Denglisch

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Denglisch e Germish (em português: alemês, inglão) são sinônimos resultantes da contração dos termos „Deutsch" (alemão) e „English" (inglês) e são utilizadas principalmente por pessoas dos Estados Unidos e Alemanha. Já na Áustria utiliza-se preferencialmente uma terceira versão: Engleutsch (também um acasalamento dos termos „Englisch" e „Deutsch"). Estes termos relativamente novos, surgidos inicialmente em meados dos anos mil e novecentos, cumprem o papel de identificador de uma forma emergente do idioma alemão na qual predomina, sobretudo, uma fortíssima influência do idioma inglês. Neste processo lingüístico os/as seus praticantes absorvem não somente a terminologia anglo mas também estruturas gramaticais. O termo "Denglisch" freqüentemente é utilizado como pejorativo, dependendo dos círculos sociais. A Verein Deutsche Sprache é uma associação alemã que defende o uso correto da língua nacional e que se opõe veementemente ao reconhecimento deste novo falar alemão.

Ocorrências em outros idiomas[editar | editar código-fonte]

Fenômenos similares ocorrem em outros ambientes culturais e, da mesma forma como o denglish, são muitas vezes utilizados como pejorativos.

  • Portudeutsch ou Brasideutsch (Português com alemão).
  • Guarañol (ou Guaranhol, em português), jopará ou mescla dos idiomas guarani e castelhano, conforme freqüentemente no Paraguai.
  • Franglais ou Franglish (Francês com inglês).
  • Spanglish (Spanish ou espanhol com inglês), uma ocorrência lingüística comum em muitas regiões, tanto rurais como urbanas, da América do Norte.
  • Engrish (uma forma incomum do inglês, conforme praticado como segundo idioma por asiáticos, ocorrendo freqüentemente uma troca natural da letra "L" pela letra "R" na pronúncia em conversações em inglês).
  • Alemañol (Alemán ou alemão com español ou espanhol).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Csaba Földes: „Deutsch und Englisch: Ein Sprachnotstand? Befunde und Anmerkungen", in: Rudolf Hoberg (Hrsg.), Deutsch – Englisch – Europäisch. Impulse für eine neue Sprachpolitik, Mannheim/Leipzig/Wien/Zürich: Dudenverlag 2002, S. 341–367, ISBN 3-411-71781-5
  • Walter Krämer (Wirtschaftswissenschaftler): Modern Talking auf deutsch – ein populäres Lexikon [Mit 17 Zeichn. von Eva Krämer]. München; Zürich: Piper, 2000, 261 S., ISBN 3-492-04211-2
  • Christian Meier (Hrsg.): Sprache in Not? Zur Lage des heutigen Deutsch. Hrsg. von Christian Meier im Auftrag der Deutschen Akademie für Sprache und Dichtung zu Darmstadt. Göttingen: Wallstein Verlag, 1999, 112 S., ISBN 3-89244-341-6
  • Thomas Paulwitz und Stefan Micko: „Engleutsch? Nein, danke! Wie sag ich's auf deutsch?" Ein Volks-Wörterbuch, 2. Auflage, Erlangen und Wien, 2000, 132 Seiten, ISBN 3-00-005949-0, DM 14,50
  • Uwe Pörksen (Hrsg.): Die Wissenschaft spricht Englisch? Versuch einer Standortbestimmung. Heftreihe „Valerio" der DASD, Heft 1, Göttingen: Wallstein, 2005. 114 S., ISBN 3-89244-978-3
  • Gerhard H. Junker: Der Anglizismen-INDEX, IFB Verlag 2005, ISBN 3-931263-53-3, 6033 Einträge mit Einführung
  • Rudolf Bartzsch/Reiner Pogarell/Markus Schröder (Hrsg.): Wörterbuch überflüssiger Anglizismen, IFB Verlag Paderborn, 6. Auflage, 2004, 220 S., ISBN 3-931263-33-9, 5837 Einträge
  • Dieter E. Zimmer, „Neuanglodeutsch", in: Ders., Deutsch und anders. Die Sprache im Modernisierungsfieber, Hamburg 1998, S. 7–104 ISBN 3-499-60525-2

Ligações externas[editar | editar código-fonte]