Max Horkheimer

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Max Horkheimer
Max Horkheimer
Max Horkheimer (na frente à esquerda), Theodor Adorno (frente à direita) e Jürgen Habermas ao fundo à direita em 1965 na cidade de Heidelberg]
Nascimento 14 de Fevereiro de 1895
Stuttgart, Alemanha
Falecimento 7 de Julho de 1973
Nuremberg, Alemanha
Nacionalidade Alemão
Ocupação Filósofo, sociólogo
Escola/tradição Marxismo, Filosofia continental, Teoria crítica (considerado fundador)
Principais interesses Estudos culturais, Ciência, Epistemologia, Matemática
Idéias notáveis Razão instrumental, Indústria cultural
Influências Schopenhauer, Weber, Marx, Kant, Adorno
Influenciados Althussser, Bourdieu, Arnauld, Adorno

Max Horkheimer (Estugarda, 14 de fevereiro de 1895Nuremberga, 7 de julho de 1973) foi um filósofo e sociólogo alemão.

Como grande parte dos intelectuais da Escola de Frankfurt, era judeu de origem, filho de um industrial - Moses Horkheimer -, e ele próprio estava destinado a dar continuidade aos negócios paternos. Por intermédio de seu amigo Friedrich Pollock, Horkheimer associou-se em 1923 à criação do Instituto para a Pesquisa Social, do qual foi diretor, em 1931 sucedendo o historiador austríaco Carl Grünberg.

Teve como importante fonte de inspiração o filósofo alemão Schopenhauer de quem tinha um retrato no escritório. Aproximou-se "obliquamente" do marxismo no final dos anos 30, mas segundo testemunhos da época raramente citava os nomes de Marx ou de Lukács em discussões (Rolf Wiggershaus, A Escola de Frankfurt, ed. Difeel, 2002, p. 84). Apenas com a emergência do nazismo, Horkheimer se aproxima de fato de uma perspectiva crítica e revolucionária que o fará escrever, já diretor do Instituto para Pesquisas Sociais, o ensaio-manifesto, Teoria Tradicional e Teoria Crítica (1937).

Suas formulações, sobretudo aquelas acerca da Razão Instrumental, junto com as teorias de Adorno e Marcuse compõem o núcleo fundamental daquilo que se conhece como Escola de Frankfurt.


[editar] Obras

  • Materialismo e Moral - neste trecho do ensaio de 1933, Horkheimer, fala da necessidade de reunificar ética e política, sentimentos morais e transformação social.
  • Teoria Tradicional e Teoria Crítica - neste texto, de 1937, Horkheimer mostra a indivisão entre a teoria conceitual e práxis social. A teoria Crítica reunifica razão pensamento dualista que separa sujeito e objeto de conhecimento.
  • Eclipse da Razão - Neste livro de 1955 Horkheimer faz uma diagnóstico da forma de pensar ocidental e suas limitações em face da barbárie da segunda guerra. Aqui aparece de forma filosófica pela primeira vez, a crítica da razão instrumental que o tornou um filósofo conhecido.
  • Teoria Crítica Ontem e Hoje - Horkheimer apresenta nesse texto de 1970 as características de sua Teoria Crítica: filosofia e religião, teologia e revolução devem ser coadjuvantes.


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