Escola da Ponte

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A Escola Básica da Ponte ou Escola da Ponte - Escola Básica Integrada de Aves/São Tomé de Negrelos, popularmente referida apenas como Escola da Ponte, é uma instituição pública de ensino, localizada em Vila das Aves[1] e São Tomé de Negrelos[2] , em Santo Tirso, no distrito do Porto, em Portugal, que proporciona aprendizagens a alunos do 1.º e 2.º Ciclo, dos 6 e os 15 anos, entre o 1º e o 9º ano[3] , cujo método de ensino se baseia nas chamadas Escolas democráticas.

Faz parte integrante do chamado Movimento da Escola Moderna (MEM) alicerçado nas ideias pedagógicas do francês Célestin Freinet[4] , e em 2002 era considerado, pelo presidente do referido movimento em Portugal, o único exemplo acabado dos seus princípios que são "uma escola democrática, para todos, em que se dá protagonismo ao aluno"[5] . Assim como segue igualmente muito do pensamento apresentado pelo brasileiro Paulo Freire.

Está assente em valores como a solidariedade, autonomia e responsabilidade.

Hoje é um marco pedagógico de diferenciação do modelo de escola dito “tradicional” estudado, admirado e até parcialmente adoptado um pouco por todo o Mundo, com especial destaque no Brasil[6] [7] [8] .

Inserida no sistema público de ensino português, apesar da excelência comprovada por todas as inspecções e estudos, mesmo a nível mundial, o seu método de ensino tardou em ser aprovado e reconhecido pelo Ministério da Educação. Durante muito tempo, a escola da Ponte foi "ignorada" pelas autoridades, depois passou ser considerada por todas instituições publicas nacionais como uma "referência" para um novo sistema de ensino que privilegie a Cidadania[9] .

É inclusive reconhecida mundialmente pelo seu projecto inovador, pois desde 1977 que o lema desta escola é "tentar fazer crianças felizes" baseia-se na autonomia dos alunos e professores, assim como, rompe o sistema padrão de seriação/ciclos adoptado pelas restantes instituições de ensino em Portugal e grande parte do mundo. A escola não tem paredes internas para separar os alunos de acordo com a idade ou série. Esses, por sua vez, se agrupam de acordo com a área de interesse a ser pesquisada, independente da faixa etária[10] [11] .

Aqui "a palavra-chave da relação escola encarregados de educação é participação". Por isso, os pais são vistos como "parceiros e corresponsáveis pelo projeto educativo do aluno"[12] .

Este projecto surge em 1976 e foi liderados pelo pedagogo José Pacheco que entretanto, por sentir que estava num processo de conclusão, deixou-o entregue à gestão da própria comunidade local, conta com uma assembleia de estudantes, associação de pais, uma comunidade organizada e outras tantas acções e programas que culturalmente mantém seu funcionamento[13] , eliminando a função corrente de conselho directivo escolar.

Uma Escola Alternativa[editar | editar código-fonte]

É uma escola com práticas educativas alternativas, desde 1976, que se afastam do modelo tradicional[14] . embora se insiram num método de Ensino designado por indirecto.

Tem como máxima o ensinar a liberdade responsável e a solidariedade.

Assim como os alunos são educados para serem cidadãos, exercitando a cidadania. São chamados a praticar a democracia dentro da própria escola, como cidadãos autónomos. Na prática, tal como numa democracia directa, organizam assembleias gerais e debates para resolverem problemas de disciplina e outros entre eles. O aluno e mesmo o professor que desrespeitar as regras, predeterminadas por eles mesmos, é convidado, perante todos, a reflectir e pronunciar-se sobre seu comportamento dentro da escola[15] .

O espaço é estruturado de modo que todos possam trabalhar com todos. Nenhum aluno é aluno de um professor só, nem um professor é professor só de alguns alunos.

É uma escola sem turmas[16] . Não existem salas de aula, no sentido tradicional, mas sim espaços de trabalho, onde são disponibilizados diversos recursos, como: livros, dicionários, gramáticas, internet, vídeos… ou seja, várias fontes de conhecimento.

A aprendizagem desenvolve-se em pequenos grupos de alunos com interesse comum por um assunto que se reúne com um professor e, todos juntos, estabelecem um programa de trabalho de 15 dias. O professor dá orientação sobre o que as crianças devem pesquisar e onde e, ao fim de 15 dias, elas fazem uma avaliação do que aprenderam. Se os resultados forem positivos, o grupo dissolve-se e é formado outro para estudar uma nova matéria[17] .

Trabalha segundo uma lógica de projecto e de equipa, estruturando-se a partir das interacções entre os seus membros[18] e a comunidade.

Histórico[editar | editar código-fonte]

"Contei sobre a escola com que sempre sonhei, sem imaginar que pudesse existir. Mas existia, em Portugal… Quando a vi, fiquei alegre e repeti, para ela, o que Fernando Pessoa havia dito para uma mulher amada: 'Quando te vi, amei-te já muito antes…[19] ' "

Rubem Alves

A instituição surgiu na década de 1970, do desejo de se fazer uma escola que respeitasse as diferenças individuais dos alunos.

Em 1976, as respostas a algumas interrogações deram origem a profundas mudanças na organização da escola, na relação entre ela, instituição, e os encarregados de educação dos alunos[20] e nas relações estabelecidas com diferentes parceiros locais.

Em 2000, esta escola estava classificada como uma Eco-escola - exibindo na fachada uma bandeira azul da Europa -, um galardão a premiar o exemplo que representam ao nível da sensibilização para a preservação ambiental[21] .

É à Escola da Ponte que Rubem Alves se refere, em 2001, descrevendo-a no seu livro "A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir"[22] .

Em 14 de Fevereiro de 2005 assinou o contrato de autonomia com o Ministério da Educação e foi o primeiro do País para uma escola pública de ensino não-superior[23] .

Integrou um dos dez estabelecimentos de ensino europeus seleccionados para o "Guia de Experiências Inovadoras", que foi lançado a 18 de Junho de 2006, em Barcelona, pelos seus bons exemplos de combate ao insucesso e abandono escolares[24] .

Em 30 de Setembro de 2008 foi aí apresentado o livro Escola da Ponte - Formação e Transformação em Educação, da autoria do José Pacheco, que estava a morar no Brasil mas conhecia-o bem pois tinha sido reformador deste sistema de ensino e já aqui referido por isso[25] .

Em 4 de Junho de 2012 recebe um grupo de trabalho dos currículos, integrado na Comissão de Educação Ciência e Cultura da Assembleia da República[26] .

A Secretária de Estado da Educação, Prof.ª Mariana Torres Cascais, por Despacho Interno de 26 de Março de 2003, deliberou a celebração de um protocolo a contratualizar com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbratendo em vista a elaboração de um estudo de avaliação do projecto educativo da Escola Básica Integrada das Aves/S. Tomé de Negrelos”. Esse trabalho foi concluído em Junho do mesmo ano e cujos resultados foram não só positivos como provaram a excelência de ensino apresentando os valores atingidos pelos alunos superiores comparativamente às médias à escala regional e à escala nacional[27] .

Apesar disso, da Comissão de Avaliação Externa ter tecido rasgados elogios à Escola da Ponte e recomendar obras de alargamento para dar continuidade ao projeto, o referido ministério ignorou o parecer, rejeitando a continuação do 3.º ciclo, através de um novo despacho em Julho. Tal foi confirmado pelo ministro da Educação, David Justino, em reunião em conjunto com uma descontente associação de pais[28] .

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1976 - a instituição conta com cinco pólos escolares (escolas primárias e jardim de infância);
  • 1980 - inaugurado um novo edifício (tipologia: escola de área aberta, tipo P3);
  • 1997 - início do processo de autonomização relativamente ao Ministério da Educação – Agrupamento de Escolas;
  • 2001 - indicação como "Escola Básica Integrada" (em princípio até ao 9º ano);
  • 2005, Fevereiro – Firmado Contrato de Autonomia com o Ministério da Educação (única instituição a ter esse estatuto, durante muitos anos, no país);
  • 2005-2006 - Escola Básica Integrada – até ao 9º ano de escolaridade (3º Ciclo)

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A sua estrutura organizativa, desde o espaço, ao tempo e ao modo de aprender exige uma maior participação dos alunos tendo como intencionalidade a participação efetiva destes em conjunto com os orientadores educativos, no planeamento das atividades, na sua aprendizagem e na avaliação.

As crianças e os adolescentes compartilham o mesmo espaço físico, um grande galpão, muito bem estruturado para pesquisa e de fácil acesso aos alunos[29] .

A escola encontra-se numa área aberta. Os alunos formam grupos heterogêneos, não estando classificados, agrupados ou distribuídos por turmas nem por anos de escolaridade que, na prática, não existem. Não há salas de aula mas sim espaços de trabalho, onde não existem lugares fixos. Essa subdivisão foi substituída, com vantagens, pelo trabalho em grupo heterogéneo de alunos. Do mesmo modo, não há um professor encarregue de uma turma ou orientador de um grupo.

Em vez disso, todos os alunos trabalham com todos os orientadores educativos e de acordo com os níveis de progressão tanto ao nível das competências académicas quanto comportamentais.

Assim escola está organizada por 3 núcleos:

  • Iniciação
  • Consolidação
  • Aprofundamento

Dentro desses núcleos, os alunos estão subdivididos por grupos, organizados, no início do ano lectivo, de acordo com as suas preferências. Depois de organizados, os grupos escolhem um professor tutor, o que dá origem a uma tutoria, um grupo constituído pelos alunos e pelo professor[30] .

Os orientadores estão organizados por dimensões:

  • Artística
  • Identitária
  • Linguística
  • Lógico-matemática
  • Naturalista
  • Pessoal e Social

Instrumentos pedagógicos[editar | editar código-fonte]

  • Definição dos Direitos e Deveres - Os alunos decidem democraticamente, na Assembleia de Alunos, os direitos e deveres que consideram fundamentais para o funcionamento da escola[31] .
  • Assembleia de Alunos - atividade que reúne todos os alunos, na qual são discutidas, analisadas e votadas medidas para o dia a dia na escola, de forma democrática, solidária, respeitando as regras e visando o bem comum[32] [33] .
  • Comissão de Ajuda - é formada por seis alunos nomeados para resolver os problemas mais graves colocados na Assembleia. Três desses alunos são escolhidos pelos membros da mesa da Assembleia Geral e outros três pelos professores. As decisões dessa Comissão guiam-se pelos direitos e deveres definidos pelos alunos, que se comprometeram a respeitar o estabelecido.
  • Debate - tem caráter mais informal que as Assembleias e acontece sempre que necessário.
  • Biblioteca - ocupa o espaço comum, da área aberta da Escola, e serve como espaço de encontro e de pesquisa.
  • Acho bem / Acho mal - Nas salas, existe um dispositivo pedagógico que consiste numa folha afixada na parede onde os alunos podem escrever aquilo que acharam bem e aquilo que acharam mal[34] .
  • Caixinha dos Segredos - Local onde os alunos podem colocar, por escrito por carta, tudo aquilo que querem transmitir de forma privada, tais como sugestões e propostas. Depois será a "Comissão de Ajuda" entrega as cartas aos destinatários, e faz um levantamento das sugestões e propostas[35] .
  • Comissão de ajuda - Os alunos da comissão de ajuda recolhem as folhas com os “Acho bem / Acho mal” e o que está na "Caixinha dos Segredos" e fazem uma reunião, uma vez por semana, à hora do almoço, para pensarem na forma de resolver os problemas. Depois, vão ter com os colegas envolvidos nos problemas, durante os intervalos, e conversam com eles até chegaram a uma solução. Se não conseguirem chegar a uma solução, colocam o assunto à assembleia para que seja discutido pela escola toda. Mas, como afirmam com orgulho, essa situação quase nunca se verifica. Regra geral, a comissão de ajuda consegue resolver os assuntos com os colegas envolvidos[36] .
  • Eu Já Sei - faz parte do objetivo de desenvolver a autonomia dos alunos, partindo do processo de auto-avaliação. Sempre que um aluno se sente preparado para ser avaliado, solicita a avaliação escrevendo o seu nome numa lista. Só então esta avaliação se processa, no dia seguinte. Caso o professor considere que o aluno não estava preparado, orienta-o no sentido de procurar mais informação e corrigir os seus erros. Quando termina este trabalho, o aluno solicita nova avaliação.
  • Eu Preciso de Ajuda - a criança é estimulada a buscar todas as fontes possíveis de informação que estão a seu alcance antes de pedir ajuda (pares, grupos, livros, internet). Esgotadas todas as possibilidades, o aluno pode escrever seu nome numa das listas dispostas em diversos locais da escola. Posteriormente, um professor organiza pequenos grupos de estudo para esclarecer o assunto com quem tem dúvidas.
  • Professor Tutor - o professor tutor acompanha de perto um grupo reduzido de alunos, dos quais monitoriza o trabalho individualmente e faz reuniões sistemáticas uma vez por semana, mantendo também um contato direto e frequente com os encarregados de educação.
  • Grupos de responsabilidade - cada aluno e os orientadores educativos são responsáveis por algum aspecto do funcionamento da escola. Os grupos de responsabilidade reúnem-se uma vez por semana para resolverem alguns assuntos ou estruturarem um aspeto fundamental do dia a dia da escola. Algumas das responsabilidades atribuídas aos grupos são:
    • 5 R's;
    • Arrumação e Material Comum;
    • Assembleia e Comissão de Ajuda;
    • Biblioteca;
    • Terrário Jardim;
    • Comenius;
    • Computadores e Música;
    • Correio e Visitas na Ponte;
    • Datas e Eventos;
    • Jogos de Mesa e Recreio Bom;
    • Jornal;
    • Murais
    • Solidariedade;

Associação de pais[editar | editar código-fonte]

No início de cada ano letivo, são eleitos os representantes dos Encarregados de Educação da Escola da Ponte, que organizam reuniões semanais de debate sobre a escola. Em Portugal, a "Associação de Pais da Escola da Ponte" é uma referência a nível nacional.

Notas

  1. Escola da Ponte - Escola Básica Integrada de Aves/São Tomé de Negrelos, PortalNacional
  2. Escola da Ponte, Contactos
  3. Comissão de Educação na Escola da Ponte e no Colégio dos Carvalhos, Letras e Conteúdos, 5 de Junho de 1012
  4. Célestin Freinet, por Márcio Ferrari, Educar para Crescer, 01/07/2011
  5. Movimento da Escola Moderna reúne-se em Beja, educare.pt, 17-07-2002
  6. Uma escola diferente, por Cristiane Rogerio, Crescer
  7. Entrevista com José Pacheco, da Escola da Ponte: “O professor deve ser um mediador de conhecimentos”, por Adriana Delorenzo e Renato Rovai, Revista Forum
  8. Projeto Âncora quer refazer a escola brasileira, por Andreia Lobo, educare.pt, 04-11-2013
  9. Escola Primária da Ponte: uma referência, educare.pt, 10-04-2001
  10. Um aprender "diferente" na Vila das Aves, educare.pt, 27-09-2000
  11. Escola da Ponte, Elisa de Mello Kerr Azevedo, arte|educando
  12. O exemplo de Vila das Aves, educare.pt, 09-05-2001
  13. Desafio de fazer a Ponte, Escola da Ponte, 17 de janeiro de 2013
  14. Escolada Ponte, reevo
  15. Escola da Ponte, Elisa de Mello Kerr Azevedo, arte|educando
  16. Escola da Ponte, Elisa de Mello Kerr Azevedo, arte|educando
  17. Um aprender "diferente" na Vila das Aves, educare.pt, 27-09-2000
  18. Escola da Ponte, reevo
  19. ALVES, Rubem. A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir. Ed. Papirus. 120 p.
  20. Em Portugal, a expressão "encarregado de educação" refere-se aos responsáveis pelo aluno, geralmente, mas não exclusivamente, os pais.
  21. Um aprender "diferente" na Vila das Aves, educare.pt, 27-09-2000
  22. A Escola da Ponte,
  23. Escola da Ponte assina contrato de autonomia, educare.pt, 14-02-2005
  24. Duas escolas portuguesas recomendadas por grupo europeu, educare.pt, 20-03-2006
  25. Escola da Ponte num livro de José Pacheco, por Sara R. Oliveira, educare.pt, 29-09-2008
  26. A delegação da AR foi composta pelos deputados: Acácio Pinto (PS); Ester Vargas (PSD); Maria José Castelo Branco, coordenadora do grupo (PSD); Michael Seufert (CDS); Rita Rato (PCP). - Comissão de Educação na Escola da Ponte e no Colégio dos Carvalhos, Letras e Conteúdos, 5 de Junho de 1012
  27. Comissão de Avaliação Externa do Projecto Fazer a Ponte, Relatório apresentado a S. Ex.ª a Secretária de Estado da Educação, Coimbra, Junho de 2003, pág. 2 e 41
  28. Escola da Ponte sem 3.º ciclo, educare.pt, 6 de Agosto de 2003
  29. Escola da Ponte, Elisa de Mello Kerr Azevedo, arte|educando
  30. Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola
  31. Há um Regimento que são um conjunto de regras que regem a assembleia. Estas regras podem ser alteradas ou acrescentadas no início do ano lectivo. - Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola
  32. Esta é eleita anualmente, no início do ano escolar, depois de apresentadas as listas e debatidas as ideias e as propostas. Esta reunião é um momento de trabalho coletivo onde se introduzem temas de estudo, se apresentam comunicações, se analisam dificuldades e se debatem as questões relacionadas com o funcionamento da escola - limpeza, jardim, decoração das salas. - Um aprender "diferente" na Vila das Aves, educare.pt, 27-09-2000
  33. A assembleia, que se realiza uma vez por semana, envolve todos os alunos e professores da escola. A mesa da assembleia é composta por alunos de diversas idades, com funções específicas: o presidente – coordena a assembleia, intervém quando necessário, dinamiza as discussões e é o porta-voz das decisões; o vice-presidente – é o braço direito do presidente; os quatro vogais – ajudam a dinamizar a assembleia e dão a palavra, de forma rotativa; os quatro secretários– tiram apontamentos e escrevem a acta; os suplentes – fazem substituições no caso de alguém faltar - Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola.
  34. Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola
  35. Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola
  36. Percorrer a Ponte para a Cidadania, por Elsa Barros, Dossier Cidadania, Repórter da Escola

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALVES, Rubem. A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir. Ed. Papirus. 120 p.
  • ALVES, R. Estórias maravilhosas de quem gosta de ensinar, Ed. ASA, Porto, 2002.
  • ARAÚJO, D. Encontro Entre Margens, FPCE-UP, Porto, 1999.
  • CANÁRIO, R. Escola da Ponte, Profedições, Porto, 2004.
  • COCHITO, I. Representações e práticas de autonomia e cooperação, UC, Lisboa , 1999.
  • I.I.E./M.E. Educar Inovando, Inovar Educando, Lisboa, 1990 (pp.81-82), 1990.
  • PACHECO, José. Quando eu for grande, quero ir à Primavera. Ed. Didática Suplegraf. 109 p.
  • PACHECO, José. Sozinhos na Escola. Ed. Didática Suplegraf. 115 p.
  • PACHECO, José. Para Alice com Amor. Cortez Editora.
  • PACHECO, José. Escola da Ponte – Formação e Transformação em Educação. Vozes Editora.
  • PACHECO, José. Contributos para a compreensão dos círculos de estudo, FPCE, Porto, 1995.
  • PACHECO, José. Para os filhos dos filhos dos nossos filhos, Papirus, S. Paulo, 2005.
  • PACHECO, José. Caminhos para a Inclusão, Artmed, Porto Alegre, 2006.
  • PACHECO, José. e TRINDADE, R. As Escolas como Espaços de Formação Pessoal e Social, PE, Porto, 1998.

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