Joaquín Navarro-Valls

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Joaquín Navarro-Valls
Nascimento 16 de novembro de 1936
Cartagena
Morte 5 de julho de 2017 (80 anos)
Roma
Cidadania Espanha
Alma mater Universidade Harvard, Universidade de Granada, Universidade de Navarra, Universidade de Barcelona
Ocupação jornalista, médico, psiquiatra, escritor
Prêmios Cavaleiro da Grã-Cruz da Ordem de São Gregório Magno, Prêmio Internacional Ischia de Jornalismo, Grã-Cruz da Ordem de Isabel, a Católica, doutor honoris causa, doutor honoris causa, doutor honoris causa
Causa da morte câncer pancreático

Joaquín Navarro-Valls (Cartagena, 16 de novembro de 1936  – Roma, 5 de julho de 2017[1]) foi um jornalista e médico espanhol que serviu como porta-voz do Vaticano durante 22 anos entre 1984 e 2006, nos pontificados de João Paulo II e Bento XVI. Com formação em medicina psiquiátrica e jornalismo, foi membro numerário do Opus Dei. Dedicou-se ao jornalismo e foi nessas funções que entrou no Vaticano, a pedido de João Paulo II que queria melhorar os meios de comunicação da Santa Sé.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Muitas vezes foi tido erroneamente como sendo religioso ou sacerdote. Estudou medicina nas faculdades de Granada e Barcelona, bacharelou-se em medicina e cirurgia em 1961. Doutorou-se em psiquiatria com a tese "Transtornos psiquiátricos e traumatismos cranianos." Foi professor ajudante de medicina. " Em 1968 formou-se em jornalismo e, em 1980, obteve a licenciatura em Ciências da Comunicação pela Universidade de Navarra. Foi bolsista da Universidade de Harvard.

Foi membro fundador da revista Diagonal em 1964. Correspondente estrangeiro de "Nosso Tempo" - 1972. De 1977 a 1984 foi correspondente do diário ABC para a Itália e para o Mediterrâneo Oriental e enviado especial nos países da África Equatorial, Japão e Filipinas. Foi membro do Conselho Diretor e depois Presidente da Associação de Imprensa Estrangeira na Itália (1983 - 1984). Em 1984 foi convidado pelo Papa João Paulo II para ser o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, cargo que ocupou até 2006. A partir de janeiro de 2007 passou a presidir o Conselho Consultivo da Universidade Campus Biomédico de Roma.

Integrou as Delegações da Santa Sé nas Conferências Internacionais das Nações Unidas no Cairo (1994), Copenhague (1995), Pequim (1995) e Istambul (1996). De 1996 a 2001 presidiu o Conselho de Administração da Fundação "Maruzza Lefebvre d'Ovidio" para enfermos oncológicos terminais.

Foi professor da Faculdade de Comunicação Institucional da Pontifícia Universidade da Santa Cruz e doutor "Honoris Causa" em Ciências da Comunicação pelas Universidades de Valência, Nápoles e Varese em Direito pela Universidade de Múrcia. Na sua carreira profissional recebeu mais de vinte prêmios e foi condecorado pelos governos da Áustria, Suécia, Chile, Itália, Espanha, Argentina, Cidade do Vaticano, Polônia e Paraguai.

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

  • A manipulação publicitária. Barcelona, 1970.
  • A família e o mundo atual. Barcelona, 1976.
  • A família e a educação. Caracas, 1978.
  • Fumaça branca. Madrid, 1978.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]