Eúde

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Eúde
אהוד
Eúde assassinando o rei Eglom.
Iluminuras do Speculum humanae salvationis, cerca de 1360.
Progenitores Pai: Gera
Tribo Benjamim
Função Juiz de Israel
Predecessor Otniel
Sucessor Sangar

Eúde (português brasileiro) ou Eud (português europeu), também chamado de Ben‑Gera, foi o segundo juiz de Israel seguinte a Otniel. Ele era filho de Gera, da Benjamim, e era canhoto.[1]

Opressão sob o rei Eglom[editar | editar código-fonte]

Israel teve liberdade por quarenta anos, até a morte de Otniel, porém depois disso os filhos de Israel voltaram a pecar, e Jeová fortaleceu Eglom, rei dos moabitas.[2]

Eglom, aliado aos amonitas e amalequitas, derrotou Israel, tomou a Cidade das Palmeiras,[3] e oprimiu Israel por dezoito anos.[4]

Os israelitas pediram um salvador a Jeová, que foi Eúde, da tribo de Benjamim.[1] Eúde foi escolhido para levar o tributo de Israel a Eglom.[1]

Eúde levou escondido um punhal, (pequena espada de um côvado)[5] e, após pagar o tributo, disse que havia uma mensagem secreta para o rei.[6] Quando Eúde ficou sozinho com Eglom, ele esfaqueou (saindo-lhe os excrementos do ventre) e matou o rei,[7] trancou a porta da sala[8] e saiu pela janela de ventilação do quarto. E vieram seus servos e começaram a olhar, e eis que as portas do quarto do terraço estavam trancadas. Disseram, portanto: “Está apenas satisfazendo uma necessidade natural*+ no fresco quarto interior.”

De volta a Israel, em Efraim, Eúde tocou o shofar e reuniu os israelenses,[9] dizendo que Jeová havia entregue a eles os moabitas, e tomou os vaus do Jordão.[10] Na guerra, morreram dez mil moabitas.[11]

Eúde matou Eglom e livrou Israel do pagamento desses tributos, e fugiu para as montanhas de Efraim, onde reuniu um exército para vencer os moabitas que tentassem atravessar o rio Jordão.

Assim, Israel alcançou um período de paz por 80 anos.[12] O próximo juiz foi Sangar.[13]

Precedido por
Otniel
Juiz de Israel Sucedido por
Sangar

Referências