Ai Weiwei

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Ai Weiwei
Ai Weiwei em 2007
Conhecido(a) por Estádio Nacional de Pequim
Nascimento 28 de agosto de 1957 (57 anos)
República Popular da China Pequim
Nacionalidade República Popular da China chinês
Ocupação artista plástico
desenhista

Ai Weiwei (Pequim, 28 de agosto de 1957) é um artista chinês, designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e ativista social.

Trabalho artístico[editar | editar código-fonte]

Ai Weiwei foi o assessor artístico na construção do Ninho de Pássaro (Estádio Nacional de Pequim) onde foram celebrados os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008, que foi uma empreitada conjunta entre os arquitetos Jacques Herzog e Pierre de Meuron de Herzog & de Meuron, o arquiteto Stefan Marbach e Ai Weiwei.[1]

Trabalho como ativista[editar | editar código-fonte]

Foi especialmente conhecido por suas críticas à construção de uma instalação escolar destruída durante o terremoto de Sichuan de 2008. Em novembro de 2010, ficou em prisão domiciliar depois de anunciar a organização de uma confraternização para o dia 7 de novembro em Xangai, com a que pretendia denunciar a demolição do seu estúdio nessa cidade, ação ordenada e executada pelas autoridades chinesas em razão de sua ilegalidade. Por sua parte, Ai Weiwei negou, assinalando que tinha o beneplácito das autoridades de Xangai e que a atuação do governo só obedecia a um castigo contra ele por seu apoio à dissidência no país.[2] Pouco depois, o governo chinês ordenou demolir seu estúdio, no qual havia investido um milhão de euros.[3]

Em 3 de abril de 2011, Ai Weiwei acabou sendo preso pelas autoridades chinesas quando embarcava para Hong Kong. Poucas horas após sua detenção, seu estúdio em Pequim foi invadido por mais de 40 policiais. Dezenas de itens foram confiscados e funcionários foram interrogados.[4] Passou três meses detido num local secreto.[5]

Em 21 de novembro de 2011 foi divulgada uma foto onde Ai Weiwei e mais quatro mulheres aparecem nus. O ato eclodiu com a ação diversas pessoas que publicaram fotos nus em apoio ao artista e protestando contra o governo chinês com o argumento de que nudez não é pornografia.[5]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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