Paulo Martins (beletrista)

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Paulo Martins (beletrista)
[[Professor Paulo Martins (beletrista) - FFLCH/USP - 08 de Agosto de 2017]]
Nascimento 15 de junho de 1962
São Paulo
Residência Brasil
Nacionalidade Brasil Brasileira
Alma mater Universidade de São Paulo
Orientador(es) Ingeborg Braren (Doutorado) e (Mestrado)
Instituições Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo
Campo(s) Letras Clássicas e Estudos Clássicos
Tese 2003: Imagem e Poder. Considerações sobre as Representações de Otávio Augusto

Paulo Martins (São Paulo, 15 de junho de 1962) é um professor universitário, beletrista, crítico literário e pesquisador brasileiro. Suas pesquisas concentram-se na área dos Estudos Clássicos, com ênfase na Elegia Clássica (greco-latina), na Retórica e Poética da Imagem Verbal e Não-verbal na Antiguidade Clássica e na Memória coletiva da Antiguidade. Atualmente é presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC)[1][2] e vice-diretor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) (2016-2020).[3][4]

Bacharel em Letras Clássicas (Grego antigo e Latim) pela USP em 1991, Mestre e Doutor em Letras Clássicas e Livre-Docente em Literatura Latina pela mesma Universidade em 1996, 2003, 2013 respectivamente, Martins foi professor de Língua e Literatura Latina em diversas universidades particulares de São Paulo e na Universidade Estadual Paulista (UNESP/Assis), além de ter sido professor de Literatura e Língua Portuguesa no Ensino Médio em colégios e cursos pré-vestibulares de São Paulo. Entre os anos de 1996 e 1999 foi colaborador do Caderno de Sábado do Jornal da Tarde (O Estado de São Paulo), entre 2001 e 2003 colaborou com a Revista Bravo! (Editora Abril), entre 2006-2008 foi colunista da Revista Discutindo Literatura, veículos em que atuou como crítico de Literatura e Artes, tendo publicado algumas dezenas de artigos.

Atualmente Paulo Martins é pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), professor livre-docente da Universidade de São Paulo junto ao Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas na graduação e pós-graduação do qual foi seu Vice-Chefe. Foi presidente do Conselho Editorial da revista Classica (2010-2011)[5] e seu editor (2011-2012),[6] editor da revista Letras Clássicas (2013-2017),[7] Visiting Fellow na Universidade Yale, Classics Department (2013-2014)[8] e professor-convidado no King's College London (2012).[9]

É pesquisador do Programa de Estudos em Representações da Antiguidade (PROAERA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)[10] e do Grupo de Pesquisa "Retórica e Doutrinas Artísticas" (Instituto de Estudos Brasileiros/USP). Coordena o grupo de pesquisa e de estudos "Imagens da Antiguidade Clássica - IAC/USP", credenciado junto a SBEC e CNPq[11] e Coordena o Laboratório de Tradução de Textos e Imagens (LATTIM/USP). É sócio fundador da Sociedade Brasileira de Retórica (SBR) e da Organización Iberoamericana de Retórica (OIR). É membro do Institute of Classical Studies of London (ICS) da School of Advenced Studies da University of London. Possui vários livros publicados entre os quais destacam-se: Imagem e Poder. Considerações sobre as Representações de Otávio Augusto (Edusp, 2011); Algumas Visões da Antiguidade (7Letras/Faperj/FBN, 2011); Literatura Latina (IESDE, 2009) e Elegia Romana. Construção e Efeito (Humanitas, 2009). Estão em preparação os livros: Limites da Representação. Pictura Loquens e Poesis Tacens (Edusp, 2017) e Augustan Poetry. New Trends and Revaluations. (Humanitas & SBEC, 2017). (Fonte: Currículo Lattes e Fonte: Biblioteca Virtual da FAPESP)

Pesquisas Realizadas e em Andamento[editar | editar código-fonte]

