João Aguiar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

João Casimiro de Aguiar (Lisboa, 28 de Outubro de 1943 - Lisboa, 3 de Junho de 2010), conhecido profissionalmente como João Aguiar foi um jornalista e escritor português.[1]

João Aguiar nasceu em Lisboa, tendo passado grande parte da sua infância na Beira, Moçambique. Licenciou-se em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado nos centros de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão. Regressou a Portugal em 1976, para se dedicar numa primeira fase ao jornalismo. Trabalhou para a RTP (onde iniciou a sua carreira em 1963) e para diversos diários e semanários como: Diário de Notícias, A Luta, Diário Popular, O País e Sábado. Em 1981, foi nomeado assessor de imprensa do então Ministro da Qualidade de Vida. Colaborou regularmente na revista mensal Superinteressante, sendo membro do seu Conselho Consultivo. Foi ainda colaborador da revista TempoLivre. Morreu aos 67 anos, vítima de doença prolongada.

Obra Literária[editar | editar código-fonte]

Entre as suas obras contam-se títulos como:

E ainda:

  • Rio das Pérolas
  • Uma Deusa na Bruma
  • Pedro & Companhia

Colecções infanto-juvenis[editar | editar código-fonte]

Outras obras[editar | editar código-fonte]

  • A Orquídea Branca, libreto para a ópera com música de Jorge Salgueiro, (estreada a 27 de Outubro de 2008)
  • Eu vi morrer o III Reich, de Manuel Homem de Mello (Coordenação e comentários de João Aguiar) (Edições Vega, Lisboa, s.d.)

Outras referências[editar | editar código-fonte]

  • Lexicoteca Moderna Enciclopédia Universal, Lisboa, 1996

Referências

  1. Morreu o escritor João Aguiar Jornal Público (3 de Junho de 2010). Página visitada em 3 de junho de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]