Wu Zetian

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Imperatriz Wu Zetian

Wu Zetian (em chinês simplificado: 武则天; chinês tradicional: 武則天; pinyin: Wǔ Zétiān); 625 - 16 de dezembro de 705), conhecida como Imperatriz Wu, foi a única mulher na história da China que ocupou o trono imperial. Embora outras mulheres tenham tido influência sobre o poder, com posição de imperatrizes consortes ou regentes, a Imperatriz Wu foi a única que reinou como soberana, chegando a proclamar a sua própria dinastia, a que chamou Zhōu (周), numa tentativa de que o seu reinado evocasse o esplendor idealizado da antiga dinastia Zhou. Esta nova dinastia interrompeu brevemente a dinastia Tang, que seria restaurada após a sua abdicação forçada, poucos meses antes da sua morte.

Seu nome em chinês, Wǔ Zétiān, é uma combinação do seu apelido Wu e do seu nome póstumo Zetian. O seu nome pessoal era Wǔ Zhào (武曌), nome que tomou quando se fez com o poder, e para ele que chegou a inventar um carácter, com o fim de ter um nome único. Antes era conhecida com nomes diversos: durante o seu reinado utilizou o nome de Shèngshén Huángdì (聖神皇帝 / 圣神皇帝), utilizando o título huángdì atribuído pelo primeiro imperador Qin Shi Huang, e que se traduz simplesmente como "Imperador".

Uma mulher pretender ocupar o posto de huángdì foi motivo para escandalizar muitos dos intelectuais da época, que viam na subida ao trono de uma mulher uma violação das normas do confucionismo. A Imperatriz Wu tentou calar estas críticas mediante o patrocínio do budismo, promovendo interpretações da doutrina budista que davam legitimidade ao seu reinado.

Juventude[editar | editar código-fonte]

Zetian Wuhou 則天武后 era também outro nome por que era conhecida, embora Zetian seja uma designação de um cargo e não um nome próprio, como comprova o Zetian Gate, em Luoyang (onde se proclamou huangdi):“ Se, como Imperatriz, o seu nome pessoal tivesse sido Zetian, seria tabu dar o mesmo nome à entrada do palácio.[1] No entanto, não se sabe o seu verdadeiro nome próprio, pois, numa sociedade confucionista “o nome das mulheres já tinha sido há muito eliminado e eclipsado por um sistema social e político patriarcal.”[2]

Filha de Wu Shihou, que detinha um cargo oficial, e Madame Yang (da linhagem da família imperial Sui), Wu Zhao pertencia à nobreza.[3]

Por esta altura, apesar da sociedade chinesa ser uma sociedade patriarcal, as mulheres desfrutavam de uma relativa liberdade, comparando com outras épocas. Por essa razão, Wu Zhao teve a oportunidade de estudar a escrita e música chinesas. Isto vem-lhe a ser útil mais tarde, quando o imperador Taizong 太宗 aceita Wu Zhao no seu harém como uma consorte de nível cinco, que corresponde ao título “Senhora de Talentos” (Cairen 才人) , aos 13 anos. Wu Zhao, por esta altura, já demonstrava uma atitude bastante determinada como se vê neste excerto:

“O imperador tinha um cavalo muito selvagem que ninguém conseguia dominar e então pediu às mulheres do seu palácio alguns conselhos. Wu respondeu, ‘Eu consigo controlá-lo [o cavalo], mas irei precisar de três coisas: primeiro, um chicote de ferro; segundo, um bastão de ferro; e terceiro, um punhal. Se o chicote de ferro não o levar a obedecer eu usarei o bastão de ferro para lhe bater na cabeça, e se isso não resultar eu usarei o punhal para cortar a sua garganta.”[4]

Esta destreza feminina impressionou Taizong, empregando-a como sua secretária durante os próximos dez anos. Segundo o autor, Yuen Ting Lee, após a morte do imperador Taizong em 649, a “Senhora de Talentos” foi enviada para o templo budista Ganye. Mas ao invés de passar o resto da sua vida como uma freira budista, o filho de Taizong, Gaozong, que sucedeu a seu pai tornando-se imperador, visita-a no primeiro aniversário da morte do seu pai. Tendo sempre uma estima especial por Wu, o imperador afasta-a do templo e leva-a de novo para a corte, desta vez nomeando-a “Lady of Bright Countenance” (zhaoyi 昭裔). Levou pouco tempo até que tivesse dois filhos com Gaozong, algo que não tinha conseguido com Taizong, e que também não tinha conseguido a imperatriz Wang, mulher de Gaozong.[5]

Ascensão[editar | editar código-fonte]

