SBM Offshore

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SBM Offshore
SBM Offshore N.V.
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação Euronext Amesterdão: SBMO
Indústria Indústria do petróleo
Fundação 1965 (51 anos)
Sede Schiedam,  Países Baixos
Pessoas-chave Bruno Chabas (CEO), Heinz Rothermund (Chairman do conselho Fiscal)
Empregados 6,220 (fim de 2011)
Produtos Unidades de FSO e FPSO, plataforma de pernas atirantadas, outras instalações offshore
Ativos US $5.290 bilhões (fim de 2011)
Lucro US $(440.6) milhões (2011)
LAJIR US $(340.6) milhões (2011)
Faturamento US $3.157 bilhões (2011)
Página oficial www.sbmoffshore.com

SBM Offshore N.V. (Euronext: SBMO) é um grupo empresarial que presta serviços para a indústria petrolífera. Originalmente chamado IHC Caland N.V., mudou sua denominação em julho de 2005.

Associação com a Petrobras[editar | editar código-fonte]

Pagamento á Petrobras[editar | editar código-fonte]

O acordo de leniência que a Controladoria-Geral da União (CGU) vai fechar com a SBM obrigará a empresa holandesa a pagar cerca de R$ 1 bilhão de indenização á União. Os recursos serão todos destinados aos cofres da Petrobras. A SBM é acusada de pagar propina em troca de contratos com a estatal brasileira, e o caso está sendo investigado pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro. Na semana passada, o ministro-chefe da CGU, Valdir Simão, confirmou que as negociações para assinatura do acordo de leniência estão em fase final e serão encerradas nos próximos dias.[1]

Apuração de Propinas[editar | editar código-fonte]

Operação Sangue Negro, é uma operação da Polícia Federal, deflagrada em 17 de dezembro de 2015 que investiga dinheiro desviado de contratos da Petrobras desde 1997. A ação está relacionada às investigações de um esquema de pagamento de propinas envolvendo a empresa holandesa SBM e a estatal brasileira. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, sendo dois deles contra ex-diretores presos na Operação Lava Jato, Renato Duque e Jorge Zelada. As buscas foram realizadas nas casas dos investigados e na Petroserv, empresa do ramo de prospecção de petróleo. Segundo as investigações, a Petroserv recebia repasses de 3% a 5% de contratos da Petrobras e, desse total, remetia 1% para contas de empresas no exterior. Os investigadores apontam que esse dinheiro era lavado e remetido novamente para o Brasil em forma de propina. Em junho deste ano, o ex-representante da SBM no Brasil Júlio Faerman, um dos operadores do esquema investigado pela Lava Jato[2] e delator[3] , afirmou à CPI da Petrobras que garantiu “ganhos expressivos” à estatal brasileira enquanto atuava em nome da empresa holandesa. Um mês antes, integrantes da CPI foram a Londres (Inglaterra) colher depoimento de Jonathan David Taylor, ex-diretor da SBM que denunciou irregularidades em contratos assinados entre a companhia da Holanda e a Petrobras.[2]

Empresas do grupo[editar | editar código-fonte]

  • Single Buoy Moorings Group of Companies
  • SBM-Imodco Inc.
  • Atlantia Offshore Limited
  • Gusto B.V.
  • Marine Structure Consultants (MSC) B.V.
  • GustoMSC Inc.
  • NKI group B.V.

Referências

  1. «Empresa holandesa SBM pagará R$ 1 bilhão à Petrobras». O Globo. 6 de outubro de 2015. Consultado em 18 de dezembro de 2015. 
  2. a b Camila Bomfim (17 de dezembro de 2015). «Operação da Polícia Federal apura desvios na Petrobras desde 1997». G1 Política. Consultado em 17 de dezembro de 2015. 
  3. Fabio Grellet - O Estado de S.Paulo (5 de agosto de 2015). «Justiça Federal homologa delação de Júlio Faerman». Estadão. Consultado em 17 de dezembro de 2015. 
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