun Gong foi criado por Li Hongzhi, e apresentado ao público em maio de 1992, em Changchun, Jilin.[3]

Seguido de um grande sucesso da prática na decada de 1990, o Falun Gong foi banido em 22 de julho de 1999.[4][5][6][7]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Thomas Lum (25 May 2006). «CRS Report for Congress: China and Falun Gong» (PDF). Congressional Research Service  Verifique data em: |date= (ajuda)
  2. «China: The crackdown on Falun Gong and other so-called "heretical organizations"». Amnesty International. 23 March 2000. Consultado em 17 March 2010  Verifique data em: |access-date=, |date= (ajuda)
  3. «A Chronicle of Major Historic Events during the Introduction of Falun Dafa to the Public». Clearwisdom.net. Consultado em 31 October 2009  Verifique data em: |access-date= (ajuda)
  4. People's Daily Online, China Bans Falun Gong, 30 July 1999
  5. Congressional-Executive commission on China, Annual Report 2008.
  6. «Falun Gong practitioner at risk of torture». Amnesty International. 15 December 2010. Consultado em 25 January 2012  Verifique data em: |access-date=, |date= (ajuda)
  7. «Falun Gong practitioners at risk of torture». Amnesty International. 31 May 2012. Consultado em 1 July 2012  Verifique data em: |access-date=, |date= (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o portal:
  • Falun Gong
Ícone de esboço Este artigo sobre religião é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.