Alfredo Cortês

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Alfredo Cortez ( Alfredo Ferreira Cortez
Nascimento 29 de Julho de 1880
Estremoz
Morte 7 de abril de 1946 (65 anos)
Oliveira de Azeméis
Nacionalidade Portugal portuguesa
Cônjuge D. Dulce Maria de Carvalho Lopes Godinho
Ocupação dramaturgo e magistrado

Alfredo Cortez (Estremoz, 29 de Julho de 1880 - Oliveira de Azeméis, 7 de Abril de 1946) foi um dramaturgo e magistrado português.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Alfredo Ferreira Cortês (também grafado Cortez) licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra no ano de 1905, seguindo a carreira da magistratura. Nos anos de 1929 e 1930 exerceu o cargo de juiz de investigação criminal em Angola. Fixou-se depois em Lisboa.

Estreou-se nas lides teatrais em 1921, provocando sensação com a peça Zilda, representada no Teatro Nacional D. Maria II por Amélia Rey Colaço. Seguiu-se igual êxito com a peça O Lodo, em 1923. Entre aqueles anos e 1944, situa-se a sua mais significativa produção literária, incluindo onze títulos publicados que foram, também, outros tantos sucessos de crítica e bilheteira, quando não de censura e escândalo. Para o cinema, foi autor do argumento e dos diálogos do filme de Leitão de Barros, Ala-Arriba!, de 1942. Pelas suas qualidades cénicas e literárias conquistou um lugar cimeiro entre os autores teatrais do seu tempo. A sua obra, considerada de expressão rigorosa e linear, revela um perfeito domínio da técnica teatral, posta ao serviço de uma análise impiedosa aos costumes da sociedade portuguesa contemporânea.

Algumas obras publicadas[editar | editar código-fonte]

Peças teatrais[editar | editar código-fonte]

  • 1921 - Zilda
  • 1923 - O Lodo
  • 1934 - Gladiadores
  • 1936 - Tá-Mar
  • 1938 - Saias
  • 1938 - Bâton

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Portugal Século XX - Portugueses Célebres, Lisboa: Círculo de Leitores, 2003, página 96
  • O Grande Livro dos Portugueses ISBN 972-42-0143-0