Os Quatro Amores

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The Four Loves
Autor (es) C. S. Lewis
Idioma língua Inglesa
País Irlanda
Género filosofia
Editora Harvest Books
Lançamento 1960
ISBN 0156329301

Os Quatro Amores é o título da tradução para o português da obra de não ficção de C.S. Lewis, "The Four Loves" que explora a natureza do amor na perspectiva cristã. A explicação sumária do livro foi prefaciada pela admissão de Lewis que ele inicialmente se equivocou com as palavras de São Paulo "Deus é Amor" por uma simples usurpação deste tópico. Distinguindo a necessidade de amor (como o amor de uma criança para sua mãe) e o amor de do depreendido-amor (epitomizado aqui de Deus pela humanidade), Lewis explica das naturezas mais básicas do amor até as mais complicadas, que a principio, se parecem. Em consequência, ele formula a fundação para seu tópico (“o mais elevado não fica sem o mais baixo”) explorando a natureza do prazer, e divide então o amor em quatro categorias, baseadas nas quatro palavras gregas para o amor: afeição, amizade, eros, e caridade. Deve-se notar, indica Lewis, que apenas como Lúcifer — um antigo arcanjo — que se perverteu pelo orgulho e caiu na depravação, assim, amor demasiado geralmente é o arco-emoção para se tornar corrupto, presumindo-se ser o que não é (" amor começa a ser demoníaco no momento onde ele começa a ser um deus ").

Afeição[editar | editar código-fonte]

A afeição (fraternal, στοργη) é o afeto com a família, especialmente entre os membros da família ou pessoas que se encontraram de outra maneira por acaso. É descrita como a mais natural, emotiva, e difundida forma do amor: natural que existe sem a coerção; emotiva porque é o resultado do afeto devido à familiaridade; e difundido o mais extensamente porque da menos atenção aquelas duas características julgadas “valiosas” ou dignas do amor e, em consequência, pode transcender a maioria de fatores discriminadores. Ironicamente, sua força, entretanto, é o que a faz vulnerável. A afeição tem a aparência de estar “pré-fabricada” ou “pronta”, diz Lewis, e em consequência as pessoas esperaram, para exigir a mesma, sua presença—irrespectivo do seu comportamento e das suas consequências naturais.

Amizade[editar | editar código-fonte]

Amizade (philia, φιλια) é uma forte ligação entre pessoas que compartilham um interesse ou uma vida comum. Lewis explicitamente diz que a definição de amizade é mais estreita do que o mero Companheirismo: A amizade em seu sentido real existe somente se houver algo para que a amizade esteja “embasada”. Esta é a menos natural dos tipos de amores, citados por Lewis; isto é, não é biológica necessário ao progenitor (a) ter a afeição (por exemplo, educar uma criança), o eros (por exemplo, gerar uma criança), ou a caridade (por exemplo, satisfazer uma necessidade de uma criança).

Ele tem menos associação com impulso ou emoção. Apesar destas características, era a opinião dos antigos (do próprio Lewis, também) que ele é o mais admirável dos amores porque ele não olha ao amado (como o eros), mas ele olha em busca do “embasamento”--essa coisa por causa de que o relacionamento lhe deu forma. Isto livrou os participantes nesta amizade da auto-consciência. Porque estavam buscando por algo além ou acima disto, por mais que busquem essa coisa a eles foram dadas boas-vindas com a mesma sinceridade, que livrou o relacionamento da inveja. E embora o amor não possa ser biológica necessário, tem, Lewis discutido, o valor da civilização. A coisa além ou acima que pode ser de importância monumental à sociedade. Mas sem o benefício da amizade para enfraquecer a solidão de “ser a única pessoa que vê esta”, ou a ideia que duas cabeças são melhores que uma, muitos avanços na sociedade jamais puderam embarcar. O relacionamento é por sua natureza seletiva, e consequentemente, exclusivo. Esta característica não é prejudicial por si só, mas a idéia ou o objetivo para que os amigos se esforçam não necessitam ser altruísticos. As idéias inofensivas podem simplesmente ser a causa da pseudo-aristocracia que ignoram os gritos legitimidade daqueles fora de seu grupo; maléficos podem ser bem mais piores.

Eros[editar | editar código-fonte]

Eros (έρως) é o amor no sentido de “estar no amor”. Isto é distinto do sexualidade, que Lewis chama de Vênus, embora gaste o tempo que discute a atividade sexual e seu significado espiritual em um pagão e em um sentido Cristão. Identifica o eros como indiferente. Isto é bom porque promove a apreciação do amado não obstante todo o prazer que puder ser obtido dele. Pode ser mau, entretanto, porque esta devoção cega esteve na raiz de muitas das tragédias as mais abomináveis da história. De acordo com seu aviso que o “amor começa a ser demoníaco…”, adverte de encontro ao perigo da elevação do Eros ao status de um deus.

Caridade[editar | editar código-fonte]

Caridade (agapē, αγαπη) é um amor dirigido a um vizinho que não depende de nenhuma qualidades adoraveis que o objeto do amor possui. Lewis reconhece este como o maior dos amores, e vê-o como uma virtude especificamente Cristã. O capítulo focaliza a necessidade de subordinar os amores naturais ao amor de Deus, que está cheio do amor caridoso. Lewis indica que “está assim cheio, pelo fato, que transborda, e não pode ajudar-nos a amar.” Lewis compara metaforicamente o amor com um jardim, a caridade com os utensílios do jardineiro, o amante como o próprio jardineiro, e Deus como os elementos da natureza. O amor e a orientação de Deus agem em nosso amor natural (que não pode remanescer o que é por si) como o ato do sol e da chuva em um jardim: sem um ou outro, o objeto (metafórico do jardim; realisticamente o amor próprio) cessaria de ser bonito ou digno. Lewis adverte que aquele que exibe a caridade deve constantemente se auto observar para que não gabar-se—e desse modo urdidura—este amor (“mas quando você der a alguém, não dizer a sua mão esquerda o que sua mão direita está fazendo. ”--Mateus 6:3), que é sua ameaça potencial.

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]