A imperatriz Wang, não conseguiu conceber qualquer filho com Gaozong, algo que Wu Zhao tinha feito com bastante sucesso. A relação entre as duas era tensa, pois não só Wu Zhao tinha concebido quatro filhos com o imperador, como também era uma das suas concubinas preferidas, devido ao seu elevado grau de inteligência. As histórias sobre o que terá levado à morte da imperatriz Wang envolvem Wu, concedendo-lhe uma personalidade bastante fria e até maquiavélica. A história mais popular conta da seguinte forma:

“Pouco depois da Imperatriz Wang brincar com a bebé, Wu matou a sua própria recém-nascida e culpou a Imperatriz Wang do assassinato. Gaozong acreditou nisto e rapidamente dispensou a sua Imperatriz e promoveu Wu Zhao à mesma posição; ela imediatamente mandou Wang e Xiao[6] para a morte e exilou os seus familiares e apoiantes.”[7]

Desde cerca de 660 que a imperatriz tinha uma presença muito acentuada no trato de assuntos do governo, devido ao facto do imperador ter sofrido um AVC e ter perdido a visão. A imperatriz não detinha qualquer poder, o imperador ainda possuía a posição hierárquica mais elevada, mas acredita-se que as suas opiniões e conselhos eram preponderantes para o imperador. Este caso é conhecido como “governando por trás da cortina”:

“A partir desta altura, cada vez que o imperador efetuava as suas taredas, a Imperatriz

Wu sentava-se por trás da cortina. Em qualquer dos temas

Do governo, ambos ouviam juntos todos

Os assuntos.”[8]

(“Comprehensive Mirror for Aid in Government”)

Imperatriz e Huangdi[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Enquanto imperatriz, Wu Zhao apercebeu-se do talento de uma jovem escrava na corte, Shangguan Wan’er. Esta jovem de 14 anos chamou a atenção da imperatriz através da sua inteligência e grande talento para a literatura. Esta jovem tornou-se rapidamente uma companhia permanente de Wu Zhao, ajudando-a a organizar competições de poesia, propondo o aumento da biblioteca imperial, e trazendo mais estudiosos para a corte. Esta é a razão pela qual existiram grandes poetas durante esta dinastia. Grande parte deles foram contemporâneos a Wu Zhao, pela simples razão de que se formaram durante o tempo em que Wu governava e preparava o caminho e formação destes autores.[9]

Outra grande conquista da imperatriz adveio desta relação com Wan’er. O sistema de recrutamento de oficiais afastou-se dos critérios de integridade e de boa conduta, para critérios mais focados no talento e capacidades intelectuais. Desta forma o número de oficiais pertencentes a clãs poderosos diminuiu, dando lugar a estudiosos e talentosos aristocratas.

Nesta área a sua maior irreverência, como huangdi, foi a introdução de novos carateres chineses. Eram entre 10 e 30 carateres que pretendiam substituir alguns carateres clássicos. O carater “zhao” 曌 (de onde vem o seu nome Wu Zhao) era um dos novos carateres conhecidos como “Chinese Characters of Empress Wu” ou “Zetian Characters”.[10] Apesar de estes terem desaparecido após a queda da sua dinastia, continuam a ser utilizados nalguns dialetos.

Este carater (曌) é de grande importância para a própria Wu Zhao. Pela primeira vez tinha um nome próprio, reconhecido por todos. Depois de vários títulos, como “Zetian, “Cairen”, entre outros, Wu era agora conhecida pelo seu nome: Wu Zhao - único na história da China.

Política[editar | editar código-fonte]

Durante a sua governação, Wu também conseguiu expandir o território de uma forma espantosa, sem iniciar grandes conflitos ou guerras. Além disso, ou por essa mesma razão, a sua influência cultural nos países circundantes, como o Japão e a Coreia, era dominante.[11]

Em relação à agricultura, também muito foi feito durante a dinastia Zhou, como compilação de livros sobre agricultura, construção de sistemas de irrigação, redução de impostos, e outros medidas de reforma agrária.

Mas uma das suas maiores conquistas em termos políticos, reserva-se à reabertura da Rota da Seda, que estava fechada desde 682, devido à praga. Desta forma volta a reabrir a China ao mundo, e a aumentar as trocas comerciais e culturais entre povos.[12]

Religião[editar | editar código-fonte]

Wu Zhao tinha uma grande ligação ao budismo, através da sua mãe, e o taoísmo devido à sua ligação profunda com o governo. Prova destas ligações pode ser encontrada em obras e registos da época. Ainda antes de tornar o budismo como religião oficial, durante o seu tempo de “governação por trás da cortina”.

Em relação ao taoísmo existem registos da participação da imperatriz em vários rituais da religião. Como por exemplo xiancan, toulong e fengshan. Esta participação nos rituais não tinha só motivos religiosos por trás, também eram claros os motivos políticos, como David Sevillano-López descreve nos excertos seguintes:

“O ritual xiancan foi realizado quatro vezes pela Imperatriz Wu entre 656 e 683, […] estava associado à sericultura, e procura propiciar uma boa produção de seda, mas também serviu para legitimar a sua crescente autoridade política.”

“O fengshan [foi] celebrado no monte Tai泰山no ano 666. […] Ao justificar a necessidade da participação da mulher neste sacrifício realizado ao Céu e à Terra, Wu Zetian pretendia consolidar a sua posição na corte, validando a sua participação aberta e ativa na vida política…” [13]

A implementação da dinastia Zhou só foi possível com a ajuda da igreja budista, e provavelmente o reconhecimento do budismo como religião oficial, foi uma forma de pagar este favor. Um dos exemplos desta ajuda budista está presente nos comentários ao “Great Cloud Sutra” (escrito 200 anos antes de Wu Zhao). O documento original descreve que a “Donzela Celestial de Pureza e Luz” irá reinar “sobre o território de um país com o corpo de uma mulher”. Os comentários budistas utilizam então este excerto (entre outros) para justificar vários eventos que levaram a que Wu Zhao ocupasse a posição de huangdi. Justificando, assim, uma aparente “usurpação” do trono como uma ascensão natural.[14]

Ainda relativamente ao carater “zhao”, que veio a fazer parte do seu nome, existe uma ligação bastante intrínseca às três principais religiões e filosofias da época: confucionismo, budismo e taoísmo. O carater (曌) tem o símbolo do sol e da lua, bastante importantes a qualquer uma delas. Relativamente ao confucionismo, podemos encontrar referências no clássico “Book of Songs”: “O sol e a lua iluminam de cima o reino em baixo.”[15] Esta ideia de iluminação também está presente no Budismo, principalmente na divindade Vairocana, com a qual Wu Zhao se identifica, que significa “Iluminando Universalmente”, assim como com Amitabha (outra divindade budista) que significa “Brilho Imensurável”.[16] E no que diz respeito ao taoísmo, este paralelismo de sol (luz) e lua (sombra, escuridão) também fazem sentido em relação à ideia de complementaridade que os opostos têm (ying e yang)[17]. Logo, o seu novo nome não era apenas uma decisão pessoal, também tinha um significado político e religioso importante.

Artes[editar | editar código-fonte]

A própria Wu Zhao foi autora de alguns poemas. Poemas como “Set to the tune” sobre o seu falecido marido Taizong e “Acompanying the Emperor on a Visit to Shaolin Temple” escrito depois do falecimento da sua mãe[18], mostram a sua dor, sofrimento e solidão desta mulher.

Também o poema “Proclaiming an Imperial Visit to the Shanglin Park on the Eight Day of the Twelfth Month” mostra como não seria fácil para uma mulher impor-se numa sociedade patriarcal como era a sociedade chinesa desta época. Neste poema Wu Zhao faz uma introdução onde descreve uma conspiração que planeavam contra ela: “…alguns oficiais pretendiam levar-me a visitar o Parque Shanglin […], de facto, eles estavam a planear uma conspiração.[19]

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Durante o reinado de Wu Zhao dois monumentos de grande importância, por razões diferentes, foram construídos. O primeiro pela sua complexidade arquitetónica, Mingtang, e o segundo pela irreverência da sua mensagem, Tianshu.[20]

Num poema de Chen Zi’ang (661-702), conselheiro da imperatriz, o autor demonstra algumas preocupações em relação à extravagância de algumas obras encomendadas:

“Ouvi dizer que o Buda

Ensinava uma doutrina pura.

Mas se assim é, para quê

Tantos ídolos de madeira dourados?”[21]

(Tradução de António Ramos Rosa)

“O Mingtang (Salão da Iluminação) era uma construção de grande importância relacionada com o poder imperial, símbolo de um governo virtuoso” [22]. Esta obra foi iniciada pelo Imperador e finalizada durante a governação de Wu Zhao. De todos os Mingtang construídos, os mais conhecidos são os de Wang Mang e Wu Zhao, pelo simples facto de ambos necessitarem de legitimar o seu governo, pois tinham “usurpado o trono”.

