Scots

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Scots
Falado em: Reino Unido (Escócia e Irlanda do Norte)
Total de falantes: 1,5 milhão
Família: Indo-europeia
 Germânica
  Germânica ocidental
   Anglo-frísia
    Scots
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: Escócia
Regulado por: Sem regulação oficial
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: ---
ISO 639-3: sco
ScotsLanguageMap.png
Distribuição do escocês no século XX.
Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Scots
Wikcionário
O Wikcionário possui o verbete Categoria:Escocês.

Scots é uma variedade linguística germânica falada em Terras Baixas (Escócia) e em partes de Ulster (Irlanda). onde o dialeto local é conhecido como Scots de Ulster).[1] è também por vezes chamado Scots das Terras Baixas para distinguir da língua gaélica escocesa, a língua Celta que foi historicamente restrita a boa parte das Terras Altas (Escócia), às Hébridas e Galloway desde os anos 1500. [2] A linguagem Scots se desenvolveu durante o período Inglês médio como uma entidade distinta.[3][4][5]

O crescimento e a distribuição do Scots na Escócia e no Ulster:
  Old English no início do século IX na parte norte do Anglo-Saxon Reino de Northumbria, hoje parte da Escó´cia
  Early Scots início do século XV
  Modern Scots início do século XX

Como não há critérios universalmente aceitos para distinguir um idioma de um dialeto, os estudiosos e outras partes interessadas geralmente discordam sobre o status linguístico, histórico e social do Scots em relação ao Inglês. [6] Embora existam vários paradigmas para distinguir entre idiomas e dialetos, estes geralmente representam resultados contraditórios. o Broad Scots está em uma extremidade de um contínuo linguístico bipolar, com Inglês padrão escocês no outro.[7] O Scots é muitas vezes considerado uma das variedades antigas de inglês, mas também tem seus próprios dialetos distintos.[6] Alternativamente, o Scots é às vezes tratado como uma língua germânica, por causa da ligação com a língua norueguesa mas distinta de da língua dinamarquesa.[6]

Um estudo de 2010 do governo escocês sobre "atitudes públicas em relação à língua Scots" descobriu que 64% dos entrevistados (cerca de 1.000 indivíduos, uma amostra representativa da população adulta da Escócia) "não pensam realmente no Scots como uma língua" Mas também descobriu que "os falantes mais freqüentes são menos propensos a concordar que não é um idioma (58%) e aqueles que nunca falam o Scots mais propensos a fazê-lo (72%)". [8] No Censo 2011 do Reino Unido, uma questão sobre essa habilidade linguística escocesa foi apresentada.

Nomes[editar | editar código-fonte]

Os falantes nativos às vezes se referem ao seu vernáculo como "braid Scots" (ou "Escocês largo" em inglês) [9] or use a dialect name such as the "Doric",[10] ou também "Buchan Claik".[11] A palavra já fora de moda Scotch, termo vindo do inglês,[12] é usado por vezes na Irlanda do Norte.[13][14] A palavra Lallans, uma variante do moderno Scots para lawlands (IPAˈlo̜ːlən(d)z, ˈlɑːlənz},[15] também é usada, embora isso seja mais freqüentemente considerado como sendo uma forma literária para Lallans.[16] O Scots é conhecido nos círculos oficiais da Irlanda como Ulster-Scots ( Ulstèr-Scotch no revivalista Ulster-Scots) ou "Ullans", um neologismo recente que uniu Ulster e Lallans.[17]

A proporção do residentes conforme Censo 2011 na Escócia – acima de 3 anos que declaram não falar Scots.
A proporção do residentes conforme Censo 2011 na Irlanda do Norte – acima de 3 anos que declaram não falar Scots-Ulster.
Lufe God abufe al and yi nychtbour as yi self ("Love God above all and thy neighbour as thyself"), um exemplo do Scots Antigo na "John Knox House", Edinburgo

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Scots é uma contração de Scottis, a versão do Scots Antigo[9] e versão setentrional mais recente do inglês antigo de Scottisc (no Inglês moderno "Scottish"), que substituiu a versão mutação “umlaut” germânica Scyttisc.[18][19] Antes do final do século XV, o modo inglês de falar-se na Escócia era conhecido como "english" (escrito Ynglis ou Inglis na época), enquanto que "Scottish" (Scottis) se referia ao idioma gaélico.[20]

No início do século XV, a língua inglesa usada na Escócia provavelmente se tornou uma língua distinta, embora faltasse um nome que claramente a distinguisse de todas as outras variantes e dialetos ingleses falados na Grã-Bretanha. A partir de 1495, o termo "Scottis" foi cada vez mais usado para se referir ao vernáculo de terras baixas [6] e Erse , o que significa irlandês, como um nome para o gaélico. Por exemplo, no final do século XV, William Dunbar estava usando Erse ' para se referir ao gaélico e, no início do século 16, Gavin Douglas estava usando Scottis como nome para o vernáculo da planície.[21][22] O Gaélico da Escócia é o hoje a chamada língua gaélica escocesa.

História[editar | editar código-fonte]

O Inglês Antigo (Alglo Saxão) do Reino de Norúmbria estava estabelecido no que hoje é o sudeste da Escócia até o rio Forth no século VII, já que a região era parte do reino anglo-saxão de Nortúmbria.[23] Esse permaneceu em grande parte confinado a esta área até o século XIII, continuando em uso comum enquanto Irlandês Médio era a língua dos monarcas escoceses. A variedade que se seguiu no norte foi Inglês Médio falado no sudeste da Escócia, também conhecida como Antigo Scots, começou a divergir daquela de Nortumbria devido à imigração do século XII e XIII de falantes do Old Norsk vindos da Escandinávia e de falantes do Inglês Médio do norte e região central da Inglaterra.[24] As influências posteriores no desenvolvimento do Scots foram das línguas românicas via Latim via eclesiástico e legal e da língua normanda da França,[25] depois do francês de Paris por causa da Auld Alliance, bem como influências da língua neerlandesa e do Alemão Baixo Médio, essas em função de comércio e imigração oriunda dos Países Baixos.[26] ) Scots t ambém inclui palavras de empréstimo resultantes do contato com o gaélico. Os primeiros documentos legais medievais incluem um corpo de termos empréstimos legais e administrativos do Gaélico Escocês.[27] Termos mais contemporâneos tomados por empréstimo go gaélico escocês são principalmente para características geográficas e culturais, como ceilidh, loch” e clan.

A partir do século XIII, os primeiros falantes do Scots se espalharam para a Escócia através das “[burghs”, as instituições proto-urbanas que foram estabelecidas pela primeira vez pelo rei [[David I da Escócia. O crescimento do prestígio do Scots no século XIV, e o declínio complementar do francês na Escócia, fizeram dos Scots o dialeto de prestígio da maior parte do leste da Escócia. No século XVI, o Scots Médio se estabeleceu com normas ortográficas e literárias bastante independentes das que se desenvolvem na Inglaterra.[28] De 1610 até a década de 1690 durante a “Colonização do Ulster”, um grande número de falantes do Scots, cerca de 200 mil habitantes, se estabeleceram lá.[29] Nas áreas centrais do assentamento escocês, os escoceses superaram em número os colonizadores ingleses em cinco ou seis para um. O Scots Moderno foi usado para descrever o idioma depois de 1700, quando Inglês Moderno meridional foi adotado como a língua literária, embora Escocês permaneceu o vernáculo.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Na Escócia, o Scots é são falados nas Terras Baixas, nas Ilhas Setentrionais, Caithness, Ilha de Arran e Campbeltown. Em Ulster (Irlanda) é falado nos Condado de Down, Condado de Antrim, Londonderry e Condado de Donegal. Os dialetos incluem os grupos Insular, Setentriona, Central, Meridional e os de Ulster.

Falantes[editar | editar código-fonte]

Foi difícil determinar o número de falantes de Escocês por meio do censo, porque muitos entrevistados podem interpretar a pergunta "Você fala Escocês (Scos)?" de maneiras diferentes. Defensores do Scots pressionaram para que esta questão fosse incluída no Censo nacional do Reino Unido de 2001. Os resultados de uma tentativa prévia em 1996 antes do Censo, pelo Registro Geral da Escócia,[30] sugeriu que haveria cerca de 1,5 milhão de falantes deo Scots, com 30% de Scots respondendo "Sim (Yes)" à pergunta "Você pode falar a língua escocesa?", Mas apenas 17% respondendo "Aye" à pergunta "Você pode falar Scot "(Também foi percebido que as pessoas mais velhas da classe trabalhadora (“working class”) eram mais propensas a responder afirmativamente.) O Scots Leid Quorum da Universidade de Aberdeen realizou sua própria pesquisa Em 1995, sugerindo cautelosamente que havia 2,7 milhões de falantes, embora com esclarecimentos sobre o motivo pelo qual estes valores exigiam uma maior definição de contexto.[31]

As perguntas do Censo Geral britânico tal como foram reconhecidas livremente por quem as definiu, não eram tão detalhadas e tão sistemáticas como aquelas da Universidade de Aberdeen, e apenas incluíam falantes “nativos” e não aqueles que tinham aprendido a língua mais tarde. Parte da diferença resultou da pergunta central colocada por pesquisas: "Você fala Escocês?". No estudo da Universidade de Aberdeen, a questão foi aumentada com a nova cláusula "... ou um dialeto de escoceses como o “Border”, etc", o que resultou em um maior reconhecimento dos entrevistados. Esa pesquisa concluiu que simplesmente não havia suficiente consciência de conhecimento de linguística entre a população escocesa, com pessoas ainda pensando em si mesmas como falando de modo mal pronunciado, gramaticamente inferior em inglês e não em Scots, para um censo exato a ser considerado. A pesquisa concluiu que "uma estimativa mais precisa da habilidade autêntica da língua escocesa exigiria uma pesquisa de entrevistas mais aprofundada e poderia envolver a questão de várias questões sobre o idioma usado em diferentes situações. Essa abordagem seria inadequada para um Censo. Assim, embora tenha sido reconhecido que a "inclusão de uma questão do Censo sem dúvida aumentaria o perfil dos falantes Scots". Por fim, com essas dúvidas sobre o Scots, no final, tais questões não incluídas no Censo de 2001.[32][33][34] Pupils in Scotland Census 2008 do governo da Escócia[35]indicou que 306 alunos (pupils) falavam o Scots como sua língua principal em família. Um estudo desse governo, feito em 2010, descobriu que 85% de cerca de 1000 entrevistados (uma amostra representativa da população adulta da Escócia) afirmaram falar o Scots emvariados graus.[8]

O recenseamento do Reino Unido de 2011 foi o primeiro a perguntar aos residentes da Escócia sobre a língua Scots. Uma campanha chamada Aye Can foi criada para ajudar os indivíduos a responder à pergunta.[36][37] O texto específico utilizado foi "Qual destes você pode fazer? Marque todos os que se aplicam" com as opções para "Compreender", "Falar", "Ler" e "Escrever" em três colunas: inglês, gaélico escocês e escocês (Scots).[38] De cerca de 5,1 milhões de entrevistados, cerca de 1,2 milhões de pessoas (24%) podiam falar, ler e escrever O Scots, 3,2 milhões de milhões (62%) não possuíam habilidades na língua e o restante possuía algum grau de habilidade, como a compreensão (0,27 milhões; milhões, 5,2%) ou podiamfalar, mas não ler ou escrever (0,18 milhões, 3,5%).[39] Havia também um pequeno número de falantes do escocês (Scots) registrados na [][Inglaterra]] e no País de Gales no Censo de 2011, com os maiores números nas áreas fronteiriças (por exemplo, Carlisle, Cúmbria ou em áreas que recrutaram um grande número de trabalhadores escoceses no passado (por exemplo, Corby ou as antigas áreas de mineração de Kent).[40]

Fonologia[editar | editar código-fonte]

Vogais[editar | editar código-fonte]

Vogais do Scots moderno[41]

Aitken IPA grafia
1 curta /əi/
longa /aɪ/
i-e, y-e, ey
2 /i/ ee, e-e,
3 /ei/1 ei, ea
4 /e/ a-e, #ae
5 /o/ oa, o-e
6 /u/ ou, oo, u-e
7 /ø/2, 3 ui, eu3
8 /eː/ ai, #ay
8a /əi/ i-e, y-e, ey
9 /oe/ oi, oy
10 /əi/ i-e, y-e, ey
11 /iː/ #ee, #}
12 /ɑː, ɔː/ au, #aw
13 /ʌu/4 ow, #owe
14 /ju/ ew
15 /ɪ/ i
16 /ɛ/ e
17 /ɑ, a/ a
18 /ɔ/5 o
19 /ʌ/ u

Consoantes[editar | editar código-fonte]

Labial Dental Alveolar Post-
alveolar
Palatal Velar Glotal
Nasal m n ŋ1
Oclusiva p b t d2 k ɡ3 ʔ
Africada 4
Fricativa f v θ ð5 s z6 ʃ ʒ ç7 x7 h
Aproximante Central ɹ8 j ʍ9 w
lateral l
Vibrante r8

Gramática[editar | editar código-fonte]

O moderno Scots seguewm geral a estrutura de sentença Sujeito-Verbo-Objeto, como em português. Porém, a ordem de palavras He turnt oot the licht para 'Ele apagou a luz' e Gie's it (Dê-nos) para 'Dê isso para mim' pode ser preferida.[42]

O artigo indefinido a pode ser usado antes das consoantes e das vogais. O artigo definido o é usado antes dos nomes das estações, dias da semana, algunss substantivos, doenças, negócios e ocupações, ciências e assuntos acadêmicos.[43] Também é freqüentemente usado no lugar do artigo indefinido e também de um possessivo.[44]

Scots inclui alguns plurais fortes (irregulares) como (aqui tradução para o inglês) ee/een (eye/eyes), cauf/caur (calf/calves), horse/horse (horse/horses), cou/kye (cow/cows) and shae/shuin (shoe/shoes) que sobreviveram do Inglês Antigo, mas se tornaram plurais regulares (fracos) no inglês de hoje – sendo ox/oxen e child/children exceções que confirmam a regra.[45][46] Substantivos de medida e quantidade permanecem inalterados no plural.[46][47]

O pronome relativo é that para todas as pessoas e números, mas pode ser eliminado.[46][48] Scots moderno também tem um terceiro adjetivo / advérbio this - that - yon/ yonder (thon / thonder) indicando algo a alguma distância.[46] Thir e thae são os plurais de this e that, respectivamente.

O presente de verbos adere à regra do sujeito do dialeto norte, pela qual os verbos terminam em - s em todas as pessoas e números, exceto quando um pronome pessoal está próximo ao verbo. [46] [49] Certos verbos costumam ser usados progressivamente[46] e verbos de movimento podem ficar eliminados diante de um advérbio ou frase adverbial que já indique movimento.[42]

Muitos verbos têm formas formas fortes ou irregulares que distintos do Inglês Standard.[46][50] A forma do passado regular dos verbos fracos (regulares) é com final -it, -t ou -ed, conforme for a a consoante ou vogal que precede.[46][51]

O participio presente/ gerúndio ' in é hoje geralmente /ən/[52] mas ainda pode ser diferenciado / ən / e / in / em Scots do Sul [53] e /ən/ e /ɪn/ no Scots do norte.

A partícula de negação é na, por veze escrita nae, ex. canna (can't – não pode), daurna (daren't – não ousa), michtna (mightn't – não pode).[54]

Advérbios geralmente têm a mesma forma que o verbo raiz ou do adjetivo especialmente após os verbos. Haein a real guid day (Tendo um bom dia). She's awfu fauchelt (Ela está muito cansada).

Amostra de textos[editar | editar código-fonte]

The Scots Leid Associe wis foondit in 1972 an ettles tae fordle Scots in leeteratur, drama, the media, eddication an in ilka day uiss. Akis Scots wis ance the state langage o Scotland, it's a vailid pairt o wir heirskip an the associe taks tent tae the fact that it shoud can tak its steid as a langage o Scotland, alang wi Gaelic an Inglis.

Português

A “Scots Language Society” foi fundada em 1972 e existe para promover o Scots na literatura, drama, mídia, educação e uso diário. Desde que o Scots foi uma vez a língua estatal da Escócia, isso é uma parte válida do nosso patrimônio e a sociedade reconhece que deve e poder tomar seu lugar como língua da Escócia, juntamente com o Gaélico e o Iinglês.

Outro exemplo[editar | editar código-fonte]

Aw human sowels is born free and equal in dignity and richts. They are tochered wi mense and conscience and shuld guide theirsels ane til ither in a speirit o britherheid. (Airticle 1 o the Universal Declaration o Human Richts)

Português

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Eles são dotados de razão e consciência e devem agir uns com os outros em um espírito de fraternidade. (Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos)

Bíblia[editar | editar código-fonte]

The New Testament in Scots (William Laughton Lorimer 1885–1967) - Mateus 1:18

This is the storie o the birth o Jesus Christ. His mither Mary wis trystit til Joseph, but afore they war mairriet she wis fund tae be wi bairn bi the Halie Spírit. Her husband Joseph, honest man, hed nae mind tae affront her afore the warld an wis for brakkin aff their tryst hidlinweys; an sae he wis een ettlin tae dae, whan an angel o the Lord kythed til him in a draim an said til him, “Joseph, son o Dauvit, be nane feared tae tak Mary your trystit wife intil your hame; the bairn she is cairrein is o the Halie Spírit. She will beir a son, an the name ye ar tae gíe him is Jesus, for he will sauf his fowk frae their sins.”

Aa this happent at the wurd spokken bi the Lord throu the Prophet micht be fulfilled: Behaud, the virgin wil bouk an beir a son, an they will caa his name Immanuel – that is, “God wi us”.
Whan he hed waukit frae his sleep, Joseph did as the angel hed bidden him, an tuik his trystit wife hame wi him. But he bedditna wi her or she buir a son; an he caa’d the bairn Jesus.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. «List of declarations made with respect to treaty No. 148». Conventions.coe.int. Consultado em 9 de setembro de 2012 
  2. Gaelic Language
  3. Bergs, Alexander (2001). «Modern Scots». Bow Historical Books. Languages of the World. 242: 4. Scots developed out of a mixture of Scandinavianised Northern English during the early Middle English period 
  4. Bergs, Alexander (2001). «Modern Scots». Bow Historical Books. Languages of the World. 242: 50. Scots originated as one form of Northern Old English and quickly developed into a language in its own right up to the seventeenth century 
  5. Sandred, Karl Inge (1983). «Good or Bad Scots?: Attitudes to Optional Lexical and Grammatical Usages in Edinburgh». Ubsaliensis S. Academiae. ACTA Universitatis Upsaliensis. 48: 13. ISBN 9789155414429. Whereas Modern Standard English is traced back to an East Midland dialect of Middle English, Modern Scots developed from a northern variety which goes back to Old Northumbrian 
  6. a b c d A. J. Aitken in The Oxford Companion to the English Language, Oxford University Press 1992. p.894
  7. Stuart-Smith J. Scottish English: Phonology in Varieties of English: The British Isles, Kortman & Upton (Eds), Mouton de Gruyter, New York 2008. p.47
  8. a b The Scottish Government. «Public Attitudes Towards the Scots Language». Consultado em 18 de outubro de 2015 
  9. a b «Scottish National Dictionary (1700–): Scots, adj». Dsl.ac.uk. Consultado em 13 de dezembro de 2016 
  10. «Scottish National Dictionary (1700–): Doric». Dsl.ac.uk. Consultado em 13 de dezembro de 2016 
  11. Peter Buchan, David Toulmin, Buchan Claik: A Compendium of Words and Phrases from the North-east of Scotland, Steve Savage Publishers Limited
  12. A.J. Aitken in The Oxford Companion to the English Language, Oxford University Press 1992. p.892
  13. Traynor, Michael (1953) The English dialect of Donegal Royal Irish Academy, Dublin, p244
  14. Nic Craith M. (2002) Plural Identities—singular Narratives. Berghahn Books. p.107
  15. «Scottish National Dictionary (1700–): Lawland, adj». Dsl.ac.uk. Consultado em 13 de dezembro de 2016 
  16. «Ethnologue». Ethnologue. Consultado em 9 de setembro de 2012 
  17. Tymoczko M. & Ireland C.A. (2003) Language and Tradition in Ireland: Continuities and Displacements, Univ of Massachusetts Press. p. 159
  18. [dictionary.oed.com OED online], Scots, a. (n.)
  19. OED online, Scottish, a. and n.
  20. «Scotslanguage.com - A Brief History of Scots» 
  21. The Stewart Kingdom of Scotland 1371–1603, Caroline Bingham, 1974
  22. Companion to the Oxford English Dictionary, Tom McArthur, Oxford University Press, 1994
  23. «A History of Scots to 1700 (from the Dictionary of the Older Scottish Tongue Vol. 12 p. xxxvi)». Dictionary of the Scots Language. Consultado em 18 de outubro de 2015 
  24. A History of Scots to 1700, DOST Vol. 12 p. xliii
  25. A History of Scots to 1700, pp. lxiii–lxv
  26. A History of Scots to 1700, pp. lxiii
  27. A History of Scots to 1700, pp. lxi
  28. "A Brief History of Scots" in Corbett, John; McClure, Derrick; Stuart-Smith, Jane (Editors)(2003) The Edinburgh Companion to Scots. Edinburgh, Edinburgh University Press. ISBN 0-7486-1596-2. pp. 9ff
  29. Montgomery & Gregg 1997: 572
  30. [Iain Máté] (1996) Scots Language. A Report on the Scots Language Research carried out by the General Register Office for Scotland in 1996, Edinburgh: General Register Office (Scotland).
  31. Steve Murdoch, Language Politics in Scotland (AUSLQ, 1995), p.18
  32. Jane Stuart-Smith (2004). «Scottish English: phonology». In: Bernd Kortmann and Edgar W. Schneider. A Handbook of Varieties of English. [S.l.]: Walter de Gruyter. pp. 48–49. ISBN 3-11-017532-0 
  33. «The Scots Language in education in Scotland» (PDF). Mercator-Education. 2002. ISSN 1570-1239 
  34. T. G. K. Bryce and Walter M. Humes (2003). Scottish Education. [S.l.]: Edinburgh University Press. pp. 263–264. ISBN 0-7486-1625-X 
  35. «Pupils in Scotland, 2008». Scotland.gov.uk. 1 de abril de 2009. Consultado em 9 de setembro de 2012 
  36. «Scottish Census Day 2011 survey begins». BBC News. 26 de março de 2011. Consultado em 21 de julho de 2011 
  37. «Scots language – Scottish Census 2011». Aye Can. Consultado em 21 de julho de 2011 
  38. «How to fill in your questionnaire: Individual question 16». Scotland's Census. General Register Office for Scotland. Consultado em 21 de julho de 2011. Arquivado do original em 1 de março de 2011 
  39. «Scotland's Census 2011: Standard Outputs». National Records of Scotland. Consultado em 12 de dezembro de 2014 
  40. 2011 Census: KS206EW Household language, local authorities in England and Wales (Excel sheet 268Kb)
  41. Aitken A.J. ‘How to Pronounce Older Scots’ in ‘Bards and Makars’. Glasgow University Press 1977
  42. a b A.J. Aitken in The Oxford Companion to the English Language, Oxford University Press 1992. p.897
  43. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.78
  44. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.77
  45. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.79
  46. a b c d e f g h A.J. Aitken in The Oxford Companion to the English Language, Oxford University Press 1992. p.896
  47. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.80
  48. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.102
  49. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual de Scots Moderno . Cambridge University Press. P.112
  50. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.126 ff.
  51. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.113
  52. Beal J. Syntax and Morphology in Jones C. (ed) The Edinburgh History of the Scots Language, Edinburgh,University of Edinburgh Press. p.356
  53. «SND Introduction - Dialect Districts. p.xxxi». Dsl.ac.uk. Consultado em 21 de maio de 2009. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2012 
  54. Grant, William; Dixon, James Main (1921) Manual of Modern Scots. Cambridge, University Press. p.115

Dicionários e outros[editar | editar código-fonte]

Textos[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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