The Omen

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Disambig grey.svg Nota: Se procura o remake de 2006 deste filme, veja The Omen (2006).
The Omen
O Génio do Mal (PT)
A Profecia (BR)
 Reino Unido/ Estados Unidos
1976 •  cor •  111 min 
Direção Richard Donner
Roteiro David Seltzer
Elenco Gregory Peck
Lee Remick
David Warner
Billie Whitelaw
Gênero Terror, Suspense
Música Jerry Goldsmith
Edição Stuart Baird
Distribuição 20th Century Fox
Lançamento Reino Unido 6 de junho de 1976
Estados Unidos 25 de junho de 1976
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

The Omen (no Brasil, A Profecia e em Portugal, O Presságio) é um filme de 1976, baseado no livro de David Seltzer e estrelado por Gregory Peck, Lee Remick, David Warner, Harvey Stephens, Billie Whitelaw, Patrick Throughton, Martin Benson e Leo McKern. A sequencia do filme é chamada Damien: Omen II.

A Profecia[editar | editar código-fonte]

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O primeiro filme conta a infância de Damien Thorn (Harvey Spencer Stephens), trocado após o seu nascimento pelo filho natimorto de Robert Thorn (Gregory Peck), embaixador americano no Reino Unido. Damien agora tem 5 anos de idade. O que o diplomata e sua família não sabem é que ele é na verdade filho de Satã, nascido de um chacal na sexta hora do sexto dia do sexto mês, e destinado a ser o Anticristo. Um padre que sabe da verdade sobre Damien alerta um cético Robert sobre o que seu filho realmente é. Robert só começa a acreditar no aviso do padre após uma série de mortes bizarras de pessoas ligadas de alguma forma à Damien - a começar pela sua primeira babá, o próprio padre em questão e a esposa de Robert.

Auxiliado pelo fotógrafo Keith Jennings, que tem motivos para acreditar em ser a provável próxima vítima de Damien, Robert vai à Israel para pegar com um certo Bugenhagen, como havia indicado o padre, a única coisa que pode destruir o Anticristo - sete adagas sagradas. Atordoado pelo dever de matar seu próprio filho, ele só se decide após ver a morte de Jennings se confirmar. De volta à sua casa, Robert confirma suas suspeitas após cortar um pouco do cabelo de Damien, enquanto este dorme, e ver a marca da besta, o número 666, no couro cabeludo. Robert, entretanto, é impedido de matar Damien pela nova babá deste, Mrs. Baylock - revelada como uma apóstola de Satã.

Após matar Baylock, o embaixador foge com Damien em direção à uma igreja, para matá-lo em um altar, como Bugenhagen havia lhe aconselhado. Entretanto, a alta velocidade de seu carro atrai a polícia. Os policiais chegam à igreja no momento em que Robert vai desferir a adaga contra Damien. Ao verem tal cena, atiram em Robert, matando-o antes que ele pudesse assassinar seu filho, que termina o filme de mãos dadas com o presidente dos Estados Unidos e sorrindo.

Um remake deste primeiro filme foi lançado intencionalmente no dia 6 de junho de 2006 (666), com Damien sendo interpretado por Seamus Davey-Fitzpatrick. Esta primeira versão foi exibida no Brasil no final da década de 80 pela Rede Record de Televisão.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • No livro que inspirou a série, o nome do pai adotivo de Damien não é Robert Thorn, e sim Jeremy Thorn, assim como o nome do jornalista que auxilia Thorn em sua investigação não é Keith Jennings e sim Haber Jennings.
  • Uma "maldição" teria ocorrido com pessoas envolvidas no primeiro filme, durante as filmagens: aviões em que se encontravam o escritor David Seltzer e o ator Gregory Peck foram atingidos por raios; um hotel onde estava o diretor, Richard Donner, sofreu um atentado à bomba pelo IRA; Gregory Peck cancelou uma viagem à Israel, e o avião que tomaria se acidentou, matando todos a bordo; um funcionário do safári onde realizou-se uma cena foi atacado e morto por um leão no dia seguinte após o set deixar o local; cães Rottweiler escalados para o filme para serem servos de Damien atacaram seus treinadores. O filho do ator principal Gregory Peck cometeu suicídio pouco antes das gravações. O responsável pelos efeitos especiais, Jonh Richardson, sofreu um acidente de carro que acabou cortando seu assistente ao meio pela roda dianteira. Quando ele desceu do carro avistou uma placa que dizia Ommen 66,6.[1]
  • Pelo primeiro filme, Jerry Goldsmith levou seu único Oscar, como compositor da trilha sonora, com seus cânticos Versus Christus Ave Satani (contra Cristo, salve Satã).
  • William Holden foi chamado para ser Robert Thorn, no primeiro filme da série. Acabou recusando quando soube tratar-se de um filme sobre o demônio, e Gregory Peck foi escolhido em seu lugar. Após o enorme sucesso alcançado pelo primeiro A Profecia, Holden aceitou fazer Richard Thorn, no segundo filme da série.
  • A música "The Number of the Beast", do grupo Iron Maiden, teria sido inspirada num pesadelo que o líder da banda, Steve Harris, teve com o segundo filme da série.
  • Há um quarto filme da série, feito especialmente para a TV. O protagonista é a filha de Damien, fruto de sua relação com a repórter Kate Reynolds, no terceiro filme.
  • Os intérpretes de Damien e Kate no terceiro filme, Sam Neill e Lisa Harrow, respectivamente, namoraram durante as filmagens e tiveram um filho, Tim.
  • Todos os atores que interpretaram Damien Thorn nos três filmes originais da série tiveram seus cabelos pintados de preto para as filmagens.
  • Damien é parodiado num episódio homônimo do desenho South Park. Ele aparece com seu pai (Satã) e Jesus.
  • Apesar de soar parecido com "Demon" (em português, "demônio"), o nome Damien não tem relação etimológica com a palavra, sendo até associado com figuras santas, como São Cosme e Damião.
  • A "profecia" que dá título à série, desvendada no primeiro filme por Robert Thorn e Keith Jennings, é a seguinte: quando os judeus retornarem à Sião (a criação do estado de Israel) / e um cometa varar o céu / o Sagrado Império Romano (que seria a União Europeia) se erguerá / e você e eu iremos morrer. / Do mar eterno (interpretado como o mundo da política) ele se ergue / criando exércitos em ambas as costas / virando o homem contra seu irmão / até o homem deixar de existir.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]