Prado Velho
| Prado Velho | |
|---|---|
| Subprefeitura | Matriz |
| Área | 2,43 km² |
| População | 7.084 hab. |
| Densidade | 29,15 hab/km² |
| Bairros Limítrofes | Guabirotuba, Hauer, Jardim Botânico, Parolin e Rebouças. |
| Principais Vias | Avenida Senador Salgado Filho Avenida Marechal Floriano Peixoto Avenida Comendador Franco (Avenida das Torres) Rua João Negrão Rua Conselheiro Laurindo Rua Guabirotuba Rua Comendador Roseira Rua Iapó Rua Conselheiro Dantas Rua Francisco Nunes Rua Jóquei Clube Rodovia Régis Bittencourt |
| Pontos de referência | PUC Paraná Tribunal Regional Eleitoral do Paraná Hospital Psiquiátrico Nossa Senhora da Luz Teatro Paiol |
Prado Velho é um bairro da cidade brasileira de Curitiba, Paraná. Bairro em que se localiza a Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e uma grande favela chamada Vila Torres. Fica na região centro-leste da capital.
[editar] História
[carece de fontes] A palavra prado vem do latim pratum e significa lugar plano, campina ou planície. É daí que vem o nome do bairro. Ele está ligado ao antigo hipódromo de Curitiba que, na época, era conhecido como Prado Curitibano, já que os antigos e alguns, ainda hoje, utilizam tal palavra para designar o local onde ocorrem as corridas de cavalos. Um dos lugares mais chiques da cidade, o Prado Curitibano localizava-se na região onde hoje está a Pontifícia Universidade Católica do Paraná(PUC). Como em 10 de dezembro de 1955 foi inaugurado o Hipódromo do Tarumã e as atividades turísticas da cidade se mudaram para outro bairro, a região antes denominada “Prado” acabou se transformando no “Prado Velho” já que o “Prado Novo” estava no Tarumã. Da força da linguística e do hábito popular, acabou surgindo o termo que atualmente qualifica o bairro, oficializado no Decreto 774/75 que traz a atual divisão administrativa da cidade de Curitiba.
[editar] Curiosidade
No bairro do Prado Velho está a emissora de rádio mais antiga do Paraná, a Rádio Clube Paranaense. Além disso ela foi a primeira emissora do estado a emitir sinal exclusivo via satélite. Quem um dia visitar a rua Felipe Camarão verá que as lixeiras dos seus moradores mais parecem obras de arte. O trabalho foi feito por um morador da rua.[carece de fontes]