IX Encontro Nacional do PROAERA, Rio de Janeiro, 2017

Paulo Martins na atualidade trabalha com duas linhas de pesquisas independentes, ainda que possam ser operadas de maneira concorrente. A primeira diz respeito à poesia da época de Augusto (poesia augustana), principalmente às obras de Propércio, Virgílio e Horácio. No primeiro caso, isto é, concernente à poesia de Propércio, depois da publicação em 2009 de Elegia Romana, Construção e Efeito, Paulo Martins passa a dedicar-se na edição filológica dos dois primeiros (ou três primeiros, a depender da lição edótica seguida), inicialmente cotejando as edições de S. Heyworth (OCT),[12] S. Viarre (Les Belles Lettres),[13] P. Fedeli (Teubner),[14] G. P. Goold (Loeb)[15] e G. Giardina (Fabrizio Serra). Tal pesquisa foi realizada com a colaboração da FAPESP e do Classics Department da Yale University (New Haven, CT, EUA) entre 2013 e 2014. Atualmente, prepara projeto dando continuidade a esse que visa a completar a edição de Propércio tendo em vista os Livros 3 e 4 (ou 4 e 5). Ainda no que se refere à poesia augustana, o pesquisador, a partir de 2012, com a colaboração da FAPESP, do King's College London e do CNPq, realiza trabalho de tradução e estudos das visualidades poéticas nas Éclogas de Virgílio. Sua segunda linha de pesquisa foi alvo de sua tese[16]de Livre-Docência e diz respeito às intersecções entre a linguagem visual e verbal, ou melhor, em que medida podemos considerar na Antiguidade Clássica as duas linguagens homologamente. Nesse campo, Paulo Martins talvez seja o maior especialista sobre o conceito de écfrase, ekphrasis[17][18] ou ecphrasis (do grego: ἔκφρασις) no Brasil. Écfrase é procedimento retórico-poético que segundo Teão, professor de retórica do séc. I d.C. possui a seguinte definição: "Ἔκφρασις ἐστὶ λόγος περιηγηματικὸς ἐναργῶς ὑπ’ ὄψιν ἄγων τὸ δηλούμενον", na tradução do próprio professor Martins: "Écfrase é um discurso percurssivo [ou periegemático] que traz vividamente o que é revelado diante dos olhos."[19] Tal conceito é discutido largamente pelo professor em vários momentos de sua obra, como por exemplo, no prefácio dele (Desafios da Écfrase) à obra de Melina Rodolpho, Écfrase e Evidência nas Letras Latinas: Doutrina e Práxis[20] e no recente artigo de revisão de sua autoria Uma Visão Peroiegemática sobre a Écfrase.[21]

Nesse campo, Paulo Martins desenvolveu, junto ao grupo de Pesquisa que coordena Imagens da Antiguidade Clássica - IAC, trabalhos sobre as artes figurativas na Antiguidade Clássica, pintura e escultura, sobre a técnica do retrato verbal e figurativo em Roma e sobre o referido mecanismo da écfrase (ekphrasis), tendo orientado diversos trabalhos de grau em nível de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Entre esses destacam-se os de: a) Melina Rodolpho (Écfrase e Evidência nas Letras Latinas: Doutrina e Práxis e De Physiognomonia Liber: Considerações a respeito do Ethos da Fisiognomonia em Textos da Antiguidade Clássica,[22] b) Lya V. G. Serignolli (Imagines Amoris: As Figurações de Amor em Roma do Final da República ao Período Augustano[23] e Baco, o Simpósio e o Poeta); c) Cynthia Helena Dibbern (O Ethos de Aníbal em Tito Lívio e Cornélio Nepos: Imagines[24] e A Eneida de Sílio Itálico e os Herós de Punica); d) Henrique Verri Fiebig (Para Além do Limes: A Germânia de Tácito em Gênero e Germano[25]) e e) Cecília Gonçalves Lopes (Confluência genérica na Elegia Erótica de Ovídio ou a Elegia Erótica em elevação[26]) entre outras igualmente importantes.

Livros Publicados/Organizados[editar | editar código-fonte]

  • Algumas Visões da Antiguidade (7 Letras/FAPERJ/FBN, 2011)[27]
  • Imagem e poder: considerações sobre a representação de Otávio Augusto (EDUSP, 2011)[28][29]
  • Antologia de Poetas Gregos e Latinos (Do autor, 2010)
  • Elegia Romana: Construção e Efeito (Humanitas, 2009)[30]
  • Literatura Latina (IESDE, 2009)[31]
  • Antologia dos Poetas Árcades Brasileiros (CAM, 1995)
  • Redação: Forma e Conteúdo (CAM, 1994)


Artigos Científicos[editar | editar código-fonte]

