Ribeirinho

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Francisco Carlos Lopes Ribeiro, o Ribeirinho (Lisboa, 21 de Setembro de 1911 — Lisboa, 7 de Fevereiro de 1984) foi um actor e realizador português.

Ator, diretor de companhias teatrais, encenador e realizador português, de nome verdadeiro Francisco Carlos Lopes Ribeiro, era filho de Manuel Henrique Correia da Silva Ribeiro e de sua mulher Ester da Nazaré Lopes e irmão de António Lopes Ribeiro.

Casou com a atriz Maria Lalande, de quem teve uma filha, Maria Manuel Lalande Lopes Ribeiro.

Teatro[editar | editar código-fonte]

Estreando-se no teatro com o apoio de Chaby Pinheiro, trabalhou em várias companhias no país inteiro. Em 1935 dirigiu o seu primeiro espetáculo. Mais tarde, formou, juntamente com o seu irmão António Lopes Ribeiro, «Os Comediantes de Lisboa», onde reuniu as mais famosas figuras do teatro. Foi também o diretor da companhia «Teatro do Povo». Ligado à direção de artistas, preocupou-se principalmente em descobrir novos valores, ao mesmo tempo que se afirmava como encenador de muito mérito.

Foi o responsável pelo lançamento de nomes como os de Ruy de Carvalho, Armando Cortez, Canto e Castro, Manuela Maria e Francisco Nicholson. De entre as dezenas de peças que encenou, destaca-se pelo seu tremendo sucesso de público, O Impostor-Geral (1965) de Raul Solnado e Carlos Wallenstein, protagonizada pelo próprio Solnado, por Armando Cortez e Barroso Lopes.


Cinema[editar | editar código-fonte]

Trabalhou também no cinema: foi dirigido pelo irmão em A Revolução de maio (1937) e O Feitiço do Império (1940) e encarnou um inesquecível Chico Mega em O Pai Tirano (1941). Da sua filmografia, destacam-se ainda O Pátio das Cantigas (1942) que também realizou, A Menina da Rádio (1944), A Vizinha do Lado (1945), Três Espelhos (1947), O Grande Elias (1950), O Costa de África (1954), O Primo Basílio (1959), Aqui Há Fantasmas (1964) e O Diabo Desceu à Vila (1979).


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