Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração

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Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM)
Tipo Empresa de capital fechado
Indústria Mineração e metalurgia
Gênero Privada
Fundação 1955
Sede Araxá, Minas Gerais, Brasil
Área(s) servida(s) Mundo
Proprietário(s) Grupo Moreira Salles (70%)
Investidores chineses (15%)
Consórcio japonês-sul-coreano (15%)
Empregados Aprox. 1 800
Produtos Exploração e comércio de produtos de nióbio
Certificação ISO 9001
ISO 14001
Subsidiárias CBMM North America
CBMM Europe
CBMM Asia
CBMM Technology Suisse
Lucro Aumento R$ 1,454 bilhão (2012)[1]
Website oficial www.cbmm.com.br

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) é uma empresa privada brasileira de mineração, com sede em Araxá, no estado de Minas Gerais, que tem como foco a exploração de nióbio. Fundada em 1955, a empresa é controlada desde 1965 pela família Moreira Salles, ex-proprietários do antigo conglomerado Unibanco, e desde 2011 tem participação acionária também de investidores chineses (15%) e de um consórcio de empresas japonesas e sul-coreanas (15%).[2]

A CBMM é responsável por mais de 80% da produção mundial de nióbio, extraído da sua mina de pirocloro (minério de nióbio) em Araxá. Como é de praxe no mercado do nióbio, a empresa não vende o minério bruto, apenas beneficiado na forma de ferronióbio, de ligas especiais para utilização a vácuo, de óxidos de nióbio e do metal puro. O beneficiamento é todo feito nas instalações da empresa, localizadas junto à mina.[3]

Segundo dados de 2016, a CBMM produz 90.000 toneladas métricas anuais de equivalente em ferronióbio, quantidade essa que está prevista para ser aumentada para 150.000 toneladas.[4] A jazida de Araxá contém minério suficiente para atender à demanda do mercado por pelo menos mais 200 anos às taxas atuais de consumo.[1] A CBMM foi a primeira empresa de mineração e metalurgia no mundo a obter a certificação ISO 14001.[5]

Os produtos de nióbio da CBMM são vendidos para mais de 50 países.[5] A companhia tem um escritório de vendas em São Paulo, um centro de comunicações corporativas em Belo Horizonte, subsidiárias de vendas na região de Pittsburgh (principal centro da siderurgia norte-americana), Amsterdã e Singapura, e distribuidores em Moscou, Mumbai, Pequim e Tóquio.[6] A CBMM também tem uma subsidiária de tecnologia em Genebra, a CBMM Technology Suisse.[7]

Controle acionário[editar | editar código-fonte]

O grupo Moreira Salles é o acionista majoritário da CBMM desde 1965.[5]

Hoje a participação do grupo Moreira Salles é de 70%, a participação de um consórcio japonês-sul-coreano é de 15%​ e a participação de um grupo de empresas chinesas é de 15%.[5]

A Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) recebe 25% do lucro líquido de toda a operação com o nióbio, incluindo 25% do lucro líquido das subsidiárias na Suíça, nos Estados Unidos, nos Países Baixos e em Singapura.[5]

Referências

  1. a b Alvarenga, Darlan (9 de abril de 2013). «'Monopólio' brasileiro do nióbio gera cobiça mundial, controvérsia e mitos». G1. Globo. Consultado em 12 de abril de 2016 
  2. «Timeline». Consultado em 24 de maio de 2016 
  3. «Mina». Consultado em 24 de maio de 2016 
  4. «Produção». Consultado em 24 de maio de 2016 
  5. a b c d e «Sobre a CBMM». Consultado em 24 de maio de 2016 
  6. «Onde Estamos». Consultado em 23 de maio de 2016 
  7. «CBMM Technology Suisse». Consultado em 24 de maio de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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