Templo de Baal-Shamin

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Templo de Baal-Shamin em 2010

O Templo de Baal-Shamin foi um antigo templo da era romana, construído na cidade de Palmira, na Síria, dedicado à divindade cananeia Baal-Shamin. A construção do templo é datada de meados do século II a.C..[1] Foi reconstruído no ano 131 d.C., enquanto o altar do tempo é datado de 115.[2] Com a ascensão do cristianismo por todo o Império Romano no século V, o templo foi convertido em uma igreja.[3]

Arqueólogos da Suíça foram os primeiros a fazer extensas escavações no lugar, entre 1954 e 1956. O templo era um dos monumentos mais bem preservados do sítio arqueológico de Palmira, o qual foi incluído em 1980 na lista do Patrimônio Mundial da Humanidade da UNESCO.

Em agosto de 2015, o templo foi demolido por militantes ligados ao grupo extremista que se autoproclama o Estado Islâmico (EI). Os jihadistas tomaram a cidade de Palmira em maio de 2015, no contexto da guerra civil síria, e logo começaram a pilhar e destruir incontáveis peças arqueológicas na região, incluindo o templo,[4][5] o que, segundo a UNESCO, constituiu um crime de guerra.[6]

Referências

  1. Trevor Bryce (2014). Ancient Syria: A Three Thousand Year History. [S.l.: s.n.] p. 276 
  2. Stoneman, Richard (1994). Palmyra and Its Empire: Zenobia's Revolt Against Rome. [S.l.]: University of Michigan Press. p. 65. ISBN 0472083155 
  3. Diana Darke (2010). Syria. [S.l.]: Bradt Travel Guides. p. 271. ISBN 1841623148 
  4. «Palmyra's Baalshamin temple 'blown up by IS'». BBC. Consultado em 25 de agosto de 2015 
  5. «Islamic State photos 'show Palmyra temple destruction'». BBC. 26 de agosto de 2015 
  6. «Director-General Irina Bokova firmly condemns the destruction of Palmyra's ancient temple of Baalshamin, Syria». UNESCO. Consultado em 27 de agosto de 2015 


Imagem: Palmira O Templo de Baal-Shamin está incluído no sítio Palmira, Património Mundial da UNESCO. Welterbe.svg