Gilda de Melo e Sousa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Gilda Rocha de Melo e Sousa[1] (São Paulo, 1919 - São Paulo, 25 de dezembro de 2005) foi uma filósofa, crítica literária, ensaísta e professora universitária brasileira.

Passou a infância na fazenda dos pais, em Araraquara, cidade do interior paulista, mas retorna a São Paulo em 1930, para estudar. Ingressou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em 1937, bacharelando-se em Filosofia em 1940.

Colaborou na produção da revista Clima, juntamente com seu futuro esposo Antonio Candido. Recebe o título de Doutora em Ciências Sociais com a defesa da tese intitulada A moda no século XIX, publicada em 1952. Em 1954 passa a ser encarregada da disciplina de Estética no Departamento de Filosofia da USP, departamento que seria dirigido por Gilda entre os anos de 1969 e 1972. Aposenta-se em 1973 e torna-se Professora Emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP em 1999.

Estudou especialmente a obra de Mário de Andrade.

Com Antônio Cândido, teve três filhas: Ana Luísa Escorel, Laura de Mello e Souza e Marina de Mello e Souza. Gilda morreu em 25 de dezembro de 2005, aos 86 anos.

Bibliografia (crítica)[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Pela grafia original, Mello e Souza.


Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.