Vasto

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Vasto
[[Imagem:
Marina de Vasto
|250 px|none|]]
Brasão de armas de Vasto
Brasão de armas
Localização de Vasto
País  Itália
Região Flag of Abruzzo.svg Abruzos
Província Chieti
Área
 - Total 70 km²
População
 - Total 35,116
    • Densidade 502/km2 
Código Postal 66054
Código ISTAT 069099
Comunas limítrofes Casalbordino, Cupello, Monteodorisio, Pollutri, San Salvo
Prefixo telefônico 0873
Fiscal E372
Orago padroeiro São Miguel Arcanjo
Sítio http://www.comune.vasto.ch.it

Vasto (Em grego: Ἱστόνιον; Latim: Histonium, Istonium, ou Histonios; anteriormente conhecida como Guastaymonis, Il Vasto, ou Il Vasto d'Ammoneé) é uma comuna italiana da região dos Abruzos, província de Chieti, com cerca de 35.116 habitantes. Estende-se por uma área de 70 km², tendo uma densidade populacional de 502 hab/km². Faz fronteira com Casalbordino, Cupello, Monteodorisio, Pollutri, San Salvo.[1] [2] [3]

Está localizada às margens do Mar Adriático, na costa leste italiana.

História[editar | editar código-fonte]

Segundo a tradição local a cidade teria sido fundada pelo herói grego Diomedes, rei da Etólia, que ali se teria auto-exilado finda a guerra de Troia.[1] [2] [3] Escavações arqueológicas na região encontraram artefatos que evidenciam a presença humana desde pelo menos 1300 A.C.

Chamada Histonium na antigüidade, constituía importante centro comercial e portuário da tribo dos Frantanianos, sendo posteriormente conquistada pelo Império Romano. Apesar de nunca ter atingido o status de colônia, permanecendo apenas como municipium, trabalhos arquelógicos no local revelam ter se tratado de uma rica e opulenta cidade, tendo sido encontrados vestígios de banhos, teatros e outros prédios públicos, além de mosaicos, colunas e estátuas de granito e mármore.

Dentre as numerosas inscrições encontradas no local, uma das mais curiosas é a que registra o episódio em que um rapaz de apenas 30 anos, L. Valerius Pudens, vencedor de um prestigioso um concurso de poesia ocorrido no templo de Jupiter Capitolino, em Roma.

O nome Histonium é também encontrado em itinerários de embarcações do século IV, e muito provavelmente nunca cessou de existir navegação nesta região, a despeito de sucessivas devastações impingidas por Godos, Lombardos, Francos e posteriormente árabes à comuna.

Historiadores discutem se, quando o grego Estrabão faz referência a uma certa Ortonium, terra de piratas da pior espécie, ferozes e brutais, estaria referindo-se a Histonium, atual Vasto, ou a Ortona, também em Chietti. O fato é que com a queda do Império Romano do Ocidente, a cidade caiu sob domínio lombardo, sendo posteriormente tomada pelos francos. Em 1076 Histonium foi rebatizada Guastaymonis em homenagem ao militar francês Guasto d’Aymone de Dordona, que depois da conquista e da devastação da cidade sob o seu exército, a fez reconstruir. Seu nome gradualmente chegou a Vasto d'Ammone, continuando a sofrer variações até atingir sua forma atual, Vasto.

No século XV a cidade teve sua estrutura urbana transformada pelo condottiero Giacomo Caldora, então senhor da cidade. A família Caldora é responsável pela construção de diversas obras ainda presentes na cidade, como suas muralhas, a Torre Bassano, a Piazza Rossetti, a Torre Diomede in Vico Storto del Passero, a Torre Diamante, a Piazza Verdi e a Porta Catena, além do Castello Caldoresco e seus primeiros postos defensivos.

Sob domínio espanhol, presente em todo sul da Itália, Vasto tornou-se feudo dos Marqueses de Avalos (vide Fernando de Ávalos, Afonso de Avalos), atingindo seu apogeu sob a administração de Cesare Michelangelo.[1] [2] [3]

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Além do intenso crescimento industrial e comercial observado no pós-guerra, nas últimas décadas a cidade de Vasto tem investido fortemente no setor turístico, amparado em suas belas praias, às margens do Adriático, e em seu milenar história.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Referências