Fim da Dinastia Zhou[editar | editar código-fonte]

A partir de 701 a sua governação começava a chegar ao fim. As irreverências de Wu Zhao, nomeadamente do foro pessoal, começavam a deixar várias pessoas desconfortáveis. Wu tinha, nesta altura, 80 anos, e detinha um vasto leque de amantes jovens. Isso era visto como uma afronta à dignidade e bom comportamento que um governante deve ter. Além disso, a partir de 704, Wu Zhao encontrava-se doente, e consequentemente as suas preocupações em relação a assuntos do estado começaram a diminuir.[23]

Devido a esta grande contestação, a huangdi, desconfiando de todos à sua volta, começou uma “purgação” da corte, expulsando vários elementos cruciais, o que só levou ao enfraquecimento da sua entourage. Desta forma, não foi difícil expulsá-la do poder. Em 704, ao assassinarem os seus dois amantes, Wu Zhao acaba por abdicar da sua posição, dando lugar ao seu filho Zhongzong, e à sua mulher, Wei. Wu Zhao acaba por morrer um ano depois.[24]

Wu Zhao é enterrada na província de Shanxi, mas mesmo durante a sua morte continua a causar controvérsia. O seu túmulo encontra-se em branco, não se sabendo qual a razão. Alguns autores defendem que a própria Wu Zhao não queria escrever nada sobre si própria, e queria deixar nas mãos dos outros a responsabilidade de a representarem como entenderem. Outros autores, como Mike Dash, comparam com o que aconteceu à rainha Hatshepsut do Egito, onde foi recusado inscrever qualquer epitáfio no seu túmulo na esperança de que o seu reinado fosse esquecido.[25]



Precedido por
Ruizong
Imperatriz da China
690 - 705
Sucedido por
Zhongzong
  1. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 2
  2. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 4
  3. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 17
  4. LEE, Yuen Ting; Wu Zhao: Ruler of Tang Dinasty China; Revista: Education About Asia, vol.20, nº 2, 2015; pág. 15
  5. LEE, Yuen Ting; Wu Zhao: Ruler of Tang Dinasty China; Revista: Education About Asia, vol.20, nº 2, 2015; pág. 16
  6. Xiao era outra das concubinas preferidas de Gaozong
  7. LEE, Yuen Ting; Wu Zhao: Ruler of Tang Dinasty China; Revista: Education About Asia, vol.20, nº 2, 2015; pág. 16
  8. RHEE, Jong Min; Empress Wu Of The Tang Dynasty: Becoming The Only Female Emperor In China; Faculty Of The Graduate School, University Of Southern California, 2008; pág. 35
  9. PETTERSON, Barbara Bennett; Notable Women of China: Shang Dynasty to the Early Twentieth Century; Routledge, 2016
  10. http://www.ancient.eu/Wu_Zetian/
  11. LEE, Yuen Ting; Wu Zhao: Ruler of Tang Dinasty China; Revista: Education About Asia, vol.20, nº 2, 2015; pág. 16
  12. http://www.ancient.eu/Wu_Zetian/
  13. SEVILLANO-LÓPEZ, David; El Ritual Toulong En La Corte De La Emperatriz Wu Zetian. Materiales Epigráficos; Universidad Complutense de Madrid, 2013; pág. 227
  14. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 146
  15. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 9
  16. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 10
  17. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 10
  18. CHANG, Kang-I Sun, SAUSSY, Haun, KWONG, Charles Yim-tze; Women Writers of Traditional China: An Anthology of Poetry and Criticism; Stanford University Press, Standford, 1999
  19. CHANG, Kang-I Sun; SAUSSY, Haun; KWONG, Charles Yim-tze; Women Writers of Traditional China: An Anthology of Poetry and Criticism; Stanford University Press, Standford, 1999; págs. 47-19
  20. A sua utilidade não era nada mais do que representar um símbolo de união entre as três comunidades chinesa, indiana e persa, a sua construção não foi bem aceite. Mais controverso ainda foi a adição do texto comemorativo: “Pilar Celestial de la miríada de países que exaltan los meritos de la Gran Dinastia Zhou”. Este foi destruído aquando da queda da dinastia Zhou. - LÓPEZ-SEVILLANO, David; Construcciones de prestigio de la emperatriz Wu Zetian: Mingtang y Tianshu; Revista Digital Científica Independiente de Arqueologia, nº 3, 2015; pág. 54
  21. ABREU, António Graça de, JOSÉ, Carlos Morais; Quinhentos Poemas Chineses; Veja, Lisboa, 1ª edição, 2014; pág. 108
  22. LÓPEZ-SEVILLANO, David; Construcciones de prestigio de la emperatriz Wu Zetian: Mingtang y Tianshu; Revista Digital Científica Independiente de Arqueologia, nº 3, 2015; pág. 49
  23. ROTHSCHILD, N. Harry; Wu Zhao: China’s Only Woman Emperor; Pearson Longman: University of North Florida; 2008; pág. 197
  24. http://www.ancient.eu/Wu_Zetian/
  25. http://www.ancient.eu/Wu_Zetian/