Shangri-La
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Nota: Para outros significados, veja Xangri-lá.
Shangri-la, da criação literária de 1925 do inglês James Hilton, Lost Horizon (Horizonte Perdido), é descrito como um lugar paradisíaco situado nas montanhas do Himalaia, sede de panoramas maravilhosos e onde o tempo parece deter-se em ambiente de felicidade e saúde, com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências. Shangri-la será sentido pelos visitantes ou como a promessa de um mundo novo possível, no qual alguns escolhem morar, ou como um lugar assustador e opressivo, do qual outros resolvem fugir. O romance inspira duas versões cinematográficas nas décadas seguintes.
No mundo ocidental, Shangri-la é entendido como um paraíso terrestre oculto.[1]
[editar] Notas
- ↑ Keown, Damien.Oxford Dictionary of Buddhism. Nova Iorque, Oxford University Press, 2003, p.257 ISBN 0-19-860560-9
[editar] Bibliografia
- Keown, Damien.Oxford Dictionary of Buddhism. Nova Iorque, Oxford University Press, 2003. ISBN 0-19-860560-9
- Nhât Hanh, Thích. Opening the heart of the Cosmos. Insights on The Lotus Sūtra. Califórnia, Parallax Press, 2003.
- Tomas, Andrew.Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979.
[editar] Ver também
- Liisa Berg. Shangri-la[1]
- Lost Horizon, de James Hilton – quadrinização em inglês e filipino (1977) da coleção “National Classic Comics” - da National Book Store, Inc. – Manila, Filipinas[2]; Arte: Alfred C. Manuel.
- Hilton, James.Horizonte Perdido. Trad. Francisco Machado Vila e Leonel Vallandro. São Paulo, Abril Cultural, 1980.