Heinrich Wilhelm Schott

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Percurso da expedição de 1817 a 1820

Heinrich Wilhelm Schott (Brno, 7 de Janeiro de 1794Schönbrunn, 5 de Março de 1865), por vezes referido na forma latinizada do nome como Henricus Guilielmus Schott, foi um botânico austríaco que ganhou renome como especialista da famílias das Araceae, sendo-lhe devida a descrição de vários género e espécies de aroideas, entre as quais se incluem algumas das mais conhecidos e economicamente mais importantes plantas daquela família. Fez parte da Expedição Austríaca ao Brasil (1817-1821).

Participou na expedição científica austríaca que visitou o Brasil nos anos de 1817 a 1821. Em 1828 foi nomeado director dos jardins do Palácio de Schönbrunn, nos arredores de Viena, passando a exercer as funções de jardineiro da corte dos Habsburgos. A partir de 1845, Schott dirigiu os jardins e a casa das feras do imperador austríaco, que transforma em 1852 no parque do Palácio de Schönbrunn, seguindo uma concepção à moda dos jardins ingleses da época. Introduziu em Viena diversas plantas brasileiras, as quais depois ganharam aceitação na Europa como plantas decorativas.

Schott também se dedicou ao estudo da flora dos Alpes instalando um jardim alpino no Palácio de Belvedere.

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • H. Riedl e Christa Riedl-Dorn, Heinrich Wilhelm Schott's botanical collections at the Vienna Natural History Museum, International Association for Plant Taxonomy, Utrecht, 1988 (ISBN/ISSN 0040-0262)

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