Afonso Félix de Sousa

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Afonso Félix de Sousa
Nascimento 5 de julho de 1925
Jaraguá
Morte 7 de setembro de 2002 (77 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Cônjuge Astrid Cabral
Ocupação Poeta, cronista, jornalista e tradutor

Afonso Félix de Sousa (Jaraguá, 5 de julho de 1925 - Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2002) foi um poeta, cronista, jornalista e tradutor brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Aos nove anos se mudou para Pires do Rio (GO), onde seu pai foi exercer o cargo de agente fiscal de rendas estaduais.

Em 1942 publicou os primeiros poemas no jornal Voz Juvenil do Ginásio Anchieta, da cidade de Silvânia, onde estudava. No ano seguinte, mudou-se para Goiânia, onde iniciou sua atividade literária, colaborando em jornais como O Popular e a Folha de Goiaz e na revista Oeste.

Em 1944 matriculou-se no curso de Comércio e Contabilidade do Ateneu Dom Bosco e ingressou, por concurso, no quadro de funcionários do Banco do Brasil. Com outros escritores goianos fundou, em 1946, a Associação Brasileira de Escritores — Seção de Goiás. Um ano depois, transferido para a Direção Geral do Banco do Brasil, mudou-se para o Rio de Janeiro.

Foi contemplado, em 1953, com bolsa de estudos para um curso de especialização em Economia na École Pratique des Hautes Études, da Sorbonne, em Paris. Dois anos depois, terminado o curso, retornou ao Brasil.

Em 1959, casou-se com a poetisa Astrid Cabral, com quem teria cinco filhos.

Mudou-se para Brasília em 1962.

Designado, em 1970, pelo Ministério das Relações Exteriores e pelo Banco do Brasil, serviu como assistente de promoção comercial na Embaixada Brasileira em Beirute por dois anos e meio, regressando ao fim da missão para o Rio de Janeiro.

Em 1975, aposentou-se no Banco do Brasil, onde trabalhou por muitos anos nos setores de câmbio e comércio exterior. Passou a residir em Chicago a partir de 1986.

A estréia em livro foi com O túnel, coletânea de poemas editada pela revista Orfeu, em 1948.

Em 1991, foi agraciado com o Diploma de Mérito de Goianidade, da Associação Goiana de Imprensa.

Em 1999, teve a sua obra "Íntima Parábola" incluída por um seleto júri escolhido pelo jornal "O Popular", de Goiânia, entre os 20 livros mais importantes do século XX em Goiás.[carece de fontes?] Não seria injusto afirmar ser Afonso Felix de Sousa uma das maiores vozes poéticas do país.

Atividades profissionais[editar | editar código-fonte]

Atividades literárias[editar | editar código-fonte]

Livros publicados[editar | editar código-fonte]

  • O túnel, 1948;
  • Do sonho e da esfinge, 1950;
  • O amoroso e a terra, 1953;
  • O memorial do errante, 1956;
  • Íntima parábola, 1960;
  • Caminhos de Belém, 1962;
  • Do ouro ao urânio, 1969;
  • Pretérito imperfeito, 1976;
  • Chão básico & itinerário leste, 1978;
  • Antologia poética, 1979;
  • As engrenagens do belo (Coroa de sonetos), 1981;
  • Rio das almas, 1984;
  • Quiquagésima hora & horas anteriores, 1987;
  • À beira do teu corpo, 1990;
  • Nova antologia poética, 1991;
  • Chamados e escolhidos, 2001.

Traduções[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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