Discussão:Eleição presidencial na Venezuela em 2018

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Infocaixa[editar código-fonte]

Olá. A infocaixa desse artigo não indica quantos % da população participou da eleição. Abri um tópico a respeito disto em Predefinição Discussão:Info/Eleição presidencial#Abstenções. Por favor, comentem lá.--Mister Sanderson (discussão) 01h50min de 25 de maio de 2018 (UTC)

Usar jornais brasileiros e estadunidenses pra referenciar esse artigo não é um caso evidente de conflito de interesses?[editar código-fonte]

No caso em que as referências são usadas pra questionar a legitimidade da eleição. Eu acho que tais acusações vindas de estrangeiros desrespeitam a autodeterminação dos povos e isso sim é ilegítimo. O que vocês acham? --Rbertoche (discussão) 22h32min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)

Jornais são Fontes confiáveis, que servem para referenciar o que é postado pelos usuários; não cabe ao projeto determinar sua parcialidade ou não. Qual seria o Conflito de interesse? Algum jornalista que publicou as matérias sobre o caso editou o artigo? Vários jornais publicaram matérias contrárias ao processo eleitoral no Brasil ocorrido no ano passado, isto interferiu na autodeterminação brasileira? Claro que não. Não existe nada de ilegítimo no uso de fontes confiáveis em artigos do projeto. Fabiano msg 22h45min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)
Ué, no Brasil já houve impeachment de presidente sem nenhum crime por pura pressão da mídia, não é verdade? No caso não precisou vir de outro país, né. Eu acho que o conflito de interesses fica claro quando um jornal afirma por exemplo que uma ou outra promessa de campanha comum em qualquer pleito - construir casas ou outras políticas de auxílio social, por exemplo - é compra de votos. Isso é uma afirmação puramente parcial, não é? Pelo que eu vejo, é um caso claro de intenção de modificar a realidade pra defender os próprios interesses. Eu tô procurando ainda uma dessas referências aí que realmente corrobore que houve compra de votos na venezuela e ainda não achei, tudo que eu vi parece boato canonizado aqui na wikipedia por editores desatentos. Enquanto a suposta compra de votos for promessas de redução de preço de combustível, construção de casa ou criação de vagas de programas sociais, pra mim é desinformação.--Rbertoche (discussão) 23h14min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)
Uma coisa que evidencia essa posição parcial dos jornais é o fato de que na maioria deles a única citação à falas de maduro contém apenas afirmações genéricas, como "dando y dando".--Rbertoche (discussão) 23h16min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)
Que? Argumento sem pé nem cabeça. Como bem disse o GRS73, jornais nacionais e internacionais de grande circulação são fontes fiáveis e, portanto, podem ser usados como referências neste verbete. Chronus (discussão) 23h16min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)
Poxa, se você achou sem pé nem cabeça deve ter lido de cabeça quente. Vou resumir de forma bem sucinta e sem margem a erros: Caluniar com imputação de crime o presidente eleito do outro país com má fé ao associar promessas de campanha que podem ser questionáveis mas claramente não são crimes me parece um bom motivo pra tirar um meio de comunicação do status de fonte crível. Muitas pessoas vivas descritas aqui na wiki podem ser acusadas em jornais de diversas coisas, mas é preciso separar a especulação do fato nas referências. Pra isso é necessário uma leitura cuidadosa e não apenas acreditar em cada palavra verbatim apenas porque se trata de uma opinião difundida em vários meios.
Se quisermos manter algum compromisso com a verdade não podemos manter um artigo dessa importância nos dias atuais com apenas a opinião unilateral que aparentemente é emitida e ressoada por pessoas alheias ao pleito descrito no artigo. Lembremos que a imparcialidade nos pede que “Nenhum artigo pode conter referências a opiniões sem que primeiro sejam apresentados argumentos incontestáveis” e que “As opiniões devem ser apresentadas como tal, ou seja, uma opinião deve ser classificada como opinião e deve ser atribuída”--Rbertoche (discussão) 23h42min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)--Rbertoche (discussão) 23h39min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)

───────────────────────── Pelo contrário, lide "cabeça fria" e sua argumentação simplesmente não faz sentido, além de ser profundamente enviesada. Não foi só a imprensa que classificou o mandato do Maduro como ilegítimo, a OEA e outras organizações internacionais completamente legítima fizeram o mesmo. Sugiro que crie um blog para expor suas opiniões políticas pessoais. Isto é uma enciclopédia. Chronus (discussão) 23h59min de 10 de janeiro de 2019 (UTC)

Tudo bem que a OEA tem a mesma opinião que várias outras referências. Eu não sou a favor de omitir essas opiniões, embora esteja sendo acusando de parcialidade. A minha posição é simplesmente a de incluir outras opiniões e clarificar quais as opiniões já presentes no texto pra o tornar imparcial. E só sou contra omitirmos o contraditório. Cito três exemplos de referências que considero que enriqueceriam o tema, o primeiro um artigo sucinto e que deriva pouco dos fatos: toma posse do 2º mandato como presidente da Venezuela e o segundo já carrega várias opiniões, mas distiguindas claramente do que está enunciado como fato: Maduro é reeleito presidente da Venezuela. Desses artigos se esclarece dois pontos: Primeiro que as manchetes desses artigos não contêm opiniões ou juízos de valor, o que demonstra o comprometimendo dos autores com os fatos, e segundo que o assunto é altamente controverso e acredito que a página deve refletir essa realidade. Distribuir todo o crédito só a alguns meios de grande cirulação a revelia de outros que me parece tendencioso. E na verdade para sermos de fato imparciais caberia considerar equilibrar a balança das opiniões com uma terceira referência, de alguém abertamente a favor do governo como em legítimas las elecciones en Venezuela?. A página se encontra tão enviesada que se fôssemos editar os juízos de valores pra melhorar o texto seria uma reescrita completa. Parece até que está falando da eleição brasileira :). Pra completar, caso se tratasse do artigo das eleições brasileiras caberia tantas de referências de língua inglesa?
Pra ilustrar melhor o meu ponto cito um trecho do artigo (comum) sobre Ética jornalística falando sobre imparcialidade: “Para a emissora pública de rádio e televisão do Reino Unido, BBC, o conceito de imparcialidade está diretamente relacionado com a busca de uma pluralidade de fontes para a construção do texto jornalístico, de modo que nenhuma corrente de pensamento seja mal representada. Ou seja, essa imparcialidade não significa a esterilização do jornalismo ou mesmo a retirada do debate público de motivações políticas, mas sim o compromisso com a diversidade e o equilíbrio dos pontos de vista dentro da matéria. Não se trata apenas de convidar muitas pessoas para falarem sobre um assunto, mas de escutar sujeitos com diferentes perspectivas acerca das temáticas”.
Obrigado pela atenção. --Rbertoche (discussão) 04h46min de 11 de janeiro de 2019 (UTC)
Chega a ser irônico no meio do artigo a secção Controvérsia, visto que todos os tópicos anteriores demostravam exatamente o mesmo ponto de vista --Rbertoche (discussão) 04h58min de 11 de janeiro de 2019 (UTC)

Proposta de deslocamento de trechos opinativos da introdução pra seção controvérsia[editar código-fonte]

Já proponho uma alteração aqui pra deixar claro minhas intenções na prática, e já dar tempo pra caso alguém esteja seguindo pensar no assunto. Copiei na íntegra a seção em questão pra facilitar aqui:

  • Trecho a ser mantido na primeira seção e possivelemente enriquecido, mas apenas com fatos, sem controvérsia

A eleição presidencial na Venezuela em 2018 ocorreu em 20 de maio de 2018,[1] com a reeleição de Nicolás Maduro. Considerada uma eleição antecipada, a data eleitoral original foi agendada para dezembro de 2018,[2] posteriormente, antecipada para 22 de abril de 2018,[3] mas depois adiada por algumas semanas para maio de 2018.[4]

  • Parte a ser reestruturada de forma coesa e movida à parte sobre a controvérsia em torno das eleições

... em uma votação marcada de polêmicas e de maior abstenção da história do país.[5][6] Diversos países do mundo não reconheceram a reeleição.[7][8][9] Várias ONGs venezuelanas, como o Fórum Penal Venezuelano, o Súmate, o Voto Jovem, o Observatório Eleitoral Venezuelano e a Rede Eleitoral Cidadã, expressaram sua preocupação com as irregularidades do calendário eleitoral, incluindo a falta de competência da Assembleia Constituinte para convocar as eleições, impedindo a participação de partidos políticos da oposição e a falta de tempo para as funções eleitorais padrões.[10][11][12][13]

Por causa da controvérsia em relação ao pleito, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos,[14] União Europeia,[15][16] a Organização dos Estados Americanos, o Grupo de Lima e países como a Austrália e os Estados Unidos rejeitaram o processo eleitoral.[17] No entanto, países da região, como Cuba, Equador, Nicarágua e Bolívia, além de outros países, como Rússia, China e Coreia do Norte, reconheceram o resultado das eleições e manifestaram apoio.[18]

As eleições registraram a menor participação em mais de duas décadas, segundo o pesquisador Félix Seijas. Maduro obteve 1,7 milhão de votos a menos que na eleição anterior de 2013. Seus dois adversários no pleito, o ex-governador Henri Falcón e o pastor evangélico Javier Bertucci, criticaram os resultados, denunciaram irregularidades e pediram novas eleições.[19]

Espero não ser mal compreendido novamente! --Rbertoche (discussão) 01h13min de 12 de janeiro de 2019 (UTC)

  1. Martinez, Ana Isabel (1 de março de 2018). «Venezuela postpones presidential election to May 20». Reuters. Consultado em 1 de março de 2018 
  2. «Venezuela opposition weighs election run». BBC News. 8 de fevereiro de 2018. Consultado em 8 de fevereiro de 2018 
  3. «CNE: El 22 de abril se realizarán las presidenciales». Globovision. 7 de fevereiro de 2018. Consultado em 7 de fevereiro de 2018 
  4. Redacción, Voz de América - (1 de março de 2018). «Postergan elecciones en Venezuela hasta mayo». Voice of America (em espanhol). Consultado em 1 de março de 2018 
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  7. «Brasil e mais 13 países não reconhecem reeleição de Maduro na Venezuela». IstoÉ. 21 de maio de 2018. Consultado em 21 de maio de 2018 
  8. «Brasil lamenta falta de legitimidade nas eleições venezuelanas». Época Negócios. Globo.com. 21 de maio de 2018. Consultado em 21 de maio de 2018 
  9. «Brasil e mais 13 países não reconhecem resultado das eleições na Venezuela». Estado de Minas. 21 de maio de 2018. Consultado em 21 de maio de 2018 
  10. Rodríguez Rosas, Ronny (23 de fevereiro de 2018). «Foro Penal no avala convocatoria a elecciones presidenciales». Efecto Cocuyo. Consultado em 24 de fevereiro de 2018 
  11. León, Ibis (9 de dezembro de 2017). «Observadores electorales detectan 11 irregularidades en el proceso de municipales». Efecto Cocuyo. Consultado em 10 de dezembro de 2017 
  12. León, Rafael (25 de janeiro de 2018). «Adelanto de sufragios acorta plazos de jornadas del RE». El Nacional. Consultado em 9 de fevereiro de 2018 
  13. Rodríguez Rosas, Ronny (15 de fevereiro de 2018). «CNE obstaculiza inscripción de venezolanos en Registro Electoral, afirman ONG». Efecto Cocuyo 
  14. «U.N. seeks inquiry into killings in Venezuela, says poll not credible». Reuters. 7 de março de 2018. Consultado em 8 de março de 2018 
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  16. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome :13
  17.  • Martín, Sabrina (8 de fevereiro de 2018). «Unión Europea prepara nuevas sanciones contra la dictadura en Venezuela y la estatal PDVSA». Panam Post. Consultado em 14 de fevereiro de 2018 
  18. «Washington and Cuba butt heads over Venezuela at heated Americas summit». Consultado em 21 de maio de 2018 
  19. «Como o mundo está reagindo à reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela». Reuters. Abril. 21 de maio de 2018. Consultado em 21 de maio de 2018