Palacete dos Vilhenas Coutinhos

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Palacete dos Vilhenas Coutinhos

O Palacete dos Vilhenas Coutinhos localiza-se na Praça Conde de Agrolongo, em Braga. Nele funcionou durante muitos anos o tribunal de Braga, estando de momento em estado de abandono.

O edifício pertencia à Família dos Vilhenas Coutinhos e depois por casamento aos Ferreri de Gusmão (Barões de São Martinho de Dume) e foi arrematado em praça pública pela quantia de nove mil e seiscentos reis pela Câmara de Braga, que o destinou, depois das remodelações necessárias à repartição da Justiça até então instalada no Largo do Paço, no edifício do Tribunal Eclesiástico, - Tribunal da Relação - hoje ocupado pela secretaria da Universidade do Minho, e ali instalou umas celas destinadas aos réus que se tinham de julgar.

Decorreu esta compra por volta dos anos de 1869, e passados pouco mais de dez anos, viu-se a Câmara na necessidade de comprar mais uma Casa junta, lado Nascente, pois as instalações já se tinham tornado exíguas. Num exame atento da fachada nota-se perfeitamente que o estilo da parte poente, cuja arquitectura se deve a Carlos Amarante, à do Nascente é completamente diferente. Por alturas de 1915, foi de novo transformado parte do interior - átrio de entrada e escada nobre - obra devida ao arquitecto João de Moura Coutinho, obra que dignificou o interior o Palácio da Justiça.

Em 1924, os herdeiros da família Vilhena Coutinho Ferreri de Gusmão , dirigiram um requerimento à Câmara, pedindo lhe fosse devolvido o Brasão de Armas que ostentava o frontão principal, comprometendo-se perante a edilidade a mandar colocar à sua custa um brasão da cidade, razão porque hoje ostenta um brasão estilizado da cidade.

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