Terri Schiavo

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Theresa Marie Schindler-Schiavo (Filadélfia, 3 de dezembro de 1963Pinellas Park, 31 de março de 2005) foi uma mulher de São Petersburgo (Flórida) que esteve no centro do movimento do direito a morrer nos Estados Unidos, tornando-se assim um ícone da questão da eutanásia no início do século XXI.

Schiavo sofreu, aos 27 anos de idade, em 25 de fevereiro de 1990, um ataque cardíaco, que resultou em falta de oxigenação do cérebro, e, como consequência, uma severa lesão cerebral irreversível que a deixou em estado vegetativo persistente. O ataque cardíaco, por sua vez, é decorrente de anos de anorexia e bulimia. O marido dela, Michael Schiavo, disse que ela não queria ser mantida viva com o tubo de alimentação.

No 18 de março de 2005, o tubo foi removido, após longos testes que comprovaram não somente a ausência de consciência em Terri Schiavo, mas também uma severa atrofia cerebral. No dia 19, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei permitindo aos pais de Terri Schiavo abrir o caso no tribunal federal. Após negações da Corte de Apelações do 11º circuito em Atlanta, Geórgia, e da Suprema Corte americana, os pais desistiram.

Terri Schiavo morreu em 31 de março de 2005, quatorze dias após a remoção do tubo de alimentação.

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