União para o Mediterrâneo

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União para o Mediterrâneo
Países membros - 43: Membros da União Europeia
Sede institucional A estabelecer (Novembro de 2008)
Presidente da União para o Mediterrâneo Nicolas Sarkozy (França), Hosni Mubarak (Egipto)
Secretário Geral da União para o Mediterrâneo A nomear
Superfície 29.757.900 km² (1°*)
População (2005)
 - Densidade
771.503.274 (177°*)
66,6 hab./km²
Fuso horário UTC de -1 a +2
Hino Não estabelecido
PIB total (2003)
 - Per capita
1.515 mld $ (16° no mundo)
1.896 $ por hab.
Fundação
 - do Processo de Barcelona
 - da União
 
28 de Novembro de 1995
14 de Julho de 2008
Site oficial Não estabelecido

A União para o Mediterrâneo é uma comunidade de países que circundam o Mar Mediterrâneo e cuja constituição foi sugerida pelo presidente da França Nicolas Sarkozy como uma alternativa à adesão da Turquia à União Europeia[1] Todavia, a constituição da União Mediterrânica foi vista como necessária independentemente do facto de a Turquia aderir ou não à União Europeia.[2]

Membros[editar | editar código-fonte]

Sete países da UE foram sondados para fundadores da União, mas devido à pressão alemã todos os Estados-membros da UE são membros da UPM.[3] A inclusão da Eslovénia no projecto inicial também foi mencionada em algumas fontes.[4] A sul a Turquia e demais participantes da Conferência de Barcelona são os mais restantes Estados da UPM.

Assim, os Estados-membros da União Para o Mediterrâneo são: os 27 da União Europeia, dez países do Sul (Argélia, Egipto, Israel, Jordânia, Líbano, Marrocos, Mauritânia, Síria, Tunísia e Turquia) e a Autoridade Nacional Palestiniana (ANP), assim como a Albânia, a Croácia, a Bósnia Herzegovina, o Montenegro e o Mónaco.[1]

Membros da União Europeia

Instituições e objectivos[editar | editar código-fonte]

Os membros da União Para o Mediterrâneo formar um conselho sob uma co-presidência rotativa similar ao esquema seguido na União Europeia, procurando soluções para problemas como o da energia, segurança, terrorismo, imigração, comércio e ambiente.

Progresso e reacções[editar | editar código-fonte]

A proposta foi originalmente feita durante a campanha para as Eleições presidenciais francesas de 2007.[5][6]

A criação da UPM foi apoiada por Espanha,[7] Itália,[8] Israel[9] e Marrocos.[10] Foi no entanto recusada pela Turquia enquanto alternativa à entrada na UE.[11]

E também vista como mais uma instituição que pode promover a paz entre Israel e os seus vizinhos.[12]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Commons
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