Palmópolis

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Palmópolis
  Município do Brasil  
Igreja Matriz de Palmópolis
Igreja Matriz de Palmópolis
Símbolos
Hino
Lema Unidos pela Reconstrução
Apelido(s) "Bananeira"
Gentílico palmopolense
Localização
Localização de Palmópolis em Minas Gerais
Localização de Palmópolis em Minas Gerais
Palmópolis está localizado em: Brasil
Palmópolis
Localização de Palmópolis no Brasil
Mapa de Palmópolis
Coordenadas 16° 44' 06" S 40° 25' 12" O
País Brasil
Unidade federativa Minas Gerais
Municípios limítrofes Rio do Prado, Rubim, Santo Antônio do Jacinto, Bertópolis
Distância até a capital 720 km
História
Fundação 27 de abril de 1910 (109 anos)
Aniversário 27 de abril
Administração
Prefeito(a) Marcelo Fernades (DEM, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 436,471 km²
População total (Censo IBGE/2010[2]) 6 925 hab.
Densidade 15,87 hab./km²
Clima tropical úmido
Altitude 630 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010 [3]) 0,565 baixo
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 25 687,864 mil
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 3 664,46

Palmópolis é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

Palmópolis, distrito criado em 1953 e subordinado ao município de Rio do Prado, foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 10704, de 27 de abril de 1992. O povoado de Palmópolis foi fundada em meados de 1910 por Teófilo Pinto e seus familiares. Eles chegaram na região à procura de poáia, um remédio de muita aceitação na época.[5] Eles comercializavam a poáia com o prefeito de Carlos Chagas, Álvaro Vieira. O único meio de transporte eram os animais. A travessia para o outro lado do rio Jucuruçu, nas épocas de enchentes, era feita por um escale feito pelo José Pinto de Oliveira. Com o passar do tempo foi construída a primeira ponte feita de lasca rústica de brauna. Primeiro tropeiro foi Erminom que também construiu uma mini fábrica de doces e comercializava em Carlos Chagas. Após o estabelecimento de outras famílias, o povoado se desenvolveu e recebeu o nome de Bananeira. Em seguida, passa a se chamar Palmares, devido à existência de grande quantidade de palmeiras na região. É, posteriormente, denominado Palmópolis. Seu território foi desmembrado do município de Rubim, quando passa a distrito do Rio do Prado em 1953. Palmópolis eleva-se à categoria de município em 1992.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Caracterização: Localização: Baixo JEQUITINHONHA Área: 433,48 km² Altitude no ponto central da cidade: 608 m Temperatura: média anual: 24,4 C média máxima anual: 31,1 C média mínima anual: 19,3 C Índice médio pluviométrico anual: 841,2 mm População estimada em 2005 era de 9.762 habitantes. População estimada em 2009 é 6.810 habitantes. Densidade 23,3 hab./km² Clima tropical úmido Fuso horário UTC-3 Distritos a quem o pertence: Dois de Abril, Jeriba. Bacia: Rio Jucuruçu Municípios limítrofes: Santo Antonio do jacinto, Rubim, Rio Do Prado, Bertopolis Principais rodovias que servem de acesso a Belo Horizonte: BR-381, BR-116, BR-367, MG-105, MG-205

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rio Jucuruçu O rio Jucuruçu é o principal escoadouro fluvial de palmopolis e sua nascente está no município mineiro de Felisburgo. Vertendo para leste, atravessa o município de Itamaraju e desemboca no Oceano Atlântico a um quilômetro da cidade de Prado, depois de um curso de aproximadamente 300 km. Seus principais afluentes são o rio do Norte e o rio do Sul, que se unem na altura da Fazenda Duas Barras, a 24 km de sua foz. A bacia hidrográfica do rio Jucuruçu atinge de forma parcial ou integral sete municípios, sendo três no Estado de Minas Gerais (Palmópolis, Felisburgo e Rio do Prado) e quatro no Estado da Bahia (Vereda, Jucuruçu, Itamaraju e Prado), e assume importância internacional por fazer parte do "corredor da biodiversidade". A história de palmopolis e o rio Jucuruçu estão intimamente ligados, A barra do rio Jucuruçu era segura e as terras da região, férteis e de qualidade, tinham no rio o escoadouro da grande produção de farinha e frutos diversos que ganhavam o mar em direção a cidades da Bahia e Rio de Janeiro. Hoje, o estuário do rio Jucuruçu é relevante pela sua biodiversidade e nele está localizado o único porto dos barcos que saem para a pesca no alto mar ou passeios turísticos. Recentes estudos coletaram exemplares de peixes pertencentes a 13 famílias e 17 espécies, entre eles alguns de maior valor econômico, como o robalo, a tainha, o carapicu, o cabeçudo e a pititinga. O rio Jucuruçu foi e será um motivo especial para a cidade de Palmópolis, não sendo em vão toda a mobilização possível para manter viva a ideia da formação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Jucuruçu.

Referências

  1. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 24 de agosto de 2013 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «IBGE - cidades@ - Histórico - PALMÓPOLIS (mg)». ibge.gov.br. Consultado em 19 de junho de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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