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Jules Massenet

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Jules Massenet
Fotografia por Eugène Pirou, 1895.
NascimentoJules Émile Frédéric Massenet
12 de maio de 1842
Montaud
Morte13 de agosto de 1912 (70 anos)
Paris
Sepultamentocemetery in Égreville
CidadaniaFrança
Progenitores
  • Alexis Massenet
CônjugeNinon de Gressy
Filho(a)(s)Juliette Massenet
Irmão(ã)(s)Auguste Massenet
Alma mater
Ocupaçãocompositor, musicólogo, professor de música, professor universitário, pianista, libretista, organista
Distinções
  • Prix de Roma (1863)
  • Grande-Oficial da Legião de Honra (1900)
  • residente da Villa Medici (1864)
  • Cavaleiro da Legião de Honra (1876)
  • Oficial da Legião de Honra (1887)
  • Comendador da Legião de Honra (1895)
  • Ordem de Leopoldo
  • Grã-Cruz da Ordem de Saint-Charles (1902)
Empregador(a)Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris
Obras destacadasWerther, Manon, Dom Quixote (ópera), Cendrillon, Thaïs, Hérodiade
Instrumentoórgão
Causa da mortecâncer

Jules Émile Frédéric Massenet (Montaud, 12 de maio de 1842 - Paris, 13 de agosto de 1912) foi um compositor francês. Foi especialmente conhecido por suas óperas, muito populares no final do século XIX e início do século XX.

Nascido em Montaud, perto de Saint-Étienne, mudou-se com sua família para Paris, a fim de que pudesse estudar no conservatório. Ganha o "Grand Prix" de Roma em 1862 e vive por lá durante três anos. Seu primeiro grande sucesso foi o oratório Marie-Madeleine, aclamado por seus contemporâneos Tchaikovsky e Gounod.

Jules Massenet.

Massenet deixa de compor para servir como soldado na guerra Franco-Prussiana, mas um ano depois (1871) volta, ao fim da guerra. Foi professor de composição de grande influência no Conservatório de Paris a partir de 1878, tendo como alunos Gustave Charpentier, Reynaldo Hahn, Charles Koechlin e Fernand Jouteux (radicado no Brasil) e Francisco Braga, compositor brasileiro.[1]

Suas óperas mais famosas foram: Manon (estreada em 1884), Werther (em 1892) e Thaïs (em 1894). São representadas frequentemente, com enorme sucesso.

Massenet usou o Leitmotiv de Richard Wagner em suas obras, mas adotou um certo matiz francês - criticado por alguns, que o consideraram muito "enfeitado".

Além das óperas, escreveu também bailados, oratórios, cantatas, peças orquestrais e cerca de 200 canções.

Referências

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  1. Ihgt (13 de dezembro de 2012). «Instituto Histórico e Geográfico de Tiradentes: Breve História do Maestro Fernand Jouteux». Instituto Histórico e Geográfico de Tiradentes. Consultado em 16 de março de 2019 

Ligações externas

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