Extrema

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Extrema
"Portal de Minas"
Igreja matriz de Santa Rita de Cássia em Extrema.jpg

Bandeira de Extrema
Brasão de Extrema
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 16 de setembro
Fundação 1901
Gentílico extremense
Lema
Prefeito(a) Luiz Carlos Bergamin (PSDB)
(20092012)
Localização
Localização de Extrema
Localização de Extrema em Minas Gerais
Extrema está localizado em: Brasil
Localização de Extrema no Brasil
22° 51' 18" S 46° 19' 04" O22° 51' 18" S 46° 19' 04" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Sul/Sudoeste de Minas IBGE/2008[1]
Microrregião Pouso Alegre IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Toledo, Itapeva, Joanópolis, Camanducaia, Vargem e Pedra Bela
Distância até a capital 492 km
Características geográficas
Área 243,099 km² [2]
População 28 564 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 117,5 hab./km²
Altitude 973 m
Clima tropical de altitude Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH 0,781 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 1 252 192,042 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 47 366,93 IBGE/2008[5]

Extrema é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada era de 24.886 habitantes, em 2007. E situa-se a 492 km da Capital do estado de Minas Gerais.

Seu nome deve-se à sua localização geográfica: sua zona urbana é a cidade mais ao sul de Minas Gerais (embora o ponto geográfico mais ao sul do estado fique na zona rural do vizinho município de Camanducaia), ou seja, tem a maior latitude de todo o estado e está, também, na extrema borda ocidental do maciço da Serra da Mantiqueira. Fica situado às margens da rodovia Fernão Dias (BR-381), que liga São Paulo a Belo Horizonte.

Índice

[editar] História

A origem do município de Extrema é relativamente antiga. No ano de 1764, quando o general Luís Diogo da Silva, governador de Minas Gerais, ao visitar o Arraial de Camanducaia e, de volta, tendo passado pelo Registro de Mandu (atual Pouso Alegre), resolveu que este último ficaria melhor colocado à margem do Rio Jaguari, para onde o transferiu pelo em 29 de novembro de 1764.

Por isso Extrema primeiramente teve o nome de Registro.

Esse cunho oficial, entretanto, não deu impulso decisivo ao povoado que, somente em fins do século XVIII começou, lentamente, a incrementar-se com a edificação de uma capela, nos primeiros anos do século XIX, ainda na vigência da Era colonial.

Foi no ano de 1819 que foram dados os primeiros passos para a criação e formação do lugar, nessa época já habitado por fazendeiros e outros moradores esparsos procedentes de Camanducaia e, sobretudo, de Bragança Paulista, Atibaia e São João do Curralzinho.

Segundo os autos da constituição do patrimônio de Santa Rita[desambiguação necessária], arquivados na cúria metropolitana da Arquidiocese de São Paulo, no ano de 1819 foi endereçada àquela entidade eclesiástica uma petição no sentido de edificar uma ermida e de se constituir um patrimônio de fiança a favor da capela.

É provável que os signatários da representação junto à Cúria Diocesana não tivessem sido aceitos, pois somente no dia 7 de agosto do ano de 1832 foi passada provisão autorizando a edificação da capela consagrada à invocação de Santa Rita, que seria construída ao redor de 30 alqueires de terra que foram doados pelo abastado lavrador José Alves, conhecido como Zeca Alves.

No dia 12 de janeiro de 1839 foi realizada a primeira audiência do juízo de paz, sob a presidência do juiz Francisco da Silva Teles.

Em 12 de outubro de 1871, através da Lei Provincial nº 1858, o povoado de Registro passou a ser distrito com a denominação de Santa Rita de Extrema, por se localizar no extremo sul de Minas Gerais.

No dia 22 de dezembro deste mesmo ano deu-se a instituição canônica como paróquia.

No ano de 1874, registrou Bernardo Saturnino da Veiga, existiam 60 casas em Santa Rita de Extrema, formando quatro ruas irregulares e um largo onde hoje se acha localizada a Igreja Matriz e um modesto cemitério.

O distrito de Santa Rita de Extrema passou a município através da Lei nº 319 de 20 de setembro de 1901 sendo efetivamente instalado a partir de 1º de janeiro de 1902.

Em 18 de setembro de 1915, a Lei Estadual nº 663 alterou o nome do município, que passa a se chamar Extrema e, em 10 de setembro de 1925, a sede do município é elevada à categoria de cidade.

[editar] Transportes

O município possui um terminal rodoviário de ônibus.

[editar] Ônibus municipal

A empresa que opera o transporte urbano na cidade é a Viação Sul Mineira. (mesmo grupo da Viação Princesa do Sul de Pouso Alegre)

[editar] Ônibus intermunicipais e interestaduais

Convencional - Bragança Paulista, Vargem, Itapeva, Camanducaia, Monte Verde, Cambuí, Bom Repouso, Estiva, Pouso Alegre, Atibaia, Mairiporã, São Paulo.

[editar] Referências

1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

2 Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.

3 Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

4 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

5 ÍNDIO DO BRASIL, NILO. Extrema, O Portal de Minas. Extrema Publishers Inc. 12 oct 2009.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
Ferramentas pessoais
Espaços nominais
Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas