Três Macacos Sábios

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Kikazaru (o que tapa os ouvidos), iwazaru (o que tapa a boca) e mizaru (o que cobre os olhos).

Os Três Macacos Sábios (em japonês: 三猿, sanzaru/san’en ou 三匹の猿, sanbiki no saru) ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikko, Japão. Sua origem é baseada em um trocadilho japonês. Seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. A palavra saru, em japonês, significa macaco, e tem o mesmo som da terminação verbal zaru, que está ligado à negação.[1]

Origem[editar | editar código-fonte]

O folclore japonês diz que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês, no século XVIII. Apesar disso, não há comprovação dessa suposição.

Pequenas estátuas dos macacos sábios de Nikko.

Provérbio[editar | editar código-fonte]

Mizaru Kikazaru Iwazaru - que literalmente significa: miru=olhar, kiku=ouvir, iu=falar e zaru=negar. É uma forma de lembrar que, se os homens não olhassem, não ouvissem e não falassem o mal alheio, teríamos comunidades pacíficas com paz e harmonia.

Referências

  1. Leonardo Fraga Teixeira. A história dos três macacos sábios. Tem preguiça não. Página visitada em 20 de julho de 2012.
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