Ex libris

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Ex libris consistente numa estampa colada geralmente no verso da capa de um livro antigo. Neste caso, imagem provavelmente faz alusão ao lugar de procedência do dono do exemplar (Ampúrias).

Ex libris (do latim ex libris meis) é a expressão que significa, literalmente, "dos livros de" ou "faz parte de meus livros", empregada para associar o livro a uma pessoa ou a uma biblioteca. Portanto, ex libris é um complemento circunstancial de origem (ex + caso ablativo) que indica que tal livro é "propriedade de" ou obra "da biblioteca de".

A inscrição pode estar inscrita numa vinheta colada em geral na contra capa ou página de rosto de um livro para indicar quem é seu proprietário. A vinheta em geral contém um logotipo, brasão ou desenho e a expressão "Ex libris" seguida do nome do proprietário. É possível que contenha um lema, ou citação.

Inscrições de propriedade em livros não eram comuns na Europa até ao século XIII, quando outras formas de biblioteconomia se tornaram comuns. No Brasil, o "ex-líbris" da Biblioteca Nacional foi criado em 1903 pelo artista Eliseu Visconti, responsável pela introdução do art-nouveau no país.

Quando a marca de propriedade de um livro é gravada na encadernação, recebe o nome de super libris.

Hoje em dia, existem associações de colecionadores de Ex libris.

Símbolo[editar | editar código-fonte]

O termo ex libris também é utilizado como representação simbólica de um lugar e, assim, diz-se que "a Torre Eiffel é o ex libris de Paris"[1]

Referências

  1. Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea

Ex-libris, como bem explicado, vem de ex+ ablativo. Por isto, quando se fala de "super", que rege o acusativo, super libros. Fonte: qualquer Gramática Latina

Ligações internas[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]