Chiquinho Scarpa

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Chiquinho Scarpa
Nome completo Francisco Scarpa Filho
Nascimento 13 de Setembro de 1947 (66 anos)
São Paulo
Residência Jd. América, bairro de São Paulo
Nacionalidade  brasileiro
Progenitores Mãe: Patsy Scarpa
Pai: Francisco Scarpa
Parentesco Nicolau Scarpa (avô)
Cônjuge Carola Scarpa
Rosimari Bosenbecker ( ? -2010)

Francisco Scarpa Filho, mais conhecido como Chiquinho Scarpa, (São Paulo, 13 de setembro de 1947) é um socialite brasileiro, sempre presente nos meios de comunicação e em festas da elite paulista. É famoso também por se envolver em diversas polêmicas, principalmente com suas várias ex-mulheres[1] .

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido numa família de industriais ítalo-brasileiros, segundo o próprio Chiquinho[1] o título de conde teria sido recebido pela família Scarpa ainda na Itália, e a ele transmitido via jus sanguinis. Não há, todavia, nenhuma confirmação sobre a veracidade da alegação. Especula-se que o alardeado título seria de "conde papalino", honraria meramente decorativa (e não-transmissível) conferida pela Igreja Católica ao seu avô Nicolau Scarpa, em retribuição a donativos [2] . Portanto, não havendo relação com a Casa de Savoia, que efetivamente conferiu o título de conde aos empresários Francisco Matarazzo e Rodolfo Crespi, por exemplo. Seu pai, Francisco Scarpa, não ostentava o título e considerava-o "uma bobagem".[3]

Em 1977, Chiquinho foi interpelado judicialmente pelo príncipe Rainier III de Mônaco, depois que insinuou na televisão ter vivido uma suposta cena de alcova com a princesa Caroline de Mônaco. Em entrevista para o colunista social Ibrahim Sued, no Fantástico, o playboy insinuou conhecer “mais intimamente” a princesa. Ao que Ibrahim rebateu: “Mas ela é virgem”. E Chiquinho: “Essa é a sua opinião”. Como ele se retratou, Rainier retirou o processo. Em 1991, gerou discursos de protesto na Câmara dos Deputados por causa de uma entrevista delirante em que declarou ser dono de uma "criação de anões", que alugaria para trabalhar como garçons, e de um escravo pessoal em Marrocos.[4] [5]

Chiquinho manteve algumas relações amorosas com celebridades e mulheres famosas, contudo seu primeiro casamento foi um desastre e rendeu muitas fofocas para as colunas sociais dos jornais e revistas de grande circulação. Casou-se com Ana Carolina Rorato de Oliveira. Em janeiro de 2007, Chiquinho casou-se pela segunda vez com Rosimari Bosenbecker, uma antiga namorada. Moraram na mansão dos pais dele até agosto de 2010, quando se separaram amigavelmente[6] .

Em abril de 2009 submeteu-se a uma cirurgia de redução de estômago e teve complicações no pós-operatório, permanecendo 63 dias em coma. A cirurgia era em virtude de seu peso: 118 kg para 1,71m, o que dá um índice de massa corporal de mais de 40.[7] [8] Chiquinho chegou a receber duas vezes o sacramento da extrema-unção.[5]

Caso Bentley[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2013, dizendo-se inspirado por uma matéria que aludia ao costume dos faraós de enterrar suas riquezas para acompanhá-los após a morte, anunciou que enterraria seu carro, um Bentley Continental Flying Spur, no jardim de sua casa. Tal fato causou um alvoroço nas redes sociais, rendendo grande exposição na mídia. O enterro foi marcado para 20 de setembro de 2013, às horas da manhã, conforme o próprio Chiquinho anunciou no programa Agora É Tarde do apresentador Danilo Gentili.[9]

No dia marcado, Chiquinho revelou que o "enterro" foi apenas uma encenação para promover a doação de órgãos. A ação foi criada pela agência de publicidade Leo Burnett Tailor Made. [10]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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