Ce qu'on entend sur la montagne

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O primeiro poema sinfónico de Liszt foi inspirado numa obra de Victor Hugo.

Ce qu'on entend sur la montagne (S.95), por vezes referida como 'Bergsymphonie', é o primeiro dos treze poemas sinfónicos compostos por Franz Liszt. É um trabalho orquestral inspirado pelo poema Feuilles d'automne (1831) de Victor Hugo.

O título (em francês) significa "O que se ouve na montanha", e o título alternativo (em alemão) "Sinfonia da montanha".

A peça, tal como muitas das obras de Liszt, foi revista uma série de vezes antes de atingir a versão final hoje conhecida. Foi originalmente composta em 1848-9 e subsequentemente revista em 1850; a versão final é de 1854.

A obra explora a dualidade (já presente na obra de Victor Hugo) entre a "voz jovial e pacífica" da natureza e o "pranto" da humanidade sempre revoltada. Estreou em fevereiro de 1850, em Weimar.

Foi composta para os seguintes instrumentos: 3 flautas, 2 oboés, 3 clarinetes, 2 fagotes, 4 trompas, 3 trompetes, 1 tuba, percussão, harpa e instrumentos de corda. O tempo de execução é de cerca de 30 minutos.

Na primeira parte são expostos os temas da natureza e da humanidade, bem diferenciados. As cordas iniciam com um Poco allegro. O oboé e flauta continuam, chegado os metais posteriormente, com remate em Maestoso assai. Os temas da humanidade são expostos num Allegro agitato assai. Termina num Andante com os trombones e a tuba, que simbolizam a presença do divino. Na segunda parte os temas repetem-se, mas com fagotes, trompas e trompetes num Andante religioso, terminando tudo num pianissimo com o timbale a concluir.

Na primeira parte são expostos os temas da natureza e da humanidade, bem diferenciados. As cordas iniciam com um Poco allegro. O oboé e flauta continuam, chegado os metais posteriormente, com remate em Maestoso assai. Os temas da humanidade são expostos num Allegro agitato assai. Termina num Andante com os trombones e a tuba, que simbolizam a presença do divino. Na segunda parte os temas repetem-se, mas com fagotes, trompas e trompetes num Andante religioso, terminando tudo num pianissimo com o timbale a concluir.

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