Xenocentrismo

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Xenocentrismo é um neologismo politico, conhecido como o antônimo de etnocentrismo. Xenocentrismo é a preferência por produtos, estilos ou ideias de outras cultura, em vez de sua própria.[1] O conceito é considerado uma visão subjetiva de relativismo cultural.[2] Um exemplo é a romantização do nobre selvagem entre os Séculos XV, XVI, XVII, XVIII e XIX e início do Século XX e o movimento primitivismo na arte, na filosofia e na etnografia durante as décadas de 1890, 1900, 1910, 1920, 1930, 1940 e 1950, décadas amplamente ligadas a uma forte voga do movimento Modernismo nas artes ocidentais e ocidentalizadas[3] Por mais que essas ideologias são consideradas erradas, preconceituosas e taxadas de racistas, colonialistas e eurocêntricas pelo politicamente cultural da atualidade, principalmente para se respeitar a cultura e a moral dos índios, bosquímanos e aborígenes como a mente doutrinada a militância marxista cultural indígena que está rolando tanto no Novo Mundo, no Novíssimo Mundo, assim como também no Velho Continente, embora esse último Continente que era o único descoberto na época medieval e pré-coloniais é ecossistemicamente não saudável para os índios e africanos nativos, mas muitos africanos nativos tem imigrado para o Velho Continente desde a Década de 1960[4], contrariando com o que acontecia entre o Século XV e a Década de 1960, quando 50 a 60 milhões de europeus imigraram para os Novos Continentes localizado no além-mar[5], motivando a marginalização e o repúdio dessas ideologias que foram consideradas como "xenocentricas" durante as épocas coloniais e pelos séculos XVIII, XIX e XX , o Museu de Quai Branly ao mostrar objetos feitos por índios e bosquímanos como obras de arte, a criação do Museu Afro Brasil (São Paulo, na América) e a remoção de palavras como "Mouro", "Anão", "Escravo", "Selvagem", "Negro", "Preto", "Esquimó", "Cigano", "Hotentote", "Bugio", "Mico Leão Dourado", e outras palavras consideradas racistas e ofensivas dos nomes e descrições de obras de artes holandesas feitas entre os séculos XV e XX, principalmente as que foram feitas em épocas coloniais, numa época em que teve o auge do Império colonial batavo que fazia com que criaturas como índios, cacatuas, bosquímanos, frutas nativas da África, Ásia, Oceania e América, etc serem parte das pinturas holandesas que tiveram seus nomes trocados no Século XXI para se adequar à língua da atualidade podem ser mostradas como exemplo de que as ideologias "xenocêntricas" sejam consideradas como eurocêntricas na atualidade[6][7]

Origens do termo[editar | editar código-fonte]

Xenocentrismo tem recentemente sido usando na filosofia social para descrever uma disposição ética particular. O etnocentrismo, como cunhado pelo professor William Graham Sumner, da Universidade Yale, descreve as tendências naturais de um indivíduo em colocar um valor desproporcional sobre os valores e crenças de uma cultura própria em relação a outras.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências