Caproni Campini N.1
| Caproni Campini CC.2 | |
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| Descrição | |
| Fabricante | Caproni (2 construídos) |
| Primeiro voo | 27 de agosto de 1940 |
| Missão | protótipo |
| Tripulação | 2 |
| Dimensões | |
| Comprimento | 13,10 m |
| Envergadura | 15,85 m |
| Altura | 4,7 m |
| Área (asas) | 36 m² |
| Peso | |
| Peso total | 3640 kg |
| Peso bruto máximo | 4195 kg |
| Propulsão | |
| Motores |
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| Força (por motor) | 6,8 kN |
| Performance | |
| Velocidade máxima | 375 km/h |
| Alcance bélico | 500 km |
| Teto máximo | 4000 m |
| Armamento | |
| Metralhadoras | Não possui |
| Mísseis/Bombas | Não possui |
Caproni Campini CC.2 (às vezes incorretamente referido como N.1) - foi um dos primeiros aviões de asas fixas com motor termojato.
Em 1931, o engenheiro Secondo Campini escreveu uma proposta para o Ministério da Aeronáutica Italiano, acerca do valor da propulsão a jato. Neste mesmo ano, fundou a V.E.N.A.R. - Velivoli E Natanti A Reazzione (Aeronaves e Embarcações à Reação) e, em conjunto com a "Costruzuine Mecchaniche Riva" de Milão, construiu em 1932, um barco de demonstração, movido a jato, que foi testado no trajeto Milão - Veneza, onde atingiu a velocidade de 28 nós (aprox 50 km/h).
O barco impressionou os representantes do Ministério da Aeronáutica, e em 05 de fevereiro de 1934, o Ministério da Aeronáutica, firmou um contrato com o Engº Secondo Campini, para a construção de dois protótipos e de um simulacro para testes estáticos.
Como a V.E.N.A.R. não dispunha das condições técnicas para tal desenvolvimento, a tarefa de construir as aeronaves foi entregue à "Societá Aeroplani Caproni" de Taliedo.
O avião projetado por Campini não possuía um motor a jato tal como concebemos atualmente. Especificamente, um motor convencional de combustão interna, o Isotta Fraschini L. 121/R.C. 40 670 kW (900HP), foi usado para movimentar um compressor a gás, o qual comprimia o ar para a câmara de combustão. O jato de exaustão produzido pela combustão impulsionava o avião. Campini chamou esta configuração de termojato.
O primeiro vôo se deu em 27 de agosto de 1940 como o piloto de testes Mário di Bernardi, num teste que durou 10 minutos.
O regime fascista de Mussolini fez grande propaganda sobre o feito, tendo a Fédération Aéronautique Internationale reconhecido, na época, como o primeiro vôo de uma avião a jato, muito embora estas honras tenham se dado uma ano após o primeiro vôo do Heinkel He 178, usando um motor turbojato real.
Depois da Segunda Guerra Mundial, um dos protótipos foi enviado ao Reino Unido para estudos, desaparecendo posteriormente, provavelmente destruído. O outro protótipo está em exibição no Museu aeronáutico de Vigna de Valle 1 em Roma e o protótipo de solo está no Museu de Ciência e Tecnologia em Milão.
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Referências
Ligações externas[editar]
- (em francês) Aerostories
- (em inglês) Página com fotografias e desenho esquemático do N.1
- (em inglês) Regiamarina
- (em italiano) Museoscienza
- (em português) Deadlybirds