Thereza Collor

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Thereza Collor
Secretária de Turismo de Alagoas
Período 1º de janeiro de 1995
31 de dezembro de 1998
Governador Divaldo Suruagy

Manuel Gomes de Barros

Dados pessoais
Nome completo Maria Thereza Pereira de Lyra Collor de Mello Halbreich
Nascimento 28 de setembro de 1962 (55 anos)[1]
Recife,  Pernambuco
Nacionalidade brasileira
Partido PSDB
Ocupação Socialite, historiadora, estilista, designer e empresária

Maria Thereza Pereira de Lyra Collor de Mello Halbreich, conhecida como Thereza Collor (Recife, 28 de setembro de 1962), é uma empresária e estilista brasileira, sendo citada como socialite por diversos fatores, embora sempre recuse esse rótulo.

Vida pública[editar | editar código-fonte]

Em 27 de maio de 1992, com o tailleur quadriculado, Thereza entrou para a galeria dos personagens da política brasileira no processo que culminou com o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. O referido tailleur ela guarda em um armário de sua casa em Maceió, como uma lembrança de algo que ficou no passado. [2]

Mais tarde, convidada pelo governador Ronaldo Lessa para ser embaixadora do turismo alagoano, aceitou a empreitada. Depois de cumprir um mandato como secretária de Turismo de Alagoas, entre 1995 e 1998, ela recusou o convite do governo do Estado para reassumir a cadeira, por achar política "algo estafante". Também foi presidente da Fundação Teatro Deodoro. Devido aos serviços prestados ao Estado de Alagoas, recebeu o título de cidadã honorária pela Assembleia Legislativa, em 1997, e a Comenda Lar São Domingos em 1998.

Thereza Collor já foi designer de joias, e mais tarde proprietária da butique de roupas "The". Em 2002, iniciou o trabalho na área de moda, mais especificamente na alta-costura, mas por razões financeiras a loja terminou entrando em falência. Apaixonada por antiguidades, costuma fazer viagens a destinos exóticos da África e Ásia. É de lá que hoje em dia ela traz seus objetos de prata (atualmente tem mais de meia tonelada deles), aos quais já declarou ser a nova paixão.

Foi madrinha da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro - Maestro Florentino Dias, em 2000.

Em 2010, lançou o livro Alagoas Um Olhar, de 400 páginas, com centenas de fotos sobre o estado, sendo a maioria de própria autoria. A obra é dividida em categorias como belezas naturais, artesanato e arquitetura e apresenta a pesquisa de seis anos de sua formação em História.

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Em 2002, a revista Veja foi condenada a pagar 500 salários mínimos (R$ 100 mil) para Thereza Collor, que alegou se sentir ofendida com nota publicada na Veja São Paulo que afirmava que a socialite “teria se insinuado” para Chico Buarque de Hollanda.[3] Certa vez a imprensa também a acusou de perseguir o ex-jogador de futebol Raí no banheiro masculino, o que ela refutou veementemente: “Esse tipo de comportamento não faz parte da minha conduta. Nunca precisei correr atrás de homem nenhum." [carece de fontes?]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Filha do político João Lyra, Thereza nasceu em Recife[4] e logo cedo foi morar em Alagoas. Formou-se em História e se casou com o empresário Pedro Collor de Mello. Dessa união teve dois filhos, Fernando e Victor, e atualmente é casada com Gustavo Halbreich, empresário paulista do ramo da construção civil, a quem conheceu quando foi ao Spa Sete Voltas.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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