Glicocálix

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O Glicocálix ou Glicocálice é uma matriz extracelular, uma camada externa à membrana, presente em células animais,[1] formada por glicolipídios, esfingolipídios, glicoproteínas e proteoglicanas. Protege a célula contra agressões físicas e químicas, retém nutrientes e enzimas e participa do reconhecimento intercelular, uma vez que diferentes células possuem diferentes glicocálix e diferentes glicídios.[1]

Possui dois tipos de constituintes:[1]

Suas principais funções são de proteção, barreira de difusão, enzimática, antigênica – só a porção constante – adesiva, inibição por contato (às vezes quando a célula é alterada ela perde essa função, então ela continua crescendo e depositando-se umas sobre as outras formando tumores) , reconhecimento celular e definição de um ambiente especial, com pH, força iônica e carga elétrica próprios.

O glicocálix pode atuar como proteção contra certos tipos de vírus. Esta se daria por repulsão eletrostática porque tanto alguns vírus quanto o ácido siálico ou N-acetil-neuramínico (presente em certos glicocálix) possuem carga negativa.[1]

A membrana plasmática é rica em moléculas proteicas e lipídicas contendo glicídios. Estas moléculas ricas em glicídeos constituem o glicocálice.

Referências

  1. a b c d Krukemberghe Fonse. Glicocálix (em português) R7. Brasil Escola. Página visitada em 30 de janeiro de 2013.
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