Eros (psicanálise)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde março de 2010).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

Eros (em grego:"ἔρως" transliteração para o latim "érōs") é o amor apaixonado, com desejo e atração sensual. A palavra moderna grega “erotas” significa “o amor (romântico)”. Platão refinado sua própria definição. Embora o eros seja sentido inicialmente por uma pessoa, com contemplação transforma-se em apreciação da beleza dentro dessa pessoa, ou transforma-se mesmo em apreciação da própria beleza. Platão não pleiteia a atração física como uma parte necessária para o amor, daqui o uso da termo "amor platônico" significar “sem atração física”. Platão o Eros e diz também que ajuda ao conhecimento da recordação da beleza da alma, e contribui para uma compreensão da verdade espiritual. Os amantes e os filósofos todos são inspirados a dizer a verdade por eros, deus do amor. O trabalho mais antigo e famoso sobre o tema eros é o Simpósio de Platão, de que é uma discussão entre professores e estudantes de Sócrates sobre a natureza de eros. O termo erótico é derivado de eros.

Eros pode também ser definido como a atração para a perfeição ou integralidade, e é usado para descrever a satisfação entre o amante/amado e o humano/deus.

O feriado do dia de Eros comemora se em 22 de janeiro.

O Eros é contrastado frequentemente com termos gregos paralelos “philia” e “ágape,” significando, aproximadamente, amizade e afeto (ternura), respectivamente.

Eros e C.G. Jung[editar | editar código-fonte]

Carl Jung usou também o termo Eros para denotar o fundamento básico do psicologia feminina, disse: “A psicologia das mulheres é fundada principalmente em Eros, fortemente ligado ao desprendimento, visto que nas épocas antigas o principal atributo relacionado aos homens é Logos. O conceito do Eros podia ser expressado nas épocas moderna como uma ligação psíquica, e o Logos com o interesse objetivo.” (NO SENTIDO HORÁRIO Vol. X, P. 123, Pp. 255) O que aponta na sua teoria do sizígio do anima/animus da psique masculina e feminina. De acordo com Jung, os homens possuem o anima no seu inconsciente, que é uma caricatura do Eros feminino. Está separado do individualização pessoal para que os homens confrontem seu anima, aceitando o Eros (um traço eliminado pela sociedade falocrática (patriarcal)). Também intrínseco a isto é a habilidade de ver além do ego projetado e de assimilar isto em nosso ser consciente. Este é Eros, como “desejo para o perfeição,” que é necessário para nós nos sintonizemos com nossa personalidade. Compreendendo “o amor passional” e o “desejo pela perfeição” como “a ligação psíquica” Jung demonstra também que o desejo pelo amor é um desejo para a interconexão e a interação com outros seres conscientes ou sensíveis.

Eros e S. Freud[editar | editar código-fonte]

Sigmund Freud usou o termo Eros para definir libido ou o impulso vital como um dos instintos primários principais que determinam o comportamento humano, ao lado da morte. A energia psíquica de Eros é referido como libido. O instinto de vida é de auto-conservação das espécies e para a sobrevivência e reprodução do indivíduo. A palavra Eros inclui tudo, que visa o prazer (como o contato físico, alimentação, energia, movimento, alegria).

Ver também[editar | editar código-fonte]