  • "Propércio Recidivo". in Translatio, n. 14, p. 227-54. 2017.[1]
  • "Ekphrasis, Digression and Elegy: The Propertius’ Second Book". In: Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos, 30(1), 175-192. doi:http://dx.doi.org/10.24277/classica.v30i1.437[32]
  • "Tum Longas Condimus Iliadas: A Helena de Propércio" . In: Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental, 21: 159-206. 2017.[33]
  • "Propércio Redivivo". In: Livro: Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição (NELE), São Paulo, v. 6, p. 426-441, 2017.[34]
  • "Augusto como Mercúrio enfim". In: Revista de História, São Paulo, v.176. p. 01-43, 2017.[35]
  • "Uma Visão Periegemática sobre a Écfrase". In: Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos, Belo Horizonte, v. 29, p. 163, 2017.[36]
  • "Sobre a Metapoesia em Propércio e na Poesia Erótica Romana: o Poeta Rufião". In: Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos, Belo Horizonte, v. 28, p. 125, 2016.[37]
  • "Espelhamento Metapoético: Propércio 1.2 e 2.1". In: Revista Organon, Porto Alegre, v. 31, p. 205-227, 2016.[38]
  • "Rumor, Lei e Elegia: Considerações sobre Propércio 2.7". In: Revista Archai. As origens do pensamento ocidental, Brasília, v. 15, p. 43-58, 2015.[39]
  • "Uma Nota a Catulo 8 e 58: a Fragmentação do Ego, e a Vulgarização de Lésbia". In: Romanitas - Revista de Estudos Grecolatinos, Vitória, v. 6, p. 140-150, 2015.[40]
  • "O Jogo Elegíaco: Fronteiras entre a Cultura Intelectual e a Ficção Poética". In: Nuntius Antiquus, Belo Horizonte, v. 11, p. 137-172, 2015.[41]
  • "Imagines Romanae: Cultura e Poder". In: História Revista (Online), Goiania, v. 19, p. 121-141, 2014.[42]
  • "Vertentes do Retrato Romano no Final da República e no Início do Principado". In: Cadernos de Pesquisa do CDHIS (Online), Uberlândia, v. 27, p. 13-38, 2014.[43]
  • "Odisseia 7.79-135: uma ἔκφρασις". In: Letras Clássicas (USP), São Paulo, v. 18, p. 19, 2014.[44]
  • "A New Light on Philostratus' Heroicus". In: Classical Review, Cambridge, v. 63, p. 402-404, 2013.[45]
  • "Implementando Apontamentos à Tenuíssima Divisa entre República e Império Romano". In: Mare Nostrum - Estudos sobre o Mediterrâneo Antigo, São Paulo, v. 4, p. 118-125, 2013.[46]
  • "Duas Visualidades Bucólicas: Verg., Ecl. 2. 45-55 e 6. 13-26". In: Phaos (UNICAMP), Campinas, v. 11, p. 43-66, 2013.[47]
  • "Constructing Cicero". In: Nuntius Antiquus, Belo Horizonte, v. 9, p. 221, 2013.[48]
  • "Entre Dois Mitos: Medeia e Bacantes de Eurípides". In: Antiguidade Clássica, Apucarana, v. 9, p. 49-52, 2013.[49]
  • "Entre a História e o Encômio". In: Jornal de Resenhas, São Paulo, v. 1, p. 6-7, 2012.[50]
  • "Priapo e os Estudos Clássicos". In: Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos, v. 20.2, p. 328-331, 2011.[51]
  • "Vt Pictura Rhetorica". In: Revista USP, São Paulo, v. 96, p. 104-111, 2011.[52]
  • "Parataxe e Imagines". In: Revista de Estudos Filosóficos e Históricos da Antiguidade, Campinas, v. 24/25, p. 141-175, 2010.[53]
  • "Polignoto, Páuson, Dionísio e Zêuxis: Uma Leitura da Pintura Clássica Grega". In: Phaos (UNICAMP), Campinas, v. 8, p. 99-122, 2010.[54]
  • "A Brief History of Latin Literature's Criticism". In: Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos, Belo Horizonte, v. 21, p. 189-204, 2008.[55]
  • "Eneias Se Reconhece". In: Letras Clássicas (USP), São Paulo, p. 143-157, 2001.[56]
  • "O Párodo de Fedra e a Retórica". In: Letras Clássicas (USP), São Paulo, p. 181-210, 1999.[57]

Capítulos de Livros[editar | editar código-fonte]

  • "Texto e imagem: História. Como se faz a História sob(re) Otávio/Augusto". In: SILVA, Glaydson José da; SILVA, Maria Aparecida de Oliveira. (Org.). A ideia de história na Antiguidade Clássica.. 1ed.São Paulo: Alameda & FAPESP, 2017, v. 1, p. 441-472.
  • "Xênia, Apoforeta, as Saturnais: Marcial e uma Poesia Diminuta". In: Agnolon, A.. A Festa de Saturno. 1a. ed. São Paulo: Edusp, 2017, v. 1, p. 15-36.[58]
  • "Imagens Antigas Retoricamente Referenciadas" (Em co-autoria com R. S. S. Amato). In: Muhana, A.; Laudanna, M.; Bagolin, L. A.. (Org.). Retórica. 1a ed. São Paulo: Annablume Editora, 2012, v. 1, p. 125-145.[59]
  • "Catulo 65: um Programa da Elegia Romana". In: Corrêa, P. da C.; Martinho, M.; Macedo, J. M.; Hasegawa, A. P. (Org.). Hyperboreans - Essays in Greek and Latin Poetry, Philosophy, Rhetoric and Literature. 1a ed. São Paulo: Humanitas, 2012, v. , p. 315-330.[60]
  • "Desafios da Écfrase". In: Rodolpho, Melina. (Org.). Écfrase e Evidência nas Letras Latinas: Doutrina e Práxis. 1ed.Sao Paulo: Humanitas, 2012, v. , p. 13-23.
  • "Reflexões sobre duas dimensões das imagines ou eikónes". In: Martins, P.; Cairus, H. F.; Oliva Neto, J. A.. (Org.). Algumas Visões da Antiguidade. 1a ed.Rio de Janeiro: 7 Letras - Faperj, 2011, v. 1, p. 151-159.

Referências

  1. SBEC, 0. «SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos». www.classica.org.br. Consultado em 23 de agosto de 2017 
  2. SBEC (ed.). «Diretoria SBEC». Fábio Faversani. Consultado em 21 de agosto de 2017 
  3. «Paulo Martins | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas». fflch.usp.br. Consultado em 23 de agosto de 2017. Arquivado do original em 28 de agosto de 2017 
  4. Jornal da USP (ed.). «Vez e Hora da Faculdade de Filosofia» (PDF). Redação. Consultado em 21 de agosto de 2017. Arquivado do original (PDF) em 22 de agosto de 2017 
  5. «Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos». revista.classica.org.br. Consultado em 23 de agosto de 2017 
  6. «Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas |». ppglc.fflch.usp.br. Consultado em 23 de agosto de 2017 
  7. «Letras Clássicas». www.revistas.usp.br. Consultado em 20 de novembro de 2017 
  8. «Home Yale - Department of Classics». classics.yale.edu (em inglês). Consultado em 23 de agosto de 2017 
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  10. «PROAERA - UFRJ». www.letras.ufrj.br. Consultado em 23 de agosto de 2017 
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  18. «ECPHRASIS ou EKPHRASIS – E-Dicionário de Termos Literários». edtl.fcsh.unl.pt. Consultado em 23 de setembro de 2017. Arquivado do original em 24 de setembro de 2017 
  19. Martins, Paulo (30 de maio de 2017). «Uma visão periegemática sobre a écfrase». Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos. 29 (2): 163–204. ISSN 2176-6436. doi:10.24277/classica.v29i2.425 
  20. Rodolpho, M. Écfrase e Evidência nas Letras Latinas. Doutrina e Práxis - Coleção Letras Clássicas. São Paulo: Humanitas. 2009.
  21. Martins, Paulo (30 de maio de 2017). «Uma visão periegemática sobre a écfrase». Classica - Revista Brasileira de Estudos Clássicos. 29 (2): 163–204. ISSN 2176-6436. doi:10.24277/classica.v29i2.425 
  22. Rodolpho, Melina (27 de agosto de 2017). «De Physiognomonia Liber: Considerações a respeito do Ethos da Fisiognomonia em Textos da Antiguidade Clássica». 0. 449 páginas. doi:10.11606/T.8.2014.tde-020620-15173435 [ligação inativa]
  23. Serignolli, Lya (27 de agosto de 2017). «Imagines Amoris: As Figurações de Amor em Roma do Final da República ao Período Augustano». 0. 215 páginas. doi:10.11606/D.8.2013.tde-16092013-105736 
  24. Dibbern, Cynthia (27 de agosto de 2017). «O Ethos de Aníbal em Tito Lívio e Cornélio Nepos: Imagines». 0. 170 páginas. doi:10.11606/D.8.2013.tde-12092013-145023 
  25. Fiebig, Henrique (27 de agosto de 2017). «Para Além do Limes: A Germania de Tácito em Gênero e Germano». 0. 117 páginas. doi:10.11606/D.8.2014.tde-14012015-122920 
  26. Lopes, Cecília (27 de agosto de 2017). «Confluência genérica na Elegia Erótica de Ovídio ou a Elegia Erótica em elevação». 0. 161 páginas. doi:10.11606/D.8.2010.tde-03032010-133009 
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