Semente de girassol

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Semente de girassol
Valor nutricional por 100 g (3,53 oz)
Energia 584 kcal (2 440 kJ)
Carboidratos
Carboidratos totais 20.00
 • Açúcares 2.62
 • Fibra dietética 8.6
Gorduras
 • saturada 4.455
 • monoinsaturada 18.528
 • poliinsaturada 23.137
Proteínas
Proteínas totais 20.78
Água 4.73
Cafeína 0
Vitaminas
Vitamina A equiv. 3 µg (0%)
Tiamina (vit. B1) 1.480 mg (129%)
Riboflavina (vit. B2) 0.355 mg (30%)
Niacina (vit. B3) 8.335 mg (56%)
Ácido fólico (vit. B9) 227 µg (57%)
Vitamina B12 0.00 µg (0%)
Vitamina C 1.4 mg (2%)
Vitamina E 35.17 mg (234%)
Vitamina K 0.0 µg (0%)
Minerais
Cálcio 78 mg (8%)
Ferro 5.25 mg (40%)
Magnésio 325 mg (92%)
Fósforo 660 mg (94%)
Potássio 645 mg (14%)
Sódio 9 mg (1%)
Percentuais são relativos ao nível de ingestão diária recomendada para adultos.
Sementes de girassol salgadas.

As sementes de girassol são aquénios de Helianthus annuus, planta da família das Solanáceas (Pamplona, p. 72)[1], que secos e salgados, consomem-se como aperitivo, descascando a casca externa ou pericarpo. Existem poucas variedades de sementes de girassol, dependendo do cultivar da planta. Além de se empregar na alimentação humana, algumas delas usam-se na alimentação animal, especialmente de aves.

Consumo[editar | editar código-fonte]

Existem três formas mais comuns de consumo desse alimento: crua (depois de terem sido secas), torrada (se o tempo para tostá-las for muito longo perde-se muitas propriedades nutritivas) e amassada em purê (tritura-se a semente sem a casca até formar uma pasta homogênea) (Pamplona p. 73)[1].

Uso medicinal[editar | editar código-fonte]

A semente de girassol é um dos alimento muito ricos em vitamina E, vitamina B1, magnésio, ferro fósforo e cálcio (ibid., p. 72)[1]. Seu aporte de nutrientes faz com que seu consumo seja indicado em casos: de arteriosclerose, afecções cardíacas, quando há excesso de colesterol, afecções da pele, afecções nervosas, diabetes, afecções cancerosas e até mesmo para suprir necessidades nutritivas (ibid., p. 72-73)[1].

Arteriosclerose[editar | editar código-fonte]

A grande quantidade de ácido linoleico e vitaminas B1 e E a torna muito útil em caso de arteriosclerose ou excesso de colesterol (ibid., p. 73)[1].

Referências

  1. a b c d e Roger, Jorge Pamplona (2015). O Poder Medicinal dos Alimentos. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira. 272 páginas. ISBN 85-345-0979-4