Sallisa Rosa

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Sallisa Rosa
'
Nascimento 1986
Goiânia
Cidadania Brasil
Ocupação artista, artista multimídia,

Sallisa Rosa (Goiânia, 1986) é artista visual indígena brasileira. Suas obras encontram-se no acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP)[1] e já foram expostas no Centro Cultural Banco do Brasil; na Bienal do Barro, realizada no Caruaru em 2019; no Farol Santander, em Porto Alegre; no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte e no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR).[2][3][4][5][6]

Percurso[editar | editar código-fonte]

Suas obras encontram-se no acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP) e foram expostas na coletiva “Histórias feministas: artistas após 2000” realizada no MASP em 2019, na exposição “VAIVEM”, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no Rio de Janeiro em 2019, na Bienal do Barro, realizada no Caruaru em 2019, na mostra “Estratégias do Feminino” realizada no Farol Santander, Porto Alegre em 2019 . A artista expôs ainda no Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte em 2019 e na exposição “Dja Guata Porã” ocorrida no Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) em 2017.[2]

Dentre seus trabalhos destaca-se Umuarama, trabalho desenvolvido durante a residência artística Bolsa Pampulha 2018/2019, obra participativa em que a artista propõe reflexões e práticas encentrais. O trabalho visa a ocupação de um terreno ao lado do Museu da Pampulha em Belo Horizonte, Minas Gerais para a plantação colaborativa de mandioca.[7] Acerca da obra a crítica Pollyana Quintella comenta que: [8]

“A partir de Umuarama (“lugar de descanso”), a artista dá início a um processo que remete à divisão originária do território americano, coloca nossas raízes de volta à cultura e ao mundo da mandioca e vislumbra, por fim, a possibilidade de enraizar a cultura indígena na cidade de Belo Horizonte.”

A artista foi selecionada para participar do Programa de Bolsa de Pesquisa MAM | CAPACETE no eixo Museu e biodiversidade no Rio de Janeiro em 2020. Sua pesquisa retoma a peneira como elemento central no fazer culinário e como metáfora de apuramento. Interessa a artista a vivência alimentícia e o ato de cozinhar como uma ação que envolve o coletivo. A partir da metáfora a artista destaca o plano servil que integra os processos de colonização [9]

Exposições[editar | editar código-fonte]

  • Especular: Ser Transitória, Galeria Modernista, Rio de Janeiro, 2021 [10]
  • Casa Carioca, no Museu de Arte do Rio (MAR). Rio de Janeiro, 2020 [11]
  • Salão de Arte em Pequenos formatos de Britânia, Goiás, 2020 Obra: Identidade é ficção. [12]
  • Instituto Moreira Salles. Programa Convida , 2020 Obra: Memória antiga em parceria com Edgar Xakriabá, Davi Marworno e Renata Tupinambá [13]
  • Viral Portraits na Moderna galerija em Liubliana, Eslovênia, 2020 [14]
  • Against, Again: Art Under Attack in Brazil”. Anya and Andrew Shiva Gallery. New York – Estados Unidos, 2020 Obra: Série Resistência. [15]
  • Vai-Vém. Centro Cultural Banco do Brasil.São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte., 2019 – 2020 Obra: #rede.
  • Estratégias do Feminino. Farol Santander, Porto Alegre,2019 Obra: Identidade é ficção.
  • Museu de Arte da Pampulha / Bolsa Pampulha. Belo Horizonte, 2019 Obra: Umuarama.
  • Histórias Feministas. Museu de Arte de São Paulo, Masp. 2019 Obra: Série Resistência.

Obras em coleções[editar | editar código-fonte]

  • Série Resistência. Acervo em transformação. Masp. São Paulo (Coleção MASP), 2020 [16]

Publicações[editar | editar código-fonte]

  • Revista Concreta (nº16), Publicação de arrativa fotográfica “sabendo ser” . Espanha, 2020
  • Revista Revestrés #43. Publicação da série Resistência na Piauí – Brasil. 2019

Residências Artísticas[editar | editar código-fonte]

  • Projeto: passando pela peneira. Atualmente em pesquisa no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em parceria com CAPACETE. Fev – 2021.
  • Bolsa Pampulha [7]

Reconhecimentos e Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Indicada ao Prêmio Pipa 2020[2]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Museu de Arte de São Paulo Acquired 296 Artworks by Women Artists in 2019». www.artforum.com (em inglês). Consultado em 29 de março de 2021 
  2. a b c «Prêmio Pipa Prize». Prêmio Pipa Prize. Consultado em 29 de março de 2021 
  3. Ventura, Larissa (2 de março de 2021). «Festival Corpos da Terra estreia on-line no Museu de Arte Moderna». Diário do Rio de Janeiro. Consultado em 29 de março de 2021 
  4. «Grátis: exposições de fotos e desenhos para conferir on-line». VEJA RIO. Consultado em 29 de março de 2021 
  5. «CCBB Educativo disponibiliza acervo digital de arte-educação». Agência Brasil. 5 de abril de 2020. Consultado em 29 de março de 2021 
  6. «Masp abre duas exposições sobre artistas mulheres | Arte ao Redor». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 29 de março de 2021 
  7. a b «Bolsa Pampulha 2018/2019 – Pesquisa». JA.CA – Centro de Arte e Tecnologia. 10 de outubro de 2018. Consultado em 29 de março de 2013 
  8. Quintella, Pollyana (4 de março de 2020). «SALLISA ROSA: Caminhar bem, caminhar junto». Revista Continente. Consultado em 27 de março de 2021 
  9. «Artista participante na Residência de Arte Capacete». Residência Capacete. 9 de fevereiro de 2019. Consultado em 27 de março de 2021 
  10. «Exposição Especular: Ser Transitória». Indigo. Consultado em 29 de março de 2021 
  11. «Casa Carioca - Exposição - Museu de Arte do Rio». Museu de Arte do Rio. Consultado em 29 de março de 2021 
  12. «A máscara. / 2º Salão de Nacional de Pequenos Formatos de Britânia». museu.io. Consultado em 28 de março de 2021 
  13. «IMS Convida». Instituto Moreira Salles. 14 de maio de 2020. Consultado em 29 de março de 2021 
  14. «Viral Portraits - Exposição». Moderna galerija / Museum of Modern Art. Consultado em 29 de março de 2021 
  15. «Exposição Against, Again: Art Under Attack in Brazil». Galeria Nara Roesler. Consultado em 29 de março de 2021 
  16. «Sallisa Rosa / Sem título, da série Resistência, 2017-19». MASP. MASP. Consultado em 29 de março de 2021 

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]