Cronologia do 11.º milênio a.C. e anteriores

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Esta cronologia do décimo primeiro milênio a.C. e anteriores mostra eventos anteriores ao ano 10.000 a.C..

650 mil anos atrás-100 mil anos atrás[editar | editar código-fonte]

Um diorama mostrando dois Homo erectus, a espécie humana mais antiga conhecida por ter controlado o fogo, de dentro do Museu Nacional de História Mongol em Ulaanbaatar, Mongólia.
  • 300 mil anos atrás – evidência de uma cerimônia de enterro. Num sítio arqueológico na serra de Atapuerca na Espanha, foram encontrados ossos de 32 indivíduos no buraco de uma caverna.[4]

100.000 a.C.- 30.000 a.C.[editar | editar código-fonte]

Crânio de uma mulher Cro-Magnon.
  • c. 100.000 a.C. – O mais antigo ritual de enterro de seres modernos é considerado como originário de Qafzeh em Israel. Há duas cerimônias do que se supõe serem uma mãe e uma criança. Os ossos foram manchados com ocre vermelho.[5][6]
  • c. 100.000 a. C. – Aumento do uso do ocre vermelho em vários sítios arqueológicos da Idade da Pedra. O ocre vermelho é considerado de grande importância nos rituais.
  • c. 75 mil a.C.: a população humana deixou de crescer, muito provavelmente devido à catástrofe de Toba, uma explosão vulcânica, que, segundo alguns cientistas, fez a população descer para 10 mil.
  • c. 50.000 a.C. – Humanos evoluem em gestos associados com o comportamento humano moderno, que abrangem habilidades como a linguagem, o pensamento abstrato, simbolismo e religião.[6]
  • c. 33.000 a.C. - um dos primeiros ossos humanos modernos, datado de 35 mil anos de idade, foi encontrado na Rússia, em Kostenki, nas margens do rio Don.[13]
  • c. 30.000 a.C – O mais recente registro da cerimônia de enterro de um xamã (pajé ou sacerdote).[14]

30.000 a.C.- 10.000 a.C.[editar | editar código-fonte]

  • c. 15.300 a.C. - Presença humana na Lapa Vermelha, Lagoa Santa, MG.
  • c. 15.000 a.C – Europa: Período Magdaleniano[15]
  • c. 15.000 a.C – Europa: Pinturas de Altamira[16]
  • c. 15.000 a.C – Europa: Pinturas rupestres de Lascaux[17]
  • c. 14.000 a.C. - Bisão, no teto de uma caverna no sítio arqueológico de Altamira, Espanha, é pintado. Descoberto em 1879 e aceito como autêntico em 1902.
  • c. 12.000 a.C. - Período em que se inicia a era da pedra polida, ou período neolítico, compreendido aproximadamente entre 12000 a.C. e 4000 a.C.
  • c. 12.000 a.C. - Primeira fase de construção do complexo de templos em Göbekli Tepe, na atual Turquia.[18]
  • c. 11.500 a.C. - vasos de cerâmica no (Japão).
  • c. 11.000 a.C. - Primeira prova de assentamentos humanos na Argentina.
  • c. 11.000 a.C. - Restos mortais depositados nas cavernas que estão agora situadas ao largo da costa de Yucatán.
  • c. 11.000 a.C. - Pontas de lança encontradas na caverna de Fort Rock, Oregon, EUA.

Referências

  1. McMillan, A.A., 2005, A provisional Quaternary and Neogene lithostratigraphic framework Great Britain, Netherland Journal of Geosciences. vol. 84, no. 2, pp, 87-107.
  2. Walker, M., 2005, Quaternary Dating Methods, John Wiley & Son, Chichester, United Kingdom. ISBN 0-470-86927-5
  3. «Períodos de glaciação da Terra». In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2012. Consultado em 9 de agosto de 2012 
  4. a b When Burial Begins
  5. «Museum of Natural History article on human human evolution». Consultado em 20 de julho de 2017. Arquivado do original em 17 de abril de 2008 
  6. a b «The beginning of religion at the beginning of the neolithic» (PDF). Consultado em 20 de julho de 2017. Arquivado do original (PDF) em 10 de setembro de 2008 
  7. Vogt, Yngve; Alan Louis Belardinelli (translation) (30 de novembro de 2006). «World's oldest ritual discovered. Worshipped the python 70,000 years ago». Apollon. Universidade de Oslo. Consultado em 17 de maio de 2009. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2012 
  8. Institucional. «Homem de Cro-Magnon». Britannica Escola. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de maio de 2018 
  9. «Povoamento da Austrália é mais recente que se pensava». Folha de S.Paulo. 19 de fevereiro de 2003. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de maio de 2018 
  10. Brown, David (25 de março de 2010), «DNA from bone shows new human forerunner, and raises array of questions», Washington Post 
  11. Teresa Serafim (11 de outubro de 2017). «Os neandertais têm uma nova história (romântica) para contar e nós também entramos». Público. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de maio de 2018 
  12. P.Mellars, Archeology and the Dispersal of Modern Humans in Europe: Deconstructing the Aurignacian, Evolutionary Anthropology, vol. 15 (2006), pp. 167–182.
  13. Higham, T.; et al. (janeiro de 2006). «Revised direct radiocarbon dating of the Vindija G1 Upper Paleolithic Neanderthals» (Free full text). Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America. 103 (3): 553–557. Bibcode:2006PNAS..103..553H. ISSN 0027-8424. PMC 1334669Acessível livremente. PMID 16407102. doi:10.1073/pnas.0510005103 
  14. Tedlock, Barbara. 2005. The Woman in the Shaman's Body: Reclaiming the Feminine in Religion and Medicine. New York: Bantam.
  15. Josep Maria Fullola Pericot (2002). El paleolítico superior en la Península (paisaje 2). [S.l.]: Planeta. ISBN 84-08-46576-7. In: García de Cortazar y Ruiz de Aguirre, Fernando (Director). Nueva Historia de España. La Historia en su lugar. Tomo 1: Los albores de la Historia (desde los orígenes hasta el siglo III a. C.) 
  16. Ministerio de Cultura. «La cueva de Altamira. Cronologia». Museo de la Cueva de Altamira. Consultado em 18 de abril de 2012 
  17. Laurent Banguet (22 de julho de 2011). «Gruta de Lascaux: uma velha dama frágil sob estrita vigilância». Veja. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de maio de 2018 
  18. Curry, Andrew (novembro 2008). «Gobekli Tepe: The World's First Temple?». Smithsonian.com (em inglês). Smithsonian Institution. Consultado em 14 de março de 2009