Margaret Sullavan

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Margaret Sullavan
Margaret Sullavan em 1940
Nome completo Margaret Brooke Sullavan Hancock
Nascimento 16 de maio de 1909
Norfolk, Virgínia
Nacionalidade Estados Unidos Norte-americana
Morte 1 de janeiro de 1960 (50 anos)
New Haven, Connecticut
Ocupação Atriz
Cônjuge Henry Fonda (1931-1932)
William Wyler (1934-1936)
Leland Hayward (1936-1947)
Kenneth Wagg (1950-1960)

Margaret Sullavan (Norfolk, Virgínia, 16 de maio de 1909 - New Haven, Connecticut, 1 de janeiro de 1960) foi uma atriz norte-americana, famosa pelos melodramas em que atuou.

Vida e carreira[editar | editar código-fonte]

Margaret descobriu a paixão pelo teatro em Cambridge, Massachusetts, onde participou de várias peças. Estreou na Broadway em 1931 com A Modern Virgin. Dois anos depois, contratada pela Universal Pictures, estrelou o melodrama de sucesso Nós e o Destino (Only Yesterday, 1933). Seu filme seguinte, o também melodramático Vale a Pena Viver? (Little Man, What Now?, 1934), confirmou sua capacidade de emocionar o público. Outros triunfos se seguiram, como Três Camaradas (Three Comrades, 1938), pelo qual recebeu sua única indicação ao Oscar, A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner, 1940), o terceiro de seus quatro trabalhos ao lado de James Stewart e Esquina do Pecado (Back Street, 1941), onde teve um de seus desempenhos mais aclamados.

Em 1931 casou-se com Henry Fonda, com quem trabalhara no teatro; o casamento durou poucos meses e terminou em divórcio. O segundo marido foi o diretor William Wyler, que a dirigiu em A Boa Fada (The Good Fairy, 1935). Esta união durou menos de dois anos e também terminou em divórcio. Em 1936, Margaret desposou o agente Leland Hayward, com quem teve três filhos. Onze anos depois estavam divorciados. Finalmente, em 1950, ela se casou pela última vez, agora com o homem de negócios Kenneth Wagg, com quem ficou até a morte.

De espírito rebelde, insegura e com fobia do estrelato, Margaret acabou fazendo uma carreira curta no cinema. Ela reiteradamente se recusava a rodar um filme atrás do outro, razão pela qual as películas em que trabalhou totalizam apenas dezesseis. Em meados da década de 1940, com o agravamento de uma persistente surdez, Margaret afastou-se do cinema. Ainda faria um filme em 1950, mas a essa altura ela já se dedicava de corpo e alma à sua grande paixão, o teatro. Entretanto, deprimida com as críticas negativas de seu último espetáculo, ingeriu uma dose excessiva de barbitúricos, no dia de Ano Novo. Em coma profundo, faleceu a caminho do hospital. Acidente ou suicídio? Segundo o laudo oficial, a morte foi por acidente, mas essa conclusão é contestada por muitos. A atriz contava com apenas quarenta e oito anos de idade.[1] Encontra-se sepultada no Saint Mary's Whitechapel Episcopal Churchyard, Condado de Lancaster, Virgínia nos Estados Unidos.[2]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Todos os títulos em português referem-se a exibições no Brasil.[1]

Referências

  1. a b UNONIUS, Kristian Erik, Margareth Sullavan, in MATINÊ 39, Ribeirão Preto, SP: Divino Rodrigues da Silva, 2006, sem periodicidade fixa
  2. Margaret Sullavan (em inglês) no Find a Grave.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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