Max Beckmann

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Max Beckmann (12 de fevereiro de 1884 em Leipzig - 28 de dezembro de 1950 em Nova Iorque) foi um pintor expressionista alemão e artista gráfico cujas obras transmitem uma visão pessimista da sociedade.

História[editar | editar código-fonte]

Max Beckmann nasceu na Alemanha, em Leipzig, em 1884 e estudou na Academia de Belas Artes de Weimar. Suas primeiras obras são de estilo impressionista. A sua dramática experiência como ajudante no corpo médico durante na 1ª Guerra Mundial, levou-o a pintar obras enérgicas e de grande dramatismo, caracterizadas por contornos muito marcados, colorido forte e violência implacável. Tal como as obras do movimento Nova Objetividade (do alemão Neue Sachlichkeit), os seus quadros expressavam uma crítica social à Alemanha do pós-guerra. Na década de 1930, Beckmann refletiu a sua consternação pela ascensão do nacional-socialismo em nove trípticos, que são gigantescas alegorias figurativas com cores estridentes, como A Partida (1932-1933 Museu de Arte Moderna, Nova Iorque). Beckmann pintou esta obra imediatamente depois que os nazistas o destituiram do cargo de professor de arte na Escola de Arte Städel, de Frankfurt, por ser considerado artista degenerado. Em 1937 emigrou para Amsterdã ao saber que a sua obra seria exposta como arte degenerada numa exposição nazista. Em 1947 mudou-se para os Estados Unidos. Entre 1947 e 1949, foi professor na Universidade Washington de Saint Louis (Missouri), lugar que abandonou para ir para Nova Iorque, onde morreu no ano seguinte.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]