The Usual Suspects
The Usual Suspects
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| Cartaz do filme | |
| No Brasil | Os Suspeitos |
| Em Portugal | Os Suspeitos do Costume |
1995 • cor • 106 min | |
| Gênero | drama policial |
| Direção | Bryan Singer |
| Produção |
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| Roteiro | Christopher McQuarrie |
| Elenco | |
| Música | John Ottman |
| Cinematografia | Newton Thomas Sigel |
| Direção de arte | Howard Cummings |
| Figurino | Louise Mingenbach |
| Edição | John Ottman |
| Companhias produtoras |
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| Distribuição |
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| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 6 milhões[1] |
| Receita | US$ 23 341 568[1] |
The Usual Suspects (bra: Os Suspeitos[2]; prt: Os Suspeitos do Costume[3]) é um filme teuto-norte-americano de 1995, dos gêneros drama e policial, dirigido por Bryan Singer com roteiro de Christopher McQuarrie.
O filme segue o interrogatório de Roger "Verbal" Kint, um golpista que é um dos únicos sobreviventes de um massacre realizado em um navio atracado no Porto de Los Angeles. Ele conta ao interrogador uma complicada história sobre os eventos que levaram ele e outros quatro criminosos ao barco, e sobre o misterioso chefão que encomendou o ataque, um homem chamado Keyser Söze. Usando flashbacks e narração, a história de Kint fica cada vez mais complexa.[carece de fontes]
The Usual Suspects teve um orçamento de seis milhões de dólares e começou com um título tirado de uma coluna da revista Spy, inspirada por uma fala do personagem interpretado por Claude Rains no filme Casablanca. Singer achou que seria um bom nome para um filme.[carece de fontes]
Sinopse
[editar | editar código]Enquanto está gravemente ferido em um navio atracado na Baía de San Pedro, o criminoso veterano Dean Keaton é abordado por uma figura misteriosa que ele chama de “Keyser”. Essa figura atira em Keaton, matando-o, e depois incendeia o navio.
Seis semanas antes, em Nova York, Keaton e Verbal são presos junto com outros criminosos: Michael McManus, Fred Fenster e Todd Hockney. Eles participam de uma fila de reconhecimento como suspeitos de um roubo de caminhão, crime que nenhum deles admite ter cometido. Enquanto aguardam na cela da delegacia, os cinco criam uma certa amizade, e McManus sugere que façam um assalto como vingança contra a polícia de Nova York.
No dia seguinte, a polícia encontra 27 corpos e apenas dois sobreviventes: Arkosh Kovash (“Ákos Kovács”), um mafioso húngaro com queimaduras graves, internado no hospital; e Roger “Verbal” Kint, um golpista com deficiência física. O agente da Alfândega dos Estados Unidos, Dave Kujan, vai de Nova York a Los Angeles para interrogar Verbal. Enquanto isso, os suspeitos ficam em um escritório emprestado do sargento da polícia de Los Angeles Jeff Rabin, e o agente do FBI Jack Baer visita Kovács no hospital. Em um longo relato em flashback, Verbal conta os acontecimentos que levaram ele, Keaton e os outros até o navio.
Tentando abandonar o crime, Keaton recusa no início, mas acaba aceitando participar do roubo de um contrabandista de joias escoltado por policiais corruptos. O golpe rende milhões em esmeraldas e resulta na prisão de mais de cinquenta policiais, após suas atividades ilegais serem vazadas para a imprensa. Depois disso, eles vão à Califórnia para vender as joias por meio de um homem chamado Redfoot, que os envolve em outro assalto. Esse golpe dá errado, e eles acabam matando o alvo, descobrindo depois que ele transportava heroína sintética.
Pouco tempo depois, o grupo descobre que tudo foi organizado por um advogado chamado Kobayashi, que diz representar Keyser Söze — um misterioso chefe do crime turco que virou lenda ao matar a própria família enquanto ela era mantida refém por rivais húngaros. Após enterrar a família e matar seus inimigos, Söze teria desaparecido e passado a agir apenas nas sombras, por meio de intermediários que muitas vezes nem sabem que trabalham para ele. No mundo do crime, Söze é visto como uma figura assustadora, e muitos acreditam que ele talvez nem exista de verdade.
Kobayashi conta ao grupo que Söze mandou prendê-los em Nova York depois que eles chamaram sua atenção ao roubá-lo sem saber. Para continuarem vivos, eles precisam destruir uma carga de cocaína avaliada em 91 milhões de dólares, que seria levada por traficantes argentinos até a Baía de San Pedro para ser vendida a uma gangue húngara. Mesmo relutantes, eles aceitam o trabalho depois que Fenster é morto ao tentar fugir e depois que Kobayashi ameaça suas famílias quando eles tentam atacá-lo em seu escritório.
Durante o interrogatório, Kujan descobre que não havia cocaína no navio e que Söze foi visto a bordo. No hospital, Baer descobre que Kovács viu Söze pessoalmente e pede que um retrato falado seja feito. No final do relato de Verbal, ele e seus companheiros atacam o navio e matam vários criminosos argentinos e húngaros, apenas para descobrir que não existe cocaína ali. Um atirador desconhecido mata Hockney, McManus, Keaton e um prisioneiro em uma das cabines. Depois disso, a figura misteriosa incendeia o navio, enquanto Verbal observa escondido no cais.
Kujan descobre que o prisioneiro morto era Arturo Marquez, um contrabandista que escapou da justiça ao afirmar que poderia identificar Söze. Na verdade, os argentinos não estavam vendendo cocaína, mas sim Marquez — o único homem capaz de reconhecer Söze — para seus inimigos. Kujan também descobre que Marquez era cliente da advogada Edie Finneran, namorada de Keaton, que havia sido assassinada recentemente. Com isso, Kujan conclui que Keaton era Keyser Söze e que organizou o ataque ao navio para matar Marquez e fingir a própria morte. Verbal confirma essa versão, mas se recusa a depor no tribunal. Sua fiança é paga, e ele é libertado.
Pouco depois, Kujan percebe que Verbal inventou toda a história, criando o relato na hora a partir de objetos e nomes que viu espalhados no escritório de Rabin. Do lado de fora, Verbal passa a andar normalmente, sem mancar, e mostra que sua mão não tinha nenhuma deficiência. Enquanto Kujan corre atrás dele, chega à delegacia o retrato falado de Söze — que se parece com Verbal. Segundos antes de Kujan alcançá-lo, Verbal entra em um carro dirigido por “Kobayashi” e desaparece.
Elenco
[editar | editar código]- Kevin Spacey — Roger "Verbal" Kint/Keyser Soze
- Benicio Del Toro — Fred Fenster
- Stephen Baldwin — Michael McManus
- Gabriel Byrne — Dean Keaton
- Kevin Pollak — Todd Hockney
- Chazz Palminteri — Dave Kujan
- Pete Postlethwaite — Kobayashi
- Suzy Amis — Edie Finneran
- Giancarlo Esposito — Jack Baer
- Dan Hedaya — Jeff Rabin
- Christine Estabook — dra. Plummer
Prêmios e indicações
[editar | editar código]Oscar 1996
- Venceu
- Melhor ator coadjuvante (Kevin Spacey)[4]
- Melhor roteiro original[4]
Globo de Ouro 1996
- Indicado
Referências
- ↑ a b c «The Usual Suspects». Box Office Mojo (em inglês). IMDb. 1995. Consultado em 23 de julho de 2022
- ↑ a b Os Suspeitos no AdoroCinema
- ↑ «Os Suspeitos do Costume». no CineCartaz (Portugal)
- ↑ a b «68.º Oscar - 1996». CinePlayers. Consultado em 28 de março de 2019
- ↑ «53.º Globo de Ouro - 1996». CinePlayers. Consultado em 28 de março de 2019
- Filmes dirigidos por Bryan Singer
- Filmes com trilha sonora de John Ottman
- Filmes dos Estados Unidos de 1995
- Filmes em língua inglesa
- Filmes policiais dos Estados Unidos
- Filmes ambientados na Califórnia
- Filmes premiados com o Oscar de melhor ator coadjuvante
- Filmes premiados com o Oscar de melhor roteiro original
- Filmes sobre psicopatas
- Filmes premiados com o BAFTA de melhor roteiro original
- Saturno de melhor filme de ação
- Filmes de drama dos Estados Unidos
- Filmes da Alemanha de 1995
- Filmes policiais da Alemanha
- Filmes de drama da Alemanha
- Filmes com narrativa não linear
- Filmes noir
- Filmes premiados com o BAFTA de melhor edição
- Filmes independentes dos Estados Unidos
- Filmes independentes da década de 1990
- Ficção com narradores não confiáveis
