Marcelo Tupinambá

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Marcelo Tupinambá
Nome nativo Fernando Álvares Lobo
Nascimento 29 de maio de 1889
Tietê
Morte 4 de julho de 1953 (64 anos)
São Paulo
Cidadania Brasil
Ocupação compositor

Marcelo Tupynambá, pseudônimo de Fernando Álvares Lobo (Tietê, 29 de maio de 1889São Paulo, 4 de julho de 1953), foi um compositor brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Era filho do maestro Eduardo Álvares Lobo e Maria Rodrigues de Azevedo Lobo, professora; e sobrinho do maestro e compositor Elias Álvares Lobo. Ainda pequeno mudou-se para São Paulo, onde fez o curso primário.

Na cidade de Pouso Alegre preparou-se para ingressar na Escola Politécnica, formando-se em engenharia civil em 1914. Trabalhou como engenheiro mas, sentindo que a sua verdadeira vocação era a música, a ela passou a dedicar-se inteiramente.

No ano de 1914, musicou a revista teatral de Danton Vampré, denominada São Paulo Futuro e, a partir daí, nada deteve sua carreira de compositor, que alcançou renome internacional. Naquele mesmo ano adotou o pseudônimo de Marcelo Tupynambá pois, à época, um "músico não era visto com bons olhos".

Durante a sua carreira compôs mais de mil e duzentas melodias, das quais seiscentas foram impressas e gravadas. Marcelo Tupinambá foi autor do Hino Constitucionalista de 1932/MMDC, O Passo do Soldado, para o qual Guilherme de Almeida escreveu depois a letra, com interpretação de Francisco Alves.

Foi casado com Irene Menezes Lobo, com quem teve os filhos Cecilia, Helena, Samuel, Cláudio, Eduardo, Thereza e Ignês.

A herma que os tieteenses ergueram em sua homenagem foi inaugurada em 27 de agosto de 1967. O dia 30 de maio foi instituído Dia de Marcelo Tupynambá, pela Lei n° 1.149 de março de 1972.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]