Rio Lençóis

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Rio Lençóis
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Localização
País
Localização
Coordenadas
Dimensões
Comprimento
80 km
Posição: região centro - oeste paulista
Hidrografia
Tipo
Bacia hidrográfica
Rio Tietê / Jacaré-Pepira
Área da bacia
942 km²
Nascente
Município de Agudos-SP
Foz

O rio Lençóis (A antiga denominação do rio era Água de Lençóis) é uma unidade hídrica estadual, tributário primário do Rio Tietê, pertencente à bacia hidrográfica dos rios Tietê - Jacaré Pepira, que corta ou serve como limite territorial para 6(seis) municípios da região centro oeste paulista sendo eles: Agudos, Borebi, Lençóis Paulista, Macatuba, Areiópolis e Igaraçu do Tietê que tem sua foz entre os municípios de Macatuba e Igaraçu do Tietê.

O rio Lençóis abriga a segunda Central Hidrelétrica mais antiga do Brasil, a PCH Lençóis de propriedade da CPFL – Energia fundada em 1917, que demorou cerca de dez (10) anos para iniciar suas atividades.

Segundo informações do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Lençóis Paulista, o Rio Lençóis é a principal fonte de captação de águas para tratamento convencional da cidade de Lençóis Paulista (280 km da capital paulista), abastecendo cerca de 60% de uma população estimada em 69.000 habitantes através da Estação de Tratamento de Água do SAAE

Em 2006, o rio Lençóis enfrentou a sua segunda maior enchente já registrada em toda a história, devido ao estouro de quatro represas (três da cidade vizinha de Borebi. Muitas casas nas regiões ribeirinhas foram atingidas, o comércio e o SAAE também foram atingidos, os prejuízos foram de R$ 300.000,00.

Em 2007, suas nascentes começaram a ser recuperadas através do Projeto "Nascente Viva", implantado através do Instituto Ambiental Nossa Terra em parceria com a Prefeitura de Lençóis Paulista e empresas privadas.


Em 2008, o Rio Lençóis recebe o projeto de repovoamento com a reintrodução de várias espécies de peixes nativos da região, desenvolvido pelo Instituto Ambiental Nossa Terra e CPFL - Energia.

Em 2010, foi inaugurada a 1ª fase da Estação de Tratamento de Esgoto de Lençóis Paulista, obra coordenada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Lençóis Paulista (SAAE) com custo estimado em 20 milhões de reais.

No ano de 2011, foi registrada a maior cheia do Rio Lençóis dos últimos 60 anos, em decorrência do recorde de pluviosidade do mês de janeiro acumulados em aproximadamente 725 milímetros / metro quadrado; sendo que numa mesma noite (17/01) a soma de drenagem de parte da bacia hidrográfica ficou em aproximadamente 400 milímetros por metro quadrado, quatro vezes mais o que a calha do rio suporta.

Em 2013 a Estação de Tratamento de Esgoto de Lençóis Paulista entra em operação definitiva, tratando todo esgoto da cidade. O município de Borebi anuncia a construção de sua Estação que deverá tratar todo o esgoto que é lançado no Ribeirão da Anta, um dos principais afluentes do Rio Lençóis a montante da cidade de Lençóis Paulista.

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) divulga em 2013, o segundo estudo técnico da bacia do rio Lençóis no município de Lençóis Paulista com as projeções de uso e ocupação do solo no entorno do rio.[1]

Em 2014 é publicado um livro de160 páginas, titulado de "RIO LENÇÓIS DE PONTA A PONTA - Da serra os Agudos ao vale do Tietê", narrando os aspectos históricos, culturais, técnicos, econômicos e energéticos do rio Lençóis.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Livro Rio Lençóis de Ponta a Ponta, da serra dos Agudos ao vale do Tietê
  • Livro Diagnóstico Ambiental do Rio Lençóis

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. SAAE (2013). «SAAE - Lençóis Paulista» (PDF). SAAE 
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