Ipomoea purpurea
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| Ipomoea purpurea L. |
Ipomoea purpurea, a Glória da Manhã, Corda-de-viola, é uma espécie do gênero Ipomoea, nativa do México e da América Central. Como todas glórias-da-manhã a planta se enlaça ao redor de estruturas com seus galhos. Crescendo a uma altura de 2 a 3 metros. As folhas tem forma de coração e os galhos tem pêlos marrons. As flores tem forma de trombeta, predominando o azul para púrpura ou branco, com 3 a 6 cm de diâmetro.[1]
As sementes triangulares tem histórico de uso como psicodélico; estas, como as de Ipomoea tricolor contêm ergina.[2] Os efeitos são relatados quase idênticos ao do LSD.[3] Há controvérsias quanto a ser esta espécie ou Rivea corymbosa a planta considerada mágico-medicinal conhecida na cultura asteca como ololiuhqui. [4]
Uma das utilizações medicinais dessa espécie são os preparados conhecidos como essência floral ou Florais de Bach, por ser uma proposição de Edward Bach (1886–1936), como veículos terapêuticos, nesse caso a indicação é a dependência de drogas e desorganização de hábitos.
Como essência floral a Ipoméia existe em vários sistemas, como no Sistema Floral de Minas, com o nome de "Ipomea", no Sistema Floral do Nordeste com o nome de "Água Azul", no Sistema Florais da Califórnia com o nome de "Morning Glory".[5]
[editar] Notas
- ↑ Germplasm Resources Information Network: Ipomoea purpurea
- ↑ Richard H. Uva, Joseph C. Neal and Joseph M. Ditomaso, Weeds of The Northeast, (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1997), Pp. 214-217
- ↑ Charles Savage, Willis W. Harman and James Fadiman, Ipomoea purpurea: A Naturally Occurring Psychedelic
- ↑ Richardson P. Mick. Flores alucinógenas, (SP, Nova Cultural, 1988), Pp.55-58
- ↑ Hallot, Ana Catarina. Ipoméia. Estudo floral, Rio Flor, RJ, Julho de 2009 Assoc dos Terap. Florais do Estado do Rio de Janeiro Jun